dezembro 31, 2019

Inatingível 2019 doesn't go out with a bang

regresso das palavras,
Não me recordo de serem lado esférico de uma ideia,
De estares no fim de uma hesitação,
De um vale gelado que me acorda assustado,....

Constato porventura se a pergunta certa a fazer neste momento,
Tenha de se afastar das ditas palavras,
Do que quem escreve abomina,
E recolhe quando o tempo espezinha mais do que aconselha,...

Mas já de tudo desistimos,
Não serve preferir o medo à resistência à dor




dezembro 30, 2019

Quase, quase adeus inatingível 2019

aprendi a dizer-me pelos atalhos em que me deixavas,
Sempre com medo de parar de saber escrever silêncio,
E sobrar só para dizer-te o egoísmo da noite,
Como oposto a um dia cobarde,
Sem cheiro,...

Comigo a tentar escrever o mal,
Escondido no arredondar das letras,
No que fica para dizer do que silenciamos,
Às vezes,
Para que nunca mais me tenhas de ver como pormenor,
E sim como práxis de uma ideologia que arrasta o pessoal,
E sublinha o coletivo em sangue,...

Em suma adeus,
Nunca mais ter de voar ajuda-me a só te ter nos intervalos dos meus sufocos


dezembro 29, 2019

Um tudo trabalhado

tudo, rasuras num poema, indecisões de amor, a frase certa num rascunho de morte,
nada maior que a lonjura de uma pedra trabalhada, tudo mais perto que nós dois sem nos conhecermos,
fazia frio ao decidir que não dormir ia mais com este gargula, e renunciaria à volúpia de escrever sozinho,
tudo por arriscar escrever nós sem efe, de fim



dezembro 28, 2019

Age sucks


No cenário de 'The Godfather' (1971)

2019, 'The irishman', foto de Marco Grob,
para a Variety

nos últimos dias


nos últimos dias,
talvez,
as pessoas sem eira nem
beira,
comigo não achavas
bem à situação de distropia,
em que todos os passos
ficavam gravados,
e desenhados,...

talvez,
dizendo que nos últimos
dias,
a sorte sabia a azul,
e nada fazia
sentido,
(talvez a maior parte
das coisas nascessem tortas),....

nos últimos dias,
soando ao deve
e haver,
somados sem quociente,...

talvez,
nem haja últimos dias

dezembro 27, 2019

Pressão

É uma coisa minha,
Nao liguem,
Estar aqui a ser devassado enquanto a minha voz se desfaz,
Pouco a pouco,
E sinto um arfar pouco saudável no peito,
E as costelas a subir e descer,
Como que o ar a pedir licença para me entrar no peito,...

Se quiserem nem me façam perguntas,
Deixem-me só estar inadvertido,
Como se a pressão do ar me quisesse matar,
Ao mesmo tempo que me alivia a
Pressão

dezembro 26, 2019

dezembro 24, 2019

quando eu era curioso

quando eu às vezes era curioso,
não esperava que me perguntassem
se era curioso,
dizia só ter expetativas medianas,
e que gostava de arranhar a terra
à espera de cordiais saudações
da vida,....

deixei de ser curioso desde o momento,
em que a curiosidade me surgiu
sem roupa,
cheia de frio,
e a perguntar para que lado era a felicidade,...

escrevi-lhe a direção do hospital
mais próximo,
e hoje acho que sou cauteloso


dezembro 23, 2019

às vezes, nem sempre

os sentimentos não se compram
avulso,
a formulação certa para este pensamento
julgo ser esta,
não me ocorre descrever melhor
um beco sem saída,
com pessoas a medirem-me
as hesitações na rua,
e frases sem ritmo cardíaco
suficiente para que eu as profira,
nem sequer livros prontos a morrerem
na minha falta de bom senso,...

achar portanto que sentir é o mesmo
que duvidar,
não nos deixa em dúvida perante a
a militância de uma incerteza política,
nem resgata o que já se sentiu
por uma pessoa que já cá não está,....

