Haverá de ser amanhã quando o silêncio nos proteger,
E deixar para trás um esquadro de hesitações,
Feito reta na vontade de sair para o passado,...
Eu não sou de ninguém,
Nem da matemática dos desejos,
Nem que me arrastem para a vontade de permanecer folha branca,...
Pertenço ao etéreo,
Ao que não tem propriedade,...
E assim permanecerei quando a folha branca voltar,
E o pronome abrasivo perder a força que um beijo,
Lhe dá
Tirado daqui







