sexta-feira, dezembro 31, 2021

Último dia de vida, Inatingivel 2021!!!

os livros que não queria ler estavam
dispostos na mesa,
sangrei com demasiados saramagos
para os considerar,
rimbaud era sexual para mim,
e dostoyevski,
trilhei um caminho para fora
da sanidade com ele,...

comi um pouco,
com o sol a aquecer-me o espírito,
enquanto entrava por uma fina fresta
de tecido de reposteiro,
e levantei-me,
os livros continuaram dispostos na mesa




quinta-feira, dezembro 30, 2021

Inatingivel 2021, you're about to die!!!

quando digo o meu nome,
a perceção de um acabar
traduz-se no mar,
o teu caminhar por
entre o definhar suave
das ondas,
e a minha voz emudece,
um entorpecer que sobe nos ares,
e confunde-se com a loucura
aflita das aves,
que vão e regressam das casas
imaginárias que deslizam pelos penhascos,...

será a inexistência de
uma alma,
o que me prende a
este entardecer sem data
e poiso definido



quarta-feira, dezembro 29, 2021

Sentir de náufrago

 


Eu sonhei com o mar,

Parte cativava-me as veias,
Outra fazia o cerco da morte nos meus olhos,...

Com sentir de náufrago,
Perdido ajudava as ruas num lamurio sem cores,
Que normalmente antecede as noites,...

E ao acordar,
Foi o dia eterno nas imperfeições da tua pele,
Que me disse as horas certas para a felicidade

terça-feira, dezembro 28, 2021

Estas mãos


 Talvez a razão pela qual eu sobrevivo sempre,

Sejam estas mãos,

Ao vento elas perdem a cor de mentira,

Com que foram criadas,

E há uma novidade ao sol,

Depois desta revelação,...


Perco a idade,

As dúvidas,

As memórias até de como fui nocivo para os outros,

E sobrevivo,...


Não preciso de mais vidas anónimas,

Como as que me foram dando 

segunda-feira, dezembro 27, 2021

Escrita de arte

 Um pequeno texto escrito à moda do

Desespero,

Haviam mulheres inofensivas,

A clamar por justiça com os filhos

Dependurados no cós das saias,

E os homens afastavam-se a passo

De novelo,

A quererem mais e mais,

Longe dali,…

 

Tantas crianças ansiavam,

Na dobra das páginas,

Como que a pedir por um desfecho honrado,

E acima de tudo anónimo,

Um pequeno texto insolvente,

E com laivos de honra inaudita



domingo, dezembro 26, 2021

Nova recitação do verbo saber

 se eu sei,
aparecem sinais invertidos
de amor no céu,
há um horizonte anulado,
uma brisa de velocidade
itinerante,
que penetra as árvores
e as desvirgina silenciosamente,...

talvez já soubesse,
mas agora,
consolidado este caminho
em que algures,
perderam-se as referências
do amor,
digo para mim
o óbvio,
o tempo odeia-me,
e eu retribuo a vontade
de morte


de: Pablo Neruda (2016)

 


sabe-se


mas sabe-se,

tão bem como a sujidade da água,

o que contribuo para haver letras menos

sinceras que o amor,

sabe-se que há uma conta de subtração,

e uma legislatura de enamoramento,

do silêncio amarfanhado,

e deixado como resto de um dia

acintoso,...


sabe-se que tudo isto já

deu frutos,

menos impressivos que a luz,

sabe-se, 

talvez menos que a dor

sábado, dezembro 25, 2021

sexta-feira, dezembro 24, 2021

Natal desabrido

 

A gargalhada nervosa faz-me suor,
Como se imaginasse que não havia muitas regras,
Quase só escrever sem pontuação,
Um pouco de sexo sem compromisso antes do anoitecer,
E haveria sempre outro dia depois de uns uivos de iggy,
Com a sexy dispensa da razão antes de abdicares de tudo,...

E agora,
Assino por baixo de qualquer coisa que queiras,
Já não tenho força para sequer ter um nome que seja meu

quinta-feira, dezembro 23, 2021

O inatingivel nascia há 14 anos, com o parto possivel..

Inatingivel 2021: Monta-me: As letras eram bem desenhadas. Perfeitas de mais. Um preto afirmador parecia realçar cada curva. Sete letras, e um tracinho pelo meio, escri...

