reparaste no sossego,
árvores a dar e dar,
um ribeiro encastrado
no frio de janeiro,
e nós escudados num longe
que sabia a perto,….
Não era tempo,
nem espaço o que sentíamos,
antes flores como componentes
elétricos,
e o solo,
o erotismo da terra,
a confortar o corpo único da nossa ambivalência,…
e veio a noite,
o borrado da noite,
o grito indeciso das primeiras horas do que ali vem,
e sempre morre antes de ser pessoa,…
e a verdade,
a verdade desenhada voltou








