Um desejo,
As dores nas pernas,
Pensar no que há de vir,
e na palidez dos nossos rostos de frugalidade,....
Tudo se esquece,
E concordava,
quando o dizias com os dois dedos de sempre a amparar-te o rosto,...
Mas há sempre qualquer coisa de palpável,
Se me disseres a luta,
O espaço que fica entre o que falámos e um dia perdido nos silêncios cúmplices,...
E para onde havemos de ir?,
Os corpos doem-nos mesmo,
E a filosofia não atenua a velhice esperada como desespero
Tirado daqui