sábado, dezembro 18, 2021

Texto escorrido

 a história está escrita à velocidade que pensámos. Com os cueiros de um novo recomeço. Tem a perceção de um mundo novo. Com homens infelizes que se atiram ao mar sempre que ele renasce da seca, com que nos habituámos a viver. Há mesas fartas, imaginárias, repletas de pão das mais diversas formas. E sabores. E contextos. A bebida é a que o nosso espírito sempre anseia. De cores pútridas, com sabor a mel de todas as abelhas assassinas do mundo. Dei-lhe as páginas que merece. Sem ser excessiva, está contextualizada no estilo amorfo que sempre me caraterizou. A novena dos fins previstos. Dos reflexos condicionados daquelas mulheres que só se encontram mesmo entre as páginas amarelecidas de livros, ao fim de décadas de nos ter chegados às mãos. É assim. Quis este texto monolítico. Sem saída. Sem possibilidade de nos encontrarmos no meio de tanto pessimismo




9 comentários:

  1. O texto de hoje apresenta-se com a aparência de uma parte de um texto mais longo.

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    1. É só algo que ficou a meio
      Obrigado pela presença

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  2. Já eu, chamar-lhe-ia: "Texto Escorreito".

    Uma reflexão que faz reflectir quem a lê.

    Bom Natal, Miguel! :)

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  3. ...fiquei aqui a pensar se terei escrito bem 'reflexão'. Escrevi?

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  4. O pessimismo tem de mandar-se para trás das costas e olhar em frente com optimismo, sem perder de vista a realidade.

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    1. Nem sempre isso é possivel
      🙂
      Obrigado pela presenca

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Acha disto que....

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