sábado, novembro 30, 2019

lê-me nas entrelinhas

casadabiqueira:
“ Sleeping biker, Moldavia
Anthony Suau
”


Acabou para mim,
Não me recordo se te disse
que a frase é mais longa do,
que o silêncio,
por isso,
até que mais se veja o sublinhado
dos desejos,
não estarei cá para te perceber
quando ao longe,
ficam as tuas intermitências
do todo de desejo que já foste,....

até por que vou deixar de escrever
na primeira pessoa,
considera este o lamento último 
do que tivemos,
e de um todo feito livro que,
acho,
te deixei debaixo da almofada
ao partir,....

lê-me nas entrelinhas,
nada mais a partir de agora

sexta-feira, novembro 29, 2019

Reverencial

assobiam o suficiente para que
a terra normalize,
há o registo das coisas criadas,
com que avançamos,
mão na mão,
à procura do que nos desafie antes
do fim anunciado,....

ladeada a referência do amor,
no ar ouço o que a mais sobra do cheiro
de cada dia,
e por fim um descanso merecido,
reverencialmente merecido



quinta-feira, novembro 28, 2019

os dias tornaram-se azedos

os dias tornaram-se azedos,
a minha vantagem no
jogo de luz perdeu-se,
quando dos teus olhos
se desligou o que escrevia,
os versos inconsequentes
que mesmo assim te
adormeciam à chuva,
com a resolução indevida
dos problemas sem que ninguém o previsse,...

e ao mesmo tempo
adoramos a frontalidade com que,
nada,
mas nada se desfaz
em som


segunda-feira, novembro 25, 2019

Depressiva razão

então ela sonhou com mais
um dia de discrição,
olhos semicerrados,
boca anulada pelo arrastar
da falta de auto-defesa,...

e permitiu que a ajuda fosse
a suficiente,
só a suficiente para que não mais
se permitisse chorar,
anunciar ao mundo que o detestava,
porque a voz pesa sempre
mais que o silêncio,....

e ela andou apenas até
que a razão aparecesse,
e disse-lhe adeus,...

caminha agora na etérea porção
de um sonho




Tirado daqui

domingo, novembro 24, 2019

Precisar

demora-se o precisar,
duas desculpas sem dono,
denota-se o fraco,
a força de um argumento sem
falta,
sem escrita fina em lembrança
que fica para sempre,
estaríamos cá não fosse
a alvorada,
quantos amanheceres quisessemos
para que a noite nunca nascesse,
e fazendo falta o amor,
só cá está a arrogância,
o plebíscito de dois
suspiros que morrem a cada segundo,

sem que já haja mais precisar


sábado, novembro 23, 2019

Se publicasse a minha voz

se publicasse a minha voz
na vetusta denúncia pública,
o povo saberia como arranho o
destino só porque sim,
e me forço a avançar por entre os espaços
do que nunca se construiu,
e do que sempre se leu,....

ouviriamos a possibilidade de denúncia
de um silêncio,
a irresponsabilidade feita futuro,
e o futuro decomposto nos estrados
das casas onde me reencontrei,
com os versos que hoje
unto na pele,...

se publicasse a minha voz,
nada me faria mais útil neste mundo


sexta-feira, novembro 22, 2019

Isto será poesia?


Tirado daqui



“Poetry isn’t a profession, it’s a way of life. It’s an empty basket; you put your life into it and make something out of that."
- Mary Oliver


“Poetry isn’t a profession, it’s a way of life. It’s an empty basket; you put your life into it and make something out of that." 
- Mary Oliver

...chamar-se mulher

deixara de ter corpo quando do
corpo desaprendera as horas,
os dias,
os segundos perdidos a querer
mais tempo para fazer parar o tempo,...

e com as razões alusivas ao medo,
ao sentir-se só quando da alegria
não restava mais que um choro,
sufocado,
escrevia loucuras na bruma,
nos passeios sem destino,
a ladear a loucura,
e com o abstrato pela mão,...

tudo isto era chamar-se mulher,
e não ter sobrenome fixo por
mais que uma ânsia
de carinho


quinta-feira, novembro 21, 2019

What's National is good!!!

Abreviatura

Tão depressa da minha boca não sairão dores,
A coragem da única vez em que,
Contigo,
Percebi que a luz é um desenho de morte na praia,
Desapareceu,...