Quadris em forma de criação

É proibida,

a anotação de irrelevâncias,

no teu corpo,

como que uma sombra,

perfeita feita pelo sol, 

com os mesmos seios irrelevantes,

os quadris em forma de criação,...


lá ao fundo,

cigarros fazem de vagalumes,

e mesmo que desse para refletir sobre

o problema da memória,

já não cabem falhanços neste quadro



quarta-feira, dezembro 22, 2021

Nota musical de abandono

 


Seria meu,

Nosso,

Esse brilho espalhado por pegadas semi cravadas no areal molhado,

Das que deixam música,

E até uma vida própria por serpenteares flamejantes,

Em todas as praias de final de Verão que já conhecemos,...


Por isso a lactancia,

O desejo despido de voltar ao início,

Para que tudo recomece em nota musical de abandono 

terça-feira, dezembro 21, 2021

A folha onde choro e escrevo

 


soube quando estava de 

pé, 

e tudo rebentava à minha volta, 

o próprio som rebentava, 

e dava lugar a um silêncio 

insinuante, 

sob tantas formas 

de fémeas que por aqui 

se arrastaram, 

até o tempo ser a lama, 

que nos atasca os artelhos, ... 


e a forma do que resta, 

o terreno incerto, 

onde temos medo de pôr 

os pés, 

vai cedendo,... 


acho que lá no 

núcleo do ser, 

está a folha onde 

choro e escrevo

segunda-feira, dezembro 20, 2021

Sexo de deitar fora



o que sei de ti,

está na forma como me 

puseste contra eles,

não chegámos juntos a esta

transversal,

e com a sabedoria ensaguentada

nas órbitas de quem nos olha,

para tudo acabar,

com as mãos para baixo,

e uma desistência de autor,

insuficiente para que a roupa permanecesse

nos nossos corpos,

e este sexo de deitar fora,

pudesse ter valido a pena,...


o que sei de ti,

é pois menos do que o que

me recuso a transcrever,

na tua pele

domingo, dezembro 19, 2021

Saudade reconvertida

 Olho para as mãos de sempre,

com os olhos de todos os dias,

e a pele desfaz-se, 

em gomos de laranja apodrecida,

tudo parece falsear o real,

e por mim passeia a invisível dissenção

da estranheza,...


com tudo a saber a refúgio,

e nada mas mesmo nada,

a poder salvar-se da mesma forma

que morreu,

no segundo anterior,...


quase como se falássemos de um documento

secreto,

assinado com nove letras,

que juntas escorregam pela encosta

abaixo,

e só lá longe se significam,

num grito de saudade




sábado, dezembro 18, 2021

Texto escorrido

 a história está escrita à velocidade que pensámos. Com os cueiros de um novo recomeço. Tem a perceção de um mundo novo. Com homens infelizes que se atiram ao mar sempre que ele renasce da seca, com que nos habituámos a viver. Há mesas fartas, imaginárias, repletas de pão das mais diversas formas. E sabores. E contextos. A bebida é a que o nosso espírito sempre anseia. De cores pútridas, com sabor a mel de todas as abelhas assassinas do mundo. Dei-lhe as páginas que merece. Sem ser excessiva, está contextualizada no estilo amorfo que sempre me caraterizou. A novena dos fins previstos. Dos reflexos condicionados daquelas mulheres que só se encontram mesmo entre as páginas amarelecidas de livros, ao fim de décadas de nos ter chegados às mãos. É assim. Quis este texto monolítico. Sem saída. Sem possibilidade de nos encontrarmos no meio de tanto pessimismo




sexta-feira, dezembro 17, 2021

A normalidade

 há pequenas coisas na normalidade,

semelhantes a um namoro de consciências,...


os silêncios pouco claros,

os gestos incompreendidos,

murmúrios que só os espíritos ouvem,

e acima de tudo,

a necessidade de luz,

aflorada sempre que duas

vontades se cruzam,

e ficam presas para a eternidade,..


por isso eu gosto do normal,

rebaixava o que me é mais caro,

só para aqui ficar



quinta-feira, dezembro 16, 2021

O Inatíngivel foi raspar o fundo do baú. E até valeu a pena

Inatingivel 2021: A herança como 'gancho': Tinha-me fartado de explicar as coisas como elas eram. As meninas de cabelos louros penteados, com as tranças assentes simetricamente nas g...

