domingo, setembro 29, 2019

um pouco de trás do meu adeus

consegues ver um pouco
de trás do meu adeus?,
eu não,
só me viro para o Sol,
de braços abertos em rosa,
e desaperto os nós do ar
de quando em vez,
chamo-me imperdoável,
risível,
pedaço sem explicação
da terra morta,....

e lá por cima,
onde a vida permanece intocável
e impoluta,
livre de diabolizações,
sou feliz sozinho,
sabendo que anulas o meu
perfil inalienável de poeta


sábado, setembro 28, 2019

Politics

os revolucionários comem o
suficiente para nunca se enfartar,
a medida certa de exploração,
as frases decompostas
em lassidão de nada saber

sexta-feira, setembro 27, 2019

e sobre a frase que não se
acaba,
virás do mar,
atenuada na dor,
capaz de com irrefletidas
sintaxes,
fazer entender que não
há no tempo tampas
de sentido,
cozinhados que não cheirem
a amor,
a perceções indiferentes,
ao fim de tudo isto
que criámos


quinta-feira, setembro 26, 2019

Esperar pela manhã

No que achas que o destino mudou,
Que a dor é diferente,
Todas as percepções de ajuda terminam em relatos,
Em precisoes indefinidas de luz,...

Não há momentos perdidos de tempo ao pensar na sombra,
Nem a altura certa das várias infâncias que perdemos,
Só mesmo anotar no rodapé da madrugada,
Que daqui a pouco haverá menos momentos para reganhar tudo,
E perder só o lavar doloroso do rosto


quarta-feira, setembro 25, 2019

Louça partida no silêncio

não me faças louça
de predicados,
recados de beijos
a meio,
e frases prontas
para desvendar,
como se a meio de
uma nova revolução,
a lavra de um pousio
de fome,
fosse a menina de
todos os olhos,...

a cegueira predisposta
ao conformismo,
às admissões de culpa,
termina aqui,
seguem-se transmissões
de tristeza


terça-feira, setembro 24, 2019

Passagem de responsabilidade

Não estava quando foi para escrever o poema,
Algures naquela casa branca,
Onde me disseste que um pequeno dispositivo congelava as depressões,
Fazia de mim fazendo de ti a fazer de mim,...

Custou tanto às dúzias mudar de pele,
Entrar como se fosse um equívoco nas precisas indicações da vulgaridade,
E sair mudado e sem tempo,
Como se me comprimisse ao máximo em mil momentos sem corpo,...

Quando voltei,
Tinhas escrito um poema sobre nós


segunda-feira, setembro 23, 2019

Aliás estou aqui

Desculpa aquilo do tempo,
Se ontem fosse o que me disseste
da luz invisível,
Aquelas histórias por acabar que se nos agarram à pele,
Como se cada esquina contribuísse para a nossa tristeza,
Não haveria tristeza,
Nem diferenças entre tempo passado e tempo gasto,..

Se calhar,
Tudo o que não entendemos está naquelas coisas que não se entendem,
Presas entre as estrelas,
E tudo o que nos poder acontecer acontece mesmo,...

Só queria sair pela forma em que desconheça que perdi tanto tempo,
Dececionei tanta gente,
Deitei tanto a perder,...

Desculpa-me tudo,
Porque se calhar nunca soube o que era o tempo

domingo, setembro 22, 2019

Burning tree

De volta a nós

de volta a nós como nunca
se tivesse repetido o tempo,
como as fábulas em que o chão
é de flores,
e as pessoas morrem porque a vida
incomoda,...

fizessem com que o amor
possa prosseguir numa dimensão
sem choros,
sem desilusões,
só com água a humedecer um bem
querer,
atrás do outro,...

não sei como descrever facilidades,
surreais imprecisões como estas,
sei dizer-tas,
não descrever porque não
alcanço o limite da racionalidade,
só me sei de volta a nós,
como se o tempo me pressionasse
a ser vulgar,
e a só sentir uma saudade
impossível de se desenhar


sábado, setembro 21, 2019

e para lá está a partida

eu gostaria de
um som interrompido,
afirmar o político,
as fábulas ocas
dos tolos do destino,
sem que ninguém
me ouvindo,
permitisse ao mundo
explicar,
 que os bolsos
 das fábulas são vazios,
 e as razões fáceis
de um compromisso
 são quebradas,
enlaçadas,
num tear partido
que não pára
aos pés de uma
velha sem destino,...