Por isso permanecerei mudo à espera que em todas as casas,
Nas únicas casas onde ainda restar o conformismo,
Subsistam para sempre pequenos vestígios do ouro que lá deixaste,
Quando te bastava a anuência de respeito,
Que para ti era o único beijo que te sabia dar

quarta-feira, novembro 20, 2019

Quis ir mas não foi

ao jumento do
fim de tarde,
o homem atrelava-se,
temprano,
relinchava impropérios,
com a pinga doce
a pintar-lhe as veias
de arco íris,
subia as mesmas
ruas de sempre,
e em duas vezes
escorregava pelo vómito,
levantando-se sempre
antes de o corpo
apagar o suficiente,
para cair numa cama de hospital,....

 a todos lavava a
alma com desprezo,
fitava o pôr do sol,
esperando que fosse
o último,
mas havia sempre
mais um,
e outro,
e mais outro...

 tudo acabou com uma
decisão de dez réis,...

ia dar cabo da vida,
e fá-lo-ia acompanhado,
juntou o jumento,
e mais um cão,
e dois gatos velhos,
e todos os patos que alguma
vez quis matar e nunca teve coragem,....

e deitou-se no pelourinho
da aldeia num dia
de borrasca de neve,...

na manhã seguinte
 ainda lá estava,...

mas os bichos estavam
como haviam de ir,
congelados....

ninguém quis mais
pensar em maneira
de resolver este embrulho


terça-feira, novembro 19, 2019

Memória de infância,.... para sempre....


Se só estivesse eu

E se só estivesse eu,
Se fosse um mundo de duas pernas,
E asco pelo silêncio,
Com pessoas a mostrar o sexo,
Sem que ninguém sequer parasse para a luz,...

Se só estivesse eu,
A dúvida nunca faria escola,
E das escolas anotavam-se urros de ignorância,...

Apetecer representar a solidão em estados de espírito,
Deu-me para o egocentrismo,
Se só estivesse eu,
Não haveria música a escorrer das paredes,
Só cada vez mais dúvidas



segunda-feira, novembro 18, 2019

no inverso de uma dor

afinal,
a saída para uma
das portas estava nos olhos,
ainda que a frase me
dissesse o contrário,...

arredondadas as letras,
tudo chorava
no inverso de uma dor

domingo, novembro 17, 2019

Cartas de amor


mas seriam todas cartas de
amor,
a julgar pelos espaços que guardavam,
inexplicavelmente,
entre elas quando espalhadas na
areia da praia,
e havia uma razão para que
quem escreve chorasse,
e também a presença de um
lado anómalo,
difícil de explicar,
como que uma razão para a razão
se travestir de vento,
e ali só ficar a desordem de ver
a devoção desfazer-se,
em rodopio,
na vastidão de um terreiro de Inverno
semelhante ao que se via,....

e havia lonjura para que nada
se preparasse,
ao fim e ao cabo,
longe deste destino que se esperava

sábado, novembro 16, 2019

Lado esdruxulo da linguagem

Condenava-se ao degredo das exclamações,
Nós as frases feitas carne,
Sem entoação especial,
Comandadas porque nada mais resta que o silêncio,
No fim,...

Admirava o lado esdruxulo da linguagem,
O falar porque nós teríamos de perceber,
Sem que a luz fosse de comum percepção,....

E precisava sempre de ar para que o distinguissem,
E o refratassem como a passagem do tempo

sexta-feira, novembro 15, 2019

Insegurança

Humedeceu os lábios,
Do interior avançou como
Que o dia não pesasse,
E dos minutos já mortos viesse a insuflada vontade de prosseguir,...

Amor a postos,
E sem vontade de definir sentimentos em personagens,
Recriou-se como depressiva,
Escrita a dois tempos seria a transparente da sua rua,
Quem nunca iria fazer com que houvessem noites dignas de nota,
E madrugadas que em verso fizessem filhos como quem planta ideias revolucionárias

quinta-feira, novembro 14, 2019

não me protejas

não me protejas,
fazendo a ponte entre
o deve e o haver,
amanhã serão novos
desafios,...

o que comemos
entre as frases incompletas
de um adeus,
já não está cá,
por isso a haver
razão para um fim,
ela está talvez na
retina do que dissémos
de infeliz, um ao outro






Voz

não se sentia confortável com
a voz,
da que está untada numa pele,
o silêncio inchava como um filho
indesejado,
havia inoculações de sombra por entre
as paredes descontruídas
de qualquer abrigo,...

amontoavam-se palavras como
se de mosquitos da morte se,
tratassem,
e o refúgio fosse aquele resguardo
de tabique,
numa parede que iria ruir,
de velha,....

a voz doía,
ainda assim,
menos que a soma de todas
as exclamações


quarta-feira, novembro 13, 2019

Carta de ir embora

O que tinhas visto em nós?,
Talvez de um modo inofensivo,
Preparando quase o caminho para que uma criança aprenda sobre a morte,
Te explique que vejo previsões onde a certeza assusta,
Que anoto qualquer irracionalidade que as pessoas me contem,...

Nunca irias perceber a minha pele de chagas assustadas,
O sono desconfiado com que me evado do medo,
Quando lá fora só há silêncio,...

E assim de um engano,
De um aceno incompleto,
Me consiga despedir sem que o teu choro seja a minha hesitação

terça-feira, novembro 12, 2019

Amotinadas

Quando percebi o que estava em causa,
Como as coisas já eram inúteis se nem conversar se conseguia,
Recordo-me do olhar de todas as pessoas que conheci,
Vazio,
Sem referências solidárias ou sequer de distância,...