um homem de Deus

 de um registo muito antigo,

em que o tempo cabia num virar de página

inocente,

um homem de Deus ofereceu-se à solidão,

vestia cores de água,

com o olhar de inocência já morto,

a meio dos desastres do passar indolente

das questões,...


tudo ficou para o decoro dos movimentos 

naturais,

o vai-e-vem das notas soltas da temência

a uma razão superior,

não escondiam mais que uma linha solta

de ficção


 

quarta-feira, dezembro 15, 2021

Lacustre omnipresença de um beijo

 


Aguardo a verdade,

Entigelada,

Na esperança que o sacar de palavras das ocasiões,

Do que é inovador,

Ajude a reescrever a ausência,...


Assim possa parar de ocultar a realidade,

Com cores pastel,

Corridas inconsequentes de peito aberto ao frio,... 


E a lacustre omnipresença de um beijo,

Serve para assombrar o final desta conversa 

terça-feira, dezembro 14, 2021

Luz solta

a luz, 

donos do silêncio, 

a presença rejuvenescida, 

com a frase certa, 

e a pausa possível,... 


era amanhã se hoje não tivesse 

sido ontem, 

e tantas vezes disse que 

o sentido possível, 

escurecia este dia de surdina, 

mais cedo que o que se pensava, 

e se chorares, 

caso os teus olhos ofendam a presença 

da vida esgotada, 

a luz voltará, 

irreconhecível




segunda-feira, dezembro 13, 2021

Jazz nubente

 A música mudava a cada turno do dia,

Ao longe subia o braço velho daquele gira-discos sem preço,

O prato enferrujado amparava uma circunferência riscada,

E pelo ar subiam res

Tos de jazz nubente,

Flamenco inconsequente,

Tantas e

Tantas coisas sem sentido,...


Que as pessoas se desafiavam a elas próprias,

Antes até do arrazoado da religião



domingo, dezembro 12, 2021

Uma flor sem cheiro

 


Considerava-se um homem calmo,

Sete para cá,

Seis às costas,

Números tantos que nem lhe beliscavam a pose,...


A luz ténue era casa,

Um livro fútil sabia bem,

De vez em quando,

Tudo porque ser calmo,

Era um desígnio,

Uma flor sem cheiro 

sábado, dezembro 11, 2021

As mãos em altar

 Se permanecerem em mim,

As luzes,

O que fortuitamente não foi do nosso presente,

E morreu no nosso passado,

Serão números gentilmente despenhados do mais alto daquele, 

que era o nosso mundo de todos os dias,...


Tudo soará a esperança,

Os lamentos breves dos animais que evitam o círculo da vida,

Estas linhas,

As mesmas que sempre foram para ti,

Com as mãos em altar,

Será perene mais este momento 

sexta-feira, dezembro 10, 2021

Opereta

quando se pede para deixar

tudo para trás,

os dedos,

as inquirições,

os desejos mal medidos

de uma noite partida a meio,

escreve-se numa parede vazia,

ao embalo de uma música ainda por inventar,...


e lá ao fundo,

com contornos mal feitos e desamparados

pela névoa de uma manhã,

indiscreta de Inverno,

qualquer coisa diz que está errada esta tendência,

e é preciso reinventar



quinta-feira, dezembro 09, 2021

Ouve-me em Paris

ouve-me,
não vale esconder
os olhos porque eles
se escondem a eles próprios,
não adianta que as mãos
avancem por entre a
cacimba tosca das primeiras
horas de qualquer dia,
porque a noite vai seguir-se,...

nada adianta,
porque há sempre
um medo mal vestido,
dois passos mal dados que
o afastam,
para depois ele voltar,
assumido de amor consternado,
assustado com as lágrimas
escapadas de uma menina
que tem muitos em vez de um coração,...

ouve-me,
não adianta contornar Montmartre,
nem procurar a Torre
nas recitações indevidas da noite de Paris,
é simplesmente inútil



Ouvir o tempo



 ouve-me quando eu digo tempo,

luz,

os dois lados de um mesmo triângulo,

exercita a lonjura de uma retidão certa,

de um desnorte escrito,

com todas as letras,

sem números,

e de sentimentos renunciados ao silêncio,...