eu gostaria de
qualquer som
sem pausa,
ser mudo,
oco de ideias,....

 e para lá está a partida


sexta-feira, setembro 20, 2019

Alfabetização

por ordem alfabética arrumo os
cheiros,
as coisas resolvidas e por
resolver,
para que faça sentido o discorrer
de memórias,
os passeios arredondados
escritos com sol e enublados
nos extremos,
risos sem erres e fáceis
de se perceber no silêncio,...

enumeram-se letras da mesma forma
que estas dúvidas,
para que se opte por não
escrever,
e sentir



quinta-feira, setembro 19, 2019

Solitude standing

vê-se tão bem a
minha solidão,
a filha da puta
da minha solidão,
tem olhos,
pernas,
desespero que
chegue para um quadro,...

anda trôpega,
a filha da puta
da minha solidão,
já fez um retrato
de dois sóis,
um sou eu
deprimido,
o outro é a lua
travestida

quarta-feira, setembro 18, 2019

Gnose

não importa quem és,
à tarde sairás das cores inusitadas
da modorra de sempre,
e quando do sol se levantarem
os olhos,
farás de um quarto a
frase inexcedível,
as datas incontidas
em que perdeste os números,
as contas de uma lasca
de felicidade,....

das árvores,
de todas as árvores onde fizeste
poemas,
o ar sairá menos importunado,
com novos modelos de avanço
social,
e a ti restará o conformismo,
com a palavra no silêncio a crescer,...

e depois de tudo,
os teus olhos terminarão a tudo deixar


terça-feira, setembro 17, 2019

Não presto

o carro chega,
saem todos os olhos que
a sorte quer,
e na rua o azar,
os prismas indefinidos de quem não
se quer bem,....

há muito que não valho mais
que qualquer coisa,
não presto,
e o carro arranca,
deixo-me sozinho à
espera que um livro se escreva,
nas mãos chagas amorfas,
dificuldades em respirar
fundo as letras,....

não valho as ruas cheias
de lágrimas como se pretende
no escuro


segunda-feira, setembro 16, 2019

Tratado quântico de desamor

havendo todas as frases
 por construir,
e um limite de
instrução definido
para que saiamos
conformados com a
pretensa eloquência de um beijo,...

a existirem fronteiras
para o que se expõe
à volúpia,
ao olhar reprovador
dos fins de tarde de chuva,....

existindo sempre
um mar entre o
que nos falta,
e um espaço restrito
para que nunca
nos toquemos,....

faremos o nojo em
períodos escassos de choro,
sem que  haja
uma consequência,
a morte inocente
de desejos inúteis,
sem corpo,
sem felizes
desnortes numa praia deserta,....

 havendo algo que se
 ponha num livro sem letras,
ninguém mais será virgem
antes de conhecer
o que ladeia o amor


domingo, setembro 15, 2019

O homem entre homens

o homem falido,
desgarrado,
sem cor de pele,
amputado de choro,
de frases incontestáveis,
com sonhos camuflados
na razão perdida,...

o homem sem que não
sabia de que,
era feito o mar,
em que som se perdia
a voz que não estava lá,...

o homem frase,
e a frase que o adormecia,
sem que a noite estivesse lá,...

o homem de todos os
homens descolado

sábado, setembro 14, 2019

Pontos cardeais

posso ter encerrado os meus pontos
cardeais,
não saber como se cosem linhas ao
paralelo do silêncio,
mas mesmo assim o Norte,
a luz fosca de um sorriso que
se aninha no horizonte,...

e mesmo perdido,
faz de mim a lonjura certa
para os passos alongados,...

escrito e reescrito com
esta certeza,
para mim foi-se embora
a latitude indefinida
da fala


sexta-feira, setembro 13, 2019

deste quadro por pintar

lá fora disseram-me que havia um
tempo escondido por entre os
lamentos,
que noticiava sorrisos,
rios largos,
frondosos,
com árvores a beijar
o espelho da água,....

garantiam que a frase certa do desespero
é o amor,
aos poucos doseado,
com lados gastos,
jornais já lidos e que o vento apaga
de notícias,...

frisando a sorte,
amores são os instantes
deste quadro por pintar


quinta-feira, setembro 12, 2019

Tarde, noite, madrugada

Talvez naquela tarde as coisas fossem mais fáceis,
Deixassem de haver livros por rasgar,
As mesmas senhoras de sempre decifrassem o amor nos nós dos dedos,...

Não havia vento,
Qualquer coisa que me levasse a dizer-te o quanto a noite,
Ia custar a passar,...

