As plantas têm anemonas,
Um pontinho de mar apenas,
E um cheiro inofensivo e também literário,....
Trouxe te para escreveres algo assim,
Uma paisagem de um mar saturado de sujidade incompreensível,
Com árvores alargadas,
À beira mar,
Que se curvem à indiferença,
E perpetuem o silêncio sobre o amor, ...
De qualquer destas formas esta é uma pressão admitida,
Querer fazer de ti a presença e a herança das ondas,
Que deixei de ouvir