ouve-me se quiseres,

desliga-me se o sentimento zero,

for a razão de ser do nosso conto,

da nossa falta de poemas,

de tudo o que ladeia esta serra imensa

de granítico complemento,

à dor,

que fizeste prever ao deixares este verso

de nudez,

na minha cama

quarta-feira, dezembro 08, 2021

Falar com as montanhas

foi ali falar
com as montanhas,
roupas periféricas,
coração andrajoso,
sobrepunham-se no áspero,
ao límpido no balbuciar,
de amor,
que parecia ripostar contra
o vento,
que lançava amarras
naquele sítio inóspito,...

não tinha nome,
perdera-o quando o
último fruto lhe tinha saltado do ventre,
estilhaçando os grilhões a este mundo,...

e por isso andou,
ensanguentou os pés outrora
alvos,
e chegou ali,
não mais se pode dizer,
só ouvir,
a Terra a fecundar o
que ali restava de saciedade



Risco


À espera de que tudo seja um risco,

Delineado,

Inofensivo até,

Mas algo que se reconheça,

Nos laivos de nevoeiro que ainda restem,

Sempre que abrirmos a janela do quarto,

A meio de uma manhã de inverno,…

 

E depois se fale de banalidades,

Mesmo que seja em cima de

Um caderno de resenhas,

Onde se faça o balanço da vida nos

Momentos considerados adequados,

Tudo tem de saber a indecisão,

Se não poderá tudo resumir-se a um equívoco

terça-feira, dezembro 07, 2021

Fome de amor

 


Repito os mesmos aquis, 

Os mesmos alis,

Tantas e frias palavras que pululam pelo meio das anormalidades do tempo,...


A mim não me sobram razões para nos pensar como um argumento finito,

Tal e qual a última impaciência de um velho que desespera,...


E há depois a fome de amor,

Há luta quando se percebe onde um corpo cabe entre estes intervalos 

segunda-feira, dezembro 06, 2021

Observar uma janela


 

assumindo que cada minuto é a diagonal

que conseguimos suportar,

observava candidamente aquela sacada

de janela antiga,

triângulos simétricos,

defendiam os vidros embaciados e sujos

pelo tempo,

pedaços indolentes de tecido dançavam,

à cadência de um vento inofensivo,...


estava ali por razão nenhuma,

com um selo de dispensável nas mãos,

e o desejo que os dias namorassem

comigo o suficiente,

até a volatilidade do meu ser se

tornar uma realidade

domingo, dezembro 05, 2021

Soma dos dias

escorregava,

perdia o chão,

sentia o deslize da verdade,

por entre os dedos dos pés,

e tanto frio,

que fixava a abstração,...


as contas de somar perdiam-se

pela divisão dos argumentos,

o dia acabava,

e duas pessoas terminavam a conversa

anulada,

antes da recolha da noite



sábado, dezembro 04, 2021

Planeamento infantil

 


não há paz como antes,

a frase irradiava luz,

de uma forma assimétrica por entre

as ruas perdidas,

de uma cidade que,

ainda assim,

constava dos livros que

as crianças adoravam,...


restavam os pedaços esquecidos

dos dias,

em que um tempo aquecia-se a si próprio,

quase como se chocasse vida,

e havia a tragédia,

assim a conseguíssemos definir

quinta-feira, dezembro 02, 2021

Anotações de idade

 Arriscar não trazer aquela flor,

A mesma que foi tanto tempo o cimento do livro mais assustador,
Que tínhamos,
Arriscar perceber que tudo serão passos desnivelados,
Num chão com marcas de sangue,
E pegadas indeterminadas de pecado,...