Desabrochei pelos arrabaldes da madrugada,
Enquanto desaprendia a tua língua



quarta-feira, setembro 11, 2019

Look behind you


Daisy Ridley como Mary Debenham em Murder on the Orient Express (2017)

Dissenção

é como se escreve
solução,
com ênfase nas
reticências,
aproveitando o silêncio,
sempre que um beijo
é trocado pelo erro,
por impercetíveis mudanças
no curso normal das águas,....

não se escrevem problemas
sem a maior inocência possível,
quando ao lado de
um livro velho,
rasgado,
sem mortes por explicar,
nascem frutos do sonho
inodoro,
imutável,
com fins inocentes

terça-feira, setembro 10, 2019

Amenizado

porque não o anotei,
não me lembro já
do suor,
de desejar como o vento
um fim de dia,
uma desilusão que a rotina
ameniza,...

duas mentes pensam
melhor que uma inconsequência irrelevante


segunda-feira, setembro 09, 2019

Já não há

já não há peste,
nem cidades que morrem metamorfoseadas
em nuvens negras,
já não há sol com sabor de vento,
nem brisas fétidas de lá longe,....

não sobram restos de tecido
de velhos anódinos,
a fazer de toalhas em mesas
sem pão,...

sobrarão luzes reunidas em bola,
no leito sujo das crianças pobres,
a fazerem de esperança,
enquanto lá fora toda a merda se revolta
em surdina,
fazendo de mim,
de ti,
sem que hajam nós prontos
a contestar,....

já não há nada,
só vultos de fantasmas
sem nome a falar


domingo, setembro 08, 2019

Indicações breves

sabemos que ela não gostava de ser
acompanhada enquanto caminhava,
não nos disse porquê,
só que o vento a deixava solitária,
e por isso reconhecia-se
na indisposição momentânea de
abraçar caminhos que não conhecia,....

desconhecemos o que
preferia vestir,
e o que costumava
calçar,
só que respirava,
e que gostava de ler,
quando se lançava sozinha
na noite


sábado, setembro 07, 2019

Razão sem cores

O corpo falava em abstrato,
Empenhava-se numa dança sem cor,
Repleta de acenos de sexo,...

Uma mulher abandonada,
Que decidia em música o que no silêncio fazia mais sentido,...

O corpo parafraseava um filósofo,
A razão nela,
Não tinha cores


sexta-feira, setembro 06, 2019

Hop e a estrada

Estive em casa após não sei quanto tempo a deixar que o mundo me consumisse,
Falei com gente,
Escolhi os versos dos meus primeiros poemas,
E puta que pariu,
 Conheci-te,...

Lembro-me de ter perdido a perfidez em que me banhava,
De quando em vez,
E até a religião me chovia nos pés,...

Quando voltei a partir,
Estranhamente deixei de sentir os odores do clima,...
Amanho-me hoje como agricultor



quinta-feira, setembro 05, 2019

Como se não me arrependesse

A tua herança merecia outras palavras,
Delineacoes puras da luz como ela se desenha na luz do mar,...

Recordar passos que deste por mim,
Textos inocentes que
substituiste por sangue nas
maos,
Ideias esfaceladas pelos cães invisíveis que a Norte sentia
A uivar,...

Não foi escolha minha que partisses
Só,
Com a política de fim do mundo a silenciar um choro,
E a razão travestida de frase irrefletida,..

A tua herança vale agora um quarto vazio,
Como se nem exista casa para que ele subsista



quarta-feira, setembro 04, 2019

Desapegar

Virá o dia em que dos ombros em que me carregas,
Nascerão ruas sem frutos,
Digo-to a gritar,
De criatividade esvaziada pelo calor deste frio que me deserta,
Me desfalece,
Me faz caminhar inviolado pelo que resta das crianças que tínhamos nos nossos abraços,...

Lembro-me como se o positivo do sol fosse tudo isto,
Ser banal,
Ter pequenos barcos sem pescador a zarpar em olhos secos,..

Não te respondo em registos diferentes do que te habituei,
Só num poema como este,
Indiscreto,
como qualquer outra coisa de que te desvirtues



terça-feira, setembro 03, 2019

Queda abrupta no fim

Neste inverno nada se fará sem a voz amachucada que me deixaste,
Só por aqui,
Onde chove a todos os minutos sem campo onde corro,
Me resta algo do que de ti me veste,
Do que de ti ainda escrevo pelos prados escuros destes fins de tarde sem nome,...

