A verdade,
O de cima disse me sem roupa,
A vizinha,
A mulher que se acordou com fogo de laranja feito,
Dizia margens,
A explicação de uma ruína encontrada junto a um rio,....
E foi o escritor,
O que despido chegou mais longe,
E ainda bem que luzia antes que fosse noite,
O que me desconstruiu a rotina,
Fez balanço dos passos,
E hesitação antes dos erros,
Para vestir a loucura,
De seda apodrecida,
Mas diferente
Genial poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarAlém do real, M
ResponderEliminarimaginação à solta ...
deixo um abraço
🙂
EliminarObrigado
Wow, that must have been an all nighter of madness. Such cool tale!
ResponderEliminarthanks so much
EliminarAre you sure it wasn't St. Paddy's day! Wishing you all the best with inspiration everyday💚🍀💚🍀💚🍀
ResponderEliminarmaybe it is:-)
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