Agradeço que me pintem,
Um corpo devastado,
Extremidades cor de sangue,
Uma conversa de morte,
Acicatada pela nudez dos finais de manhã,....
A inocência serve me a água,
A lassidão de uma noite cálida,
Convidativa,
Escrita a presente,
E de um passado jocoso,
De tantas idades,
E ao mesmo tempo ainda por nascer,....
E agora espero,....
(Próxima madrugada)
Já não sou inquirição,
Pergunta por fazer,
Mão levantada à espera de minutos por colorir,....
Sou agora o que tem de se impor,
E ler o que tendo de ler,
Se vai vestir de nova vida
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| De. Johan Jakob Walther |