Não me ocorre como falavas de nós a preto e branco,
Nem se de ti ficaram anúncios de amor nas ruas que fizemos nossas,
Prometi nada disto pensar,
Nada disto fazer constar no preâmbulo deste armagedao com que o vento me humedece os lábios,...

Se ao longe acabar mesmo o mundo,
As casas servirão para adaptar esta história a um regresso de ti,
No etéreo

segunda-feira, setembro 02, 2019

Exercício de escrita

Naquela tarde, quando já tinha acabado a descarga habitual do camião de bibelots que dia sim dia não tínhamos à porta de casa, degustavas um prato de amêijoas. Depois da sopa de lentilhas que trouxeste do trabalho, sentei-me a ver-te comer. Não havia interrupções para ouvir coisas desnecessárias, nem afagos de mão para atestar sentimentos que talvez nunca existiram. Apenas estar ali. Sem noção de tempo, nem precisas notas de rodapé que prenunciavam fins desejados por uma, ou duas partes.
O cão acordou entretanto, e entrou pachorrento pela sala. Deitou-se aos teus pés, sem mais força do que a suficiente para te contemplar com um amor intermitente. Olhei para ele, e os caracóis da franja sobre os olhos  tiravam-me a certeza se estaria a dormitar de novo.
-estranho o teu silêncio. O que me queres dizer?
Lá fora discutiam dois bêbados. Dava para perceber. Um dizia que queria o dinheiro até amanhã à mesma hora,... O outro chorava.
-não te quero dizer nada. Só me apetece estar a olhar para ti enquanto comes.
Terminaste as amêijoas. Pareceu - me ouvir dizer que estavam saborosas. Limpaste a boca com um guardanapo amarelo, e depois a refeição terminou com dois golos de água num copo.
Levantaste-te e resolveste fazer descer mais um pouco o estore. A sala ficou num breu acolhedor, com a luz a desenhar pequenos triângulos dourados na parede branca.
Sentaste-te ao meu lado no sofá, e na televisão o Humphrey bogart tagarelava algo a preto e branco.
Puxaste a tua pasta bem tratada com as coisas do trabalho, e tiraste um dossier com várias folhas. Ordenaste-as o suficiente para me tirares parte da tranquilidade que até aí sentira, e olhaste para mim.
-este é o meu testamento.
Quando me sentia acossado, sem fôlego, com a compreensão adensada por qualquer coisa inexplicável, os meus olhos desviavam-se. Fixei um canto da sala de onde, por vezes, já tinha reparado que saiam formigas em carreiro. Não consegui responder.
-para que não penses que tenho superpoderes, ponho as cartas na mesa.
Só me ocorreu perguntar-te:
-mas que história é essa?
Disseste que me querias provar o teu amor. As nossas coisas, que já tinham existido, não valiam nada. Pensavas no futuro. Porque tinhas pessoas que não gostavam de ti. E achavas que o tempo passa tão depressa, que pode ser traiçoeiro.
Não conseguia responder nada. Lembrei-me de quando nos conhecemos. Todo aquele acidente inusitado. Saias do comboio com duas malas. Eu tropecei e caí a tua frente. Pediste-me mil desculpas. As coisas desenrolaram-se quase como um texto sem narrador. O primeiro beijo, o primeiro, o segundo, o terceiro sexo. As promessas de que o tempo custará menos a passar se o fizéssemos juntos.
-deixo-te umas aplicações que tenho no banco. O meu carro também já está em teu nome. E não tenho muito mais.
O meu silêncio acelerou a tua pressa.
-falamos mais logo.
A um beijo, seguiu-se uma volta de canhão de fechadura.
Resolvi escrever para que tudo ficasse em perspetiva.


domingo, setembro 01, 2019

Duas pessoas indecisas a olhar para as estrelas

Duas pessoas indecisas a olhar para as estrelas,
Uma fala de gerações de líderes que caminharam debaixo da lua,
Afáveis,
Insubstituíveis no trilho das letras que foram escrevendo nos caminhos de mar,
Que a Terra desvirginou,...

A outra substitui o indecoroso das mãos,
Pelas resoluções possíveis que escorrem da enormidade do universo,
Diz que a água nunca será suficiente para a aridez de ideias,
E que na última esquina do big bang,
Haverá a solução para o dilema primordial,
Exemplificando com a quantidade de Insubstituíveis no cemitério,...

As mesmas duas pessoas acordam em desenhar a discórdia




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