às vezes não há palavras que completem
a forma como isto,
pode fazer sentido


dezembro 22, 2019

Artes

eu tinha-te mostrado filmes
marcantes,
quando o genérico fechasse,
já estaríamos a conversar sobre
o destino dos hesitantes,
enquanto degustávamos qualquer
coisa que nem vem ao caso,...

também me lembro da música que
fingimos ouvir,
talvez um Brel,
não me lembro da voz,
só da mensagem,
uma série de putas a arrastar-se no
porto de Amsterdão,
e mais uma vez isso fez-nos falar,...

agora,
não há mais nada para falar,
só para escrever,
não me refiro a mais nada de importante,
do que alguns versos
que nem sei se vais ler,....

amanhã,
talvez,
pare tudo e seja
obrigado a recomeçar,
uma visão onírica do mundo


dezembro 21, 2019

Já há neve

Já há neve,
Não me critiquem tanto por o tempo ter parado,
E já não passar a mesma água dos indecisos,
Que sempre houve debaixo deste sol,...

Talvez a precisa medida do frio,
Com que meço os Restos da minha frase de todos os tempos,
Sirva para que as pessoas se acomodem a achar sentido,
No que soa a madrigal indefinido e sem donzela perdida,...

Repito que talvez amanhã,
O calor desminta esta depressão de todas as almas



dezembro 20, 2019

Ter tempo para

Canta-se sobre aquilo que se passou ao nosso lado,
A criação foi madrasta,
Insuportavelmente cruel,
Para as razões deste desnorte,
Sobram os insatisfeitos,
Os predicados insuficientes de
Um social sem futuro,...

E ao nascer do sol,
Já nada mais do ser resta,
Que a fortuita razão do que nunca foi



dezembro 19, 2019

Farias 75 anos hoje

😢

Aliás, a loucura

Se nos desejávamos mais que
Uma loucura saudável,
Tudo seria de começar a ser escrito com outro cheiro,
Com sons menos violentos,
Com um final recortado pelos traços invisíveis,...

Sim,
Disse-to assim de ânimo leve,
Com o último resgate que guardava em casa,
A amparar-me as lágrimas,
E uma forte vontade de nunca mais recitar estes versos sem dono,...

Daquele dia em diante abominaria a poesia,
Solicitada estava a chave do silêncio,
Para que não mais se perdessem livros sem autor





dezembro 18, 2019

More joking days

como se aquilo que conta para
um nevoeiro,
fosse a nossa raiva incontida
no desprezo,
e os murmúrios que ninguém
pensa entender,
e as nossas mães caladas porque
já cá nem estão,...

como se aquilo que conta para
a loucura,
fosse o estar no meio
de um erro








Tirado daqui

dezembro 17, 2019

Mais que qualquer um

Mais que qualquer um,
Não me percebia como assim ninguém de quem,
Se pudesse esquecer,
Adormecer no ser que nem peso tem,
Não é possível deixar assim o que se viveu,
Por muito que queira escrever-me fora de tudo isto,
Ainda é a minha roupa a que mais pesa quando sinto o vento,
A perguntar-me que horas são dentro da minha maneira de ser,...

Eu não fui por ali,
Por medo de me ver à saída de um médico que assina por baixo,
A morte das pessoas,
E pelo caminho deixar cair todas as moedas já sem valor,
Que fui guardando nesta encenação de vendilhao do templo,
Que tem sido a minha vida descascada,
Como a banana das noites tão femininas de que ainda me lembro



dezembro 16, 2019

frase irregular

calo-me meu amor,
estou uno com o tempo que
me deste,
em pequenas caixas de porcelana,
espalhadas pelo nosso recanto de todos
os segundos,
antes de saíres com as mãos
apertadas de tristeza,...

não percebo o longe,
se o perto me quiser
explicar onde estás,
posso descrever a nuvem que
imagino envolver-te,
com todas as línguas do mundo
a apertarem os corações,....