Amotinadas estavam todas as ideias de consenso,
Porque todos optaram pela poesia rebelde e sem sentido



segunda-feira, novembro 11, 2019

Tudo parece contido

Tudo parece contido,
Nada sem ser estranho permanece à nossa frente,
Sem que este tempo se continue a assemelhar a espiões que desdenham a vida,
A putas que sendo meninas de golas de renda,
Têm dúvidas que cheiram a doença venerea,
E certezas sem cores que não frutificam mais que um par de sapatos de um morto,...

Sou snob ao mesmo tempo que sou pobre,
E estafermo que todos detestam,
Soa a linha intransponível defender este risco,
Mas do mundo já não se esperam gritos,
Tudo parece contido,
Como se a mudez se ouvisse até ao osso de todas as coisas

domingo, novembro 10, 2019

na minha casa




Tirado daqui


só poderás perceber se na minha casa,
eu for o momento em que o tempo parou
nas nossas mãos,...

não me chames equívoco,
nem espaço entre as razões que não entendes,
na minha casa,
no espaço em que rastejo pelas
mensagens que nunca formulámos
ao sol,
sei menos que um moribundo,
não percebo sequer os precedentes da minha vida,...

e enquanto isso,
há lá fora uma música que te
entende melhor que alguma vez o consegui

sábado, novembro 09, 2019

desmancha-prazeres

sem sequer saber o que dizer,
um dos desmancha-prazeres de toda
esta questão,
não falava,
respirava aos solavancos,
descrevia escrevendo o que se tinha
arrependido havia não sei quanto tempo,...

afinal era só uma tarde pintada a opaco,
em que não se sabia como desatar
um nó invisível,
e na rua os cães olhavam nus para o chão,...

a que mais se aspirava quando
o mundo perde assim a esquadria



sexta-feira, novembro 08, 2019

No mundo lá de fora

No mundo lá de fora,
Não há muito a dizer sobre o mundo lá de fora,
A não ser que de duas em duas portas se fala mal do destino,
E as rosas cheiram sempre menos a lousa do que os vestígios da minha escola,...

Talvez quando amanhã lá chegar,
Lá for a cima e disser às pessoas que odeio,
Como é incompreensível este sentimento sem rosto,
Passe a haver mais a dizer sobre o mundo lá de fora,...

Até lá troco só os dedos a escrevinhar mais um poema



quinta-feira, novembro 07, 2019

Anúncio

Esvaziam a caixa de correio
Do que me deixaste ao amanhecer,
Fazendo a luz aparecer pela porta do escuro,
As pessoas reúnem-se,
Anúncio de partida deixado debaixo,
Da porta onde te viram desintegrar



quarta-feira, novembro 06, 2019

Espelho de água

os outros fazem
para que me esqueça
do,
traço que removeste
do meu corpo,
 recuso a sobriedade
de me confrontar com a
lividez dos factos,
consumados em si mesmos,....

prefiro desenhar
o que sobrou da
privacidade dos nossos abusos,
das vezes em que me faltaste
 para sobrar a outros,
de me encarar
num espelho de água,
que acreditávamos ao amanhecer,
ser falso


terça-feira, novembro 05, 2019

Sair sem retorno

Havia dívidas de gratidão,
De somenos importância a saudade,
Espelhos gastos com velhices por partilhar,...

Na minha raiz da frase mais pequena que inventei,
Perdura a agonia de não saber usá-la,
Fazer de ti o que o tempo se escusa a dizer-me,
E o laço que uma comunhão não consegue matar,...

Havendo a porção de livros espalhados e por terminar,
Saímos para a rua pobres de cores e de percepção


segunda-feira, novembro 04, 2019

Mar....



Maio,...até morrer

como cantava Maio,
dizia de Zeca o que o povo
se esqueceu,
trazia o milho moído nas gargantas
secas da mães,
e fazia de um lagar de vinho,
o prazer acintoso das crianças
desviadas do amor,....

Maio cantava ao desbarato,
partia aos bocadinhos a sorte
invisível,
distribuía livros de páginas brancas,
recitava versos,
sem sentido e sem cor,...

como Maio cantou até morrer,
tudo acabou no arco íris
do estio,
com chuva


sábado, novembro 02, 2019

Supernova

Do outro lado de um sentimento,
Onde não há vento das dúvidas,
Nem aquele calor que se nos escapou quando já esquecemos,
Parece calmo explicar-te que me doi em tanto sitio que já me conformei,
Valendo-me a decisão de desaprender de radicalizar,
E quanto espero pela supernova de ti



sexta-feira, novembro 01, 2019

Dia de finados




o mar,
de noite,
quase circunda o
desfeito em que a
razão se move,....

traça caminhos,
desfaz a porção menor
da secura das luzes,
e como me movo nesta
indisfarçável vontade de
nada descrever,
de tudo guardar por entre os
dedos soltos,
sem anéis,
escolho disfarçar a
nudez do tempo,
contigo,....

se me servires de pele,
prometo que amanhã a
horas do sono,
dormirás com o
meu contorno na nossa cama

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