Arriscar tudo sem anotar a idade,
Os ódios enlatados,
O início de uma nova vida,
E levar o rabisco,
Para fazer coluna,
De um novo templo de adoração,
Do ser


quarta-feira, dezembro 01, 2021

Dezembrando a 20 de agosto

 começa com um “estive algum tempo longe daqui”. e não havia capitulares nas frases. Nem murmúrios que furassem a fortaleza dos teus lábios. tudo se pintava da cor da tua pele quando, nua, era uma fortaleza de silêncio que te rodeava. e eu ficava ao longe, como o invasor que o povo rechaça, mas secretamente deseja.

agora voltei. não tenho nome. nem idade. desfiei-me, desintegrei o meu ser em tantos livros. bebi o suficiente para não voltar a ser o mesmo em cada dia, e ter uma idade e uma experiência de vida diferentes, em cada vez que me enfrentava ao acordar. 

chamo-me anónimo, agora, com a honra que consigo carregar às costas. e tu, como te chamas? não te conheço. sinto nos ossos que me expulsaste dos teus sonhos, e revejo-os agora, frame a frame, negros como a noite que me furava os olhos, por cada janela que espreitei ao longo de todo este tempo. 

não há virtude nisto que te digo, ou escrevo, conforme te adaptares melhor. Só o desespero suficiente para, se quiseres, espalhares no pó do chão desta casa, em versos que não façam sentido. já cá não estarei quando, e se, florescerem