e no fim de tudo,
mesmo no fim das
indecisões com que durmo,
não saberei mais de mim
como a frase irregular
que te completava


Obrigados juntos a ver

o que te obriguei a ver,
o que juntos vimos,
doíam os olhos,
sangrava a vista,
porque de ver nada tirámos,
só sentimos,...

sei que o que vimos,
anotámos na areia,
e depois a chuva veio,
e tudo se desfez,
desaguando no nada,...

doem ainda os olhos,
de termos visto o que vimos,
recordas-te do que vimos?,
eu acho que já não,...

não importa,
ainda cá estamos,
para que se calhar,
já nada mais haja para ver

poesiadesconectada:
“love
by Foba
”


Tirado daqui



dezembro 15, 2019

Ato solitário de escrever

escrevo pouco,
sei que não se devem importar
com isso,
a minha caligrafia até é tremida,
nunca construí um bom
personagem que fosse,
nem muito menos um enredo
que importasse ler,...

escrevo só pelas minhas mãos,
para que as tremuras acabem,
e valha a pena enrolar letras
tanto,
mas tanto,
que depois valha a pena desenrolá-las
só o suficiente para que me,
considerem,
desdigam,
leiam,
arrotem o que quero fazer
e dizer,
pouco me importa,...

desde que leiam o que escrevo,
só o suficiente para
que não consiga mais,
parar


dezembro 14, 2019

The same jiberish of always

perguntavas-me,
enquanto eu ainda era
um apóstrofo da tua retórica,
se escrever ainda pintava os nossos
sonos,
se era a noite a caixa de aguarelas,
que nos resplandecia sorrisos,
quando de mão dada enfrentávamos
o monstro,
sem voz,
de cada manhã,...

nunca respondi,
percebias pelo silêncio comprometido,
coisa de Pessoa sem óculos,
que não sabia,....

ao menos,
como nota de rodapé de mim
mesmo,
ainda olho os tampos das mesas
dos cafés à chuva,
em busca da resposta


dezembro 13, 2019

Novo auto-retrato

vejo no meu retrato,
a impressão digital que
julgava perdida,
a lousa dos dias perdeu-se
neste rosto,
e em seu lugar ficou um vai e vem
do mar,
a única coisa que me retrata
como pessoa falível,
que adorna à menor tempestade,....

ainda desenho o que penso ser
a correção que o tempo traz,
aos honestos,
sem resultado aparente,
adormeço perante a raiz insustentável
da falta de respostas

dezembro 12, 2019

Praça sem nome



Hoje foi o último dia em que
do ar,
recitámos a idosa porção de
estar vivo,
voltamos qualquer dia ao parque
de todos os dias,
com os falhados de sempre a passar por
nós,
e a recebermos na cara aquela poeira
que nem sabor tem,...

amanhã não sei se estaremos aqui,
aliás,
prevejo escrever um texto sem tema,
e deixar-to à ilharga da tua porta,
para que leias quando saíres pronta
para a chuva,
e te recordes de mim,
dos dias em que comemos
da mesma partilha,
só para nos avançarmos em
direção ao silêncio,
e à troca indelével de não
ter o que dizer,
em redor da mesma praça
sem nome,
onde ainda te espero 

dezembro 11, 2019

Em que nos recomecemos

Dos versos em que te escolhi,
Se te acertei a sorte saberá,
Não sem livros lidos e chorados,
Passeios a menos,
Choros a mais,...

Recuso-me em todos os poemas
que juntos despimos,
Até só restar a verbalidade dos desentendimentos,
Não fazer sentido,
Sim,
Talvez,
E querermo-nos à noite,
Sabendo que amanhã não haverá dia,
Em que nos recomecemos


dezembro 10, 2019

Pessoas normais


Que restem no mundo poucas pessoas normais,
E as encomendas postais fossem combinadas entre as pessoas sãs,
A variação de tudo isto chegaria num dia sem fim,
Num daqueles dias em que comunicar pelas imprecisões,
De pouco chegasse,...

