Emprestaram lhe o namoro,
A infância,
O trocar das pernas com quem se ama,
Em projeções conjuntas de corpos,....
E fizeram dele o silêncio,
Aquele momento da madrugada que é escurecido,...
Mas cheira a magnólias espalhadas pelo chao,
E à total ausência de desculpas,
Pelo desrespeito indefinido de qualquer coisa,....
Espreitou à rua,
Sozinho e pensativo,
Um gato fixou o nos olhos,
Como se falasse a sua língua
Tirado daqui