Etiquetas

Poesia (1183) Vida (996) Surreal (458) poema (445) poemas (443) escrita (316) pensar (261) Pensamentos (212) Homem (194) Introspecção (193) Escrever (183) abstrato (146) Textos (117) poesias (110) Reflexão (90) introspeção (89) prosa (88) Portugal (86) autores (85) Sem Título (84) Um dia gostava de saber escrever assim (80) imagem (80) Sonhos (78) youtube (70) musica (67) Tempo (62) Contos (61) Passado (61) Absurdo (57) Amor (57) Literatura (56) video (53) Sórdido (51) Política (47) tristeza (42) imagens (36) texto (36) pensamento (35) Ironia (34) foto (34) História (33) gif (31) introspecao (30) Fantasia (29) Desilusão (28) Recordações (28) Humor (25) cinema (25) rotina (25) Música (23) Dedicatória (22) Memória (21) recordar (21) ser (21) Ficção (20) Morte (20) Divagações (19) desespero (19) existência (19) Comiseração (18) dúvida (18) fotos (17) Desejos (16) Inatingivel (16) Regresso (15) lisboa (15) Tumblr (14) solidão (14) irreal (13) pessoal (13) quotidiano (13) razão (13) Pelo Menos (12) Texto # (12) Vídeos (12) ideias (12) real (12) sujeito (12) videos (12) Menina perfeita (11) Rimas (11) escritores (11) giphy (11) nonsense (11) presente (11) abstração (10) sentimentos (10) 'Depois de almoço' (9) escritaautomática (9) Mundo (8) Natal (8) Religião (8) ausência (8) autor (8) blogue (8) curtas (8) fotografia (8) relacionamentos (8) saudade (8) sombrio (8) sonhar (8) sonho (8) surrealista (8) viver (8) Dia Mundial da Poesia (7) Suspense (7) coisas estúpidas (7) ilusão (7) noite (7) poetas (7) refletir (7) reflexao (7) subjetivo (7) vídeo (7) Discurso de (6) Diálogo (6) Homenagem (6) Viagens (6) aniversario (6) datas (6) desnorte (6) filmes (6) futuro (6) gatos (6) prosa poética (6) qualquer coisa (6) sentir (6) aniversário (5) belo (5) cidade (5) ciidade (5) comédia (5) concursos (5) depressão (5) descrição (5) do nada (5) dor (5) espaço (5) imaginário (5) lembrança (5) linguagem (5) livros (5) luxos importados (5) língua (5) meditação (5) paginas partilhadas (5) pessoas (5) politica (5) racional (5) strand of oaks (5) trabalho (5) Actualidade (4) Ali antes do almoço e a umas horas do sono (4) adeus (4) amargo (4) animais (4) arte (4) crossover (4) dia (4) espera (4) família (4) ideia (4) interrogação (4) intervenção (4) medo (4) poetar (4) realidade (4) social (4) subjectividade (4) terra (4) Gótico (3) Poemas de enternecer (3) Vício (3) auto-conhecimento (3) beleza (3) breve (3) colaborações (3) conformismo (3) conhecer (3) conto (3) conversas (3) curto (3) curtos (3) céu (3) desejo (3) destino (3) erotismo (3) eu (3) evento (3) familia (3) festas (3) fim (3) lamento (3) lamentos (3) liberdade (3) mensagem (3) mulher (3) obscuro (3) outono (3) país (3) pessimismo (3) popular (3) porque sim (3) páginas partilhadas (3) sem sentido (3) sentimento (3) silêncio (3) tarde (3) é meu (3) 'abrir os olhos até ao branco' (2) 'na terra de' (2) América Latina (2) Denúncia (2) Fernando pessoa (2) Poemas música (2) Poesia abstrato (2) alegria (2) angustia (2) ao calhas (2) armagedão (2) atualidade (2) campo (2) certeza (2) condição humana (2) considerar (2) decepção (2) desconexo (2) discurso (2) dissertar (2) fado (2) falhanço (2) festa (2) filosofar (2) frase (2) hate myself (2) hesitações (2) ilusao (2) indecisão (2) instrospeção (2) insulto (2) interior (2) jogo de palavras (2) jogos de palavras (2) leituras (2) lembrar (2) ler (2) link (2) loucura (2) luta (2) manhã (2) monólogo (2) nomes (2) parvoíces (2) passeio (2) perda (2) personalidade (2) pictures (2) psicose (2) revolta (2) ridículo (2) riso (2) sem tema (2) sensibilidade (2) sentidos (2) sexo (2) simples (2) statement (2) subjetividade (2) tradicional (2) viagem (2) violência (2) vivência (2) Africa (1) Anuncio (1) Gig (1) Haikai (1) Justiça (1) Livro (1) Parabéns (1) Poesia escrita lisboa verão (1) Poesiaa (1) Poeta (1) Teatro (1) Universo (1) acomodações do dia (1) acrescenta um ponto ao conto (1) admissão (1) agir (1) alienação (1) animado (1) ano (1) anseio (1) ansiedade (1) antigo (1) antiguidade (1) análise (1) anúncio (1) artistas (1) assunto (1) ausencia (1) blackadder (1) brincadeira (1) canto (1) cartas (1) celebração (1) citações (1) coletâneas (1) comida (1) conceito (1) conjetura (1) contribuições (1) corpo (1) cruel (1) crónica (1) cultura (1) curta (1) cálculos (1) desafio (1) desanimo (1) descoberta (1) desenho (1) despedida (1) dia da mulher (1) dialogo (1) discriminação (1) distância (1) divulgação (1) doença (1) e tal (1) efeméride (1) eletricidade (1) embed (1) escreva (1) escrita criativa (1) estetica (1) estranho (1) estupidez (1) estória (1) estórias (1) exercício (1) existir (1) explicar (1) falar (1) fatalismo (1) feelings (1) felicidade (1) filme (1) filosofia (1) fim de semana (1) final (1) fofinho (1) frases (1) futebol (1) guerra (1) haiku (1) horuscultuliterarte (1) humano (1) idade (1) imaginar (1) imprensa (1) inatingível (1) indecente (1) infancia (1) infantil (1) inglês (1) iniciativas (1) internet (1) inutil (1) inverno (1) irracional (1) jardim (1) já se comia qualquer coisa (1) l (1) lamechas (1) leitura (1) lengalenga (1) letras (1) lingua (1) links (1) livre (1) luz (1) mario viegas (1) melancolia (1) memórias (1) metáforas (1) moods (1) movies (1) (1) nada (1) natureza (1) novidade (1) não sei se um dia gostava de saber escrever assim (1) números (1) once upon a time (1) outono quente (1) pais (1) participações (1) pensáveis (1) pequeno (1) percepção (1) pintura (1) pobreza (1) português (1) praia (1) precisar (1) promoção (1) provocação (1) proximidade (1) prémios (1) qualquer coisa antes de almoço (1) quandistão (1) quarto esférico do fim (1) questionar (1) raiva (1) rap (1) realismo (1) recear (1) recordação (1) redes sociais (1) remorsos (1) renascer (1) residir (1) resposta (1) ridiculo (1) risco (1) ruído (1) saudades (1) sem titulo (1) sociedade (1) som (1) sátira (1) televisão (1) texto poético (1) tv (1) tweet (1) twitter (1) urgência (1) vazio (1) velhice (1) verbo (1) versos (1) vida escrita (1) vidasubjectividade (1) visão (1) voraz (1) voz (1) vuday (1) vulgar (1) África (1) ódio (1)