Sentava-me tranquilo num banco de jardim,
Fazendo o deve e o haver com pequenos rabiscos nas costas da mão,
E era um tempo bem passado o que nada nos dissesse,
Se afinal ainda existem pessoas normais no mundo




dezembro 09, 2019

Leitura

já não preciso do
que me leste,
a mansidão de
silêncios estudados,
de escrever sem braços,
e com pernas trémulas,
 fará porventura de mim
o máximo expoente da indecisão,
alcançar a frase com a maresia
a violar-nos os sentidos,
e o ar poluído de todos os dias
a matar as nossas casas,
amedronta-te?,....

talvez fiques bem
como foste antes de,
todos os números
da ausência,
serem os teus indultos
de um prazer negado

dezembro 08, 2019

e a questão de sempre

às vezes não sei do tempo,
nem sei do que fizeste com o tempo,
sei que desenhas bem as nossas expetativas,
e o contrário de felicidade
que desejamos,
fica encoberto na bruma
de todas as manhãs indecisas,....

talvez o tempo te traga hoje
no ventre,
talvez ninguém saiba
deste tempo como a matriz
de ti,
talvez só,
e a questão de sempre


dezembro 07, 2019

O tempo à beira dos desenhos

Estava sempre a olhar para trás,
A acreditar que o tempo à beira dos desenhos,
Das coisas deixadas à beira rio,
Pelo vento,
Quando parecia explicar melhor os equívocos,
Fosse a coisa certa para fazer,
Para ponderar,...

Ao menos não havia registo de músicas com ritmo único,
Era sempre uma explosão étnica daquilo que deve ser a humanidade,...

Como se o tempo à beira dos desenhos,
Não se medisse pelas vezes que estamos sozinhos,
Sem remédio

dezembro 06, 2019

Hesitações

....não me consigo desculpar,
se os nós das minhas ausências não se desatam,
se caminhar arde nas pontas dos pés que
já nem sinto,
com tudo isto,
anotar as experiências falhadas,
os relatos consistentes das conversas
desprezíveis que fui tendo,...

..., tudo é sem sentido,
as falhas experienciam,
os conseguimentos não
chegam,
a noite cai sobre o
que não se alcança


dezembro 05, 2019

abstração sem sublinhado

procuramos casa,
da mesma maneira
que nos adoçam toda a tralha que nos resta,
de quando esmigalhávamos
aviões contra as casas,
dentro desta divisão ideológica
própria de um fim de tempo,...

e início de uma abstração
sem sublinhado

dezembro 04, 2019

Início e fim da noite

quando a noite começou, há muito muito tempo, 
conseguíamos percorrer
a distância entre um beijo
e um adeus,
antes que o relógio desse a volta
que tinha de dar,
havia a razão inaudita das escrituras falsas,
porque as pessoas têm
de ser falsas,
antes que a benesse da 
santidade venha,
com a morte,....

e havia muitas crianças,
para que espiássemos as frases incompletas
que faziam parte do quotidiano,...

e prestes a terminar,
a noite quer agora
tirar-nos isso,
acomodemo-nos à 
lage da fratura nas 
nossas crenças



dezembro 03, 2019

Interrogação

se eu soubesse explicar a cor do fogo,
não andaria aqui mão na mão com o velho que o tempo tem,
E daria passos maiores do que a perna,
Só para chegar a lados onde nunca tinha estado,
E ver as ervas a crescerem-me por entre os dedos,
Como se nada mais interessasse do que o sublinhado nos gritos

dezembro 02, 2019

desloquei-me do teu toque

os meus dedos,
a sombra indecisa
 dos meus dedos,
sem que percebesse
nunca o toque,
e a saber que o sol
descose o contacto
que os olhos fazem,...

desloquei-me do teu
 toque,
sabendo dos
meus dedos,
o mesmo que soube de ti,
quando me fugiste
para aquela sombra
almejada,
e de ti fiquei perto
 ainda menos
que um adeus





Tirado daqui

dezembro 01, 2019

Ensaio sobre masculinidade

dizer que não tenho
fronteiras,
salienta o prurido
de me dar anonimamente,
fruto das inconsistências
 de uma personalidade
desgastada,
de dizer sempre as
mesmas coisas ao vento,...

por exemplo,
escrever sem sentido,
como esta indecisão com
que te brindo ao entardecer,
faz de mim uma
impossível maçã de adão,
com a masculinidade possível

Etiquetas

Poesia (1148) Vida (938) Surreal (439) poemas (416) poema (404) escrita (301) Pensamentos (212) pensar (197) Homem (194) Introspecção (192) Escrever (166) abstrato (139) Textos (116) poesias (93) introspeção (89) Portugal (86) Sem Título (84) Reflexão (83) prosa (83) autores (80) imagem (80) Sonhos (78) Um dia gostava de saber escrever assim (75) youtube (69) musica (66) Contos (61) Tempo (60) Absurdo (57) Passado (57) Literatura (56) Amor (55) video (52) Sórdido (51) Política (45) tristeza (42) imagens (36) Ironia (34) foto (34) pensamento (34) texto (32) História (31) gif (31) introspecao (30) Fantasia (29) Desilusão (28) Recordações (28) Humor (25) cinema (25) rotina (24) Dedicatória (22) Música (22) Memória (21) Ficção (20) Morte (20) Divagações (19) desespero (19) ser (19) Comiseração (18) dúvida (18) existência (17) fotos (17) Desejos (16) Inatingivel (16) recordar (16) Regresso (15) lisboa (15) Tumblr (14) solidão (14) irreal (13) quotidiano (13) Pelo Menos (12) Texto # (12) Vídeos (12) ideias (12) razão (12) real (12) sujeito (12) videos (12) Menina perfeita (11) Rimas (11) escritores (11) giphy (11) nonsense (11) pessoal (11) presente (11) sentimentos (10) 'Depois de almoço' (9) escritaautomática (9) Mundo (8) Natal (8) Religião (8) ausência (8) autor (8) blogue (8) fotografia (8) sonhar (8) sonho (8) surrealista (8) Suspense (7) abstração (7) coisas estúpidas (7) curtas (7) ilusão (7) reflexao (7) relacionamentos (7) saudade (7) sombrio (7) subjetivo (7) viver (7) vídeo (7) Discurso de (6) Diálogo (6) Homenagem (6) Viagens (6) aniversario (6) datas (6) desnorte (6) filmes (6) futuro (6) gatos (6) noite (6) qualquer coisa (6) sentir (6) Dia Mundial da Poesia (5) aniversário (5) belo (5) cidade (5) ciidade (5) comédia (5) concursos (5) depressão (5) descrição (5) do nada (5) dor (5) espaço (5) imaginário (5) lembrança (5) linguagem (5) livros (5) luxos importados (5) língua (5) paginas partilhadas (5) pessoas (5) poetas (5) politica (5) prosa poética (5) strand of oaks (5) trabalho (5) Actualidade (4) Ali antes do almoço e a umas horas do sono (4) adeus (4) amargo (4) animais (4) arte (4) crossover (4) espera (4) família (4) ideia (4) interrogação (4) intervenção (4) meditação (4) poetar (4) racional (4) refletir (4) social (4) subjectividade (4) terra (4) Gótico (3) Poemas de enternecer (3) Vício (3) auto-conhecimento (3) beleza (3) breve (3) colaborações (3) conformismo (3) conhecer (3) conto (3) conversas (3) curto (3) curtos (3) céu (3) desejo (3) destino (3) dia (3) eu (3) evento (3) familia (3) festas (3) fim (3) lamentos (3) medo (3) mensagem (3) mulher (3) obscuro (3) outono (3) país (3) pessimismo (3) popular (3) porque sim (3) páginas partilhadas (3) realidade (3) sem sentido (3) sentimento (3) silêncio (3) tarde (3) é meu (3) 'abrir os olhos até ao branco' (2) 'na terra de' (2) América Latina (2) Denúncia (2) Fernando pessoa (2) Poemas música (2) Poesia abstrato (2) alegria (2) angustia (2) ao calhas (2) armagedão (2) atualidade (2) campo (2) certeza (2) condição humana (2) considerar (2) decepção (2) desconexo (2) discurso (2) erotismo (2) fado (2) falhanço (2) festa (2) filosofar (2) frase (2) hate myself (2) hesitações (2) indecisão (2) instrospeção (2) insulto (2) interior (2) jogo de palavras (2) jogos de palavras (2) lamento (2) leituras (2) lembrar (2) ler (2) liberdade (2) link (2) loucura (2) luta (2) manhã (2) monólogo (2) nomes (2) parvoíces (2) passeio (2) perda (2) personalidade (2) pictures (2) psicose (2) revolta (2) ridículo (2) riso (2) sem tema (2) sensibilidade (2) sentidos (2) sexo (2) simples (2) statement (2) subjetividade (2) tradicional (2) viagem (2) violência (2) Africa (1) Anuncio (1) Gig (1) Haikai (1) Justiça (1) Livro (1) Parabéns (1) Poesia escrita lisboa verão (1) Poeta (1) Teatro (1) Universo (1) acomodações do dia (1) acrescenta um ponto ao conto (1) agir (1) alienação (1) animado (1) anseio (1) ansiedade (1) antiguidade (1) análise (1) artistas (1) assunto (1) ausencia (1) blackadder (1) brincadeira (1) canto (1) cartas (1) celebração (1) citações (1) coletâneas (1) comida (1) conjetura (1) contribuições (1) corpo (1) cruel (1) crónica (1) cálculos (1) desafio (1) desanimo (1) descoberta (1) desenho (1) despedida (1) dialogo (1) discriminação (1) dissertar (1) distância (1) divulgação (1) doença (1) e tal (1) efeméride (1) eletricidade (1) embed (1) escreva (1) escrita criativa (1) estetica (1) estranho (1) estupidez (1) estória (1) estórias (1) exercício (1) existir (1) explicar (1) falar (1) fatalismo (1) feelings (1) felicidade (1) filme (1) filosofia (1) fim de semana (1) final (1) fofinho (1) frases (1) futebol (1) guerra (1) haiku (1) horuscultuliterarte (1) humano (1) idade (1) ilusao (1) imaginar (1) imprensa (1) inatingível (1) indecente (1) infancia (1) infantil (1) inglês (1) iniciativas (1) internet (1) inutil (1) inverno (1) irracional (1) jardim (1) já se comia qualquer coisa (1) l (1) lamechas (1) leitura (1) lengalenga (1) letras (1) lingua (1) links (1) livre (1) luz (1) mario viegas (1) melancolia (1) memórias (1) metáforas (1) moods (1) movies (1) (1) nada (1) natureza (1) novidade (1) não sei se um dia gostava de saber escrever assim (1) números (1) once upon a time (1) outono quente (1) pais (1) participações (1) pensáveis (1) pequeno (1) percepção (1) pintura (1) pobreza (1) português (1) praia (1) precisar (1) promoção (1) provocação (1) proximidade (1) prémios (1) qualquer coisa antes de almoço (1) quandistão (1) quarto esférico do fim (1) questionar (1) raiva (1) rap (1) realismo (1) recear (1) recordação (1) redes sociais (1) remorsos (1) renascer (1) residir (1) resposta (1) ridiculo (1) risco (1) ruído (1) saudades (1) sem titulo (1) sociedade (1) som (1) sátira (1) televisão (1) texto poético (1) tv (1) tweet (1) twitter (1) vazio (1) velhice (1) versos (1) vida escrita (1) vidasubjectividade (1) visão (1) vivência (1) voraz (1) voz (1) vuday (1) vulgar (1) África (1) ódio (1)