domingo, junho 30, 2019

Silvo

resumindo as dores
nos pés das mãos,
o que nunca tive escrito
como rodapé de um sonho,
enquanto o que já
tenho entregue assim
para enfrentar o som,
nas noites era
o que tinha,
e nos dias mais
que isto não tive,.....

ouvindo-me assim,
saber-me-às mais que
um silvo,
uma confissão de morte
na inexpugnabilidade da noite


sábado, junho 29, 2019

Único poema

terá sido talvez o nosso único poema,
não me revejo nestes contornos sem luz,
no que me diz um papel sem esteios,
só envelhecido sem nunca ter tido idade,....

escrevemos o que escrevemos sem mãos,
sem inspiração,
sem factos concretos,
só com olhares embrutecidos pela ausência,
sentados ao sol quando já nem o sol
molhava o que de nós ficou sem mãe e pai,
abandonado nas pedras irregulares
de um caminho que desconhecíamos,...

não quero mais fazer que a escrita contigo
seja real,
abandono-me ao devaneio do que podia ter sido

sexta-feira, junho 28, 2019

Sombras

Não ia perder a oportunidade. Caminhava razoavelmente segura de si. Pela beira-mar, num entardecer frio, mas tolerável. Ponderava os prós e contras de lhe dizer que estava a pensar aceitar o convite para uma saída a qualquer sítio. Não teria nada a perder. Cerrou os punhos, e pensou no cenário ideal. Tinha de ser ao ar livre. Uma claustrofobia indecisa, impedir-lhe-ia de certo o tradicional jantar, onde quer que fosse. E teria de se apresentar respeitosamente solta. Fora educada nesse sentido.

Lourdes Castro


Tirado daqui

quinta-feira, junho 27, 2019

...ela era inteligente

...ela era inteligente. Mas inarticulada nos pensamentos,
desafiadora ainda assim nas palavras,
gostava de usar a impressão digital
para explicar às pessoas,
desenhando,
os refúgios mentais em que se abrigava da desilusão,
sítios sem ar,
sem crianças que chorem,
mas que a ajudavam a crescer
para fora dos limites do seu razoável,...

tudo traços irregularmente lascivos,
com amores que voavam voos indescritíveis,
e escolhiam despenhar-se lá longe no mar,
sem que ela os pudesse alcançar,...

ainda assim ela era inteligente,
as pessoas diziam-no e ela convencia-se disso,
pena ser inábil nos traços congelados
do querer


quarta-feira, junho 26, 2019

descaso

descaso de palavras,
alumia duas vezes
 não saberes assoberbar,
 brincar com sentimentos,
na rua,
pelos pés arrastas
choros desfiados,
e eu a lavar,
sem levar nada em troca,....

e por fim,
 quando me doem
 mais as noites do que as madrugadas,
levo de descaso
o que pago ao meu
lado pobre de incêndio


terça-feira, junho 25, 2019

acabou-se a espera

...sem que saibas dizer quantas vezes foste
merda em casa de estranhos,
e como que pariste tantas vezes
o que fomos,
em chãos espalhados infetos,
em redor da morte feita
luz que nos infestava
os seios nasais,
e nos dizia lamentos
embebidos em éter,...

..., tudo isto ao menos em contas 
sem quociente,
e ponto final em todas as hesitações,
acabou-se a espera

segunda-feira, junho 24, 2019

I feel like ziguezagueaiting today


By: Alberto Pimenta 





Olhar

olhar em modo a que sabem as coisas
que não têm sabor,
perceber como se olha para as coisas
sem limites,
mas com cheiro,
e recortes irreais de choros
sem olhos,....

deixar de olhar,
sabendo que só ouvir é
incompleto,
e sentir aproveita o sol
aos poucos no meio
de noites de tempestade,...

sem saber como dizer,
nem sequer participar no que se escreve,
olhar por ali onde o real se
afunila no invisível,
e como se percebe acabar
por onde nem se compreende,
ouvindo o som retalhado
no lastro do que se perde


domingo, junho 23, 2019

Recordar

ao longe não parecia uma casa. Dizia antes ser uma árvore, de braços mortos, pernas moribundas, com diversas alterações de cenário, criadas talvez pelos animais que perpetuam a memória monocromática da criação. Aproximei-me, e percebi ser o local por onde passava com frequência, há muitos anos atrás. Da graça que aquele sítio teve, que de vez em quando me assaltava a mente nas noites de solidão, restava um sentido inexplicável de pertença. Mas com ramificações pelo inexplicável. Por aquilo que só se sente... 

sábado, junho 22, 2019

Brain being damaged,.... tastefuly

"All Along The Watchtower"

"There must be some kind of way out of here"
Said the joker to the thief
"There's too much confusion
I can't get no relief

Businessmen, they drink my wine
Plowmen dig my earth
None will level on the line
Nobody of it is worth
Hey!"

"No reason to get excited"
The thief, he kindly spoke
"There are many here among us
Who feel that life is but a joke

But you and I, we've been through that
And this is not our fate
So let us not talk falsely now
The hour's getting late
Hey!"

All along the watchtower
Princes kept the view
While all the women came and went
Barefoot servants too

Outside in the cold distance
A wildcat did growl
Two riders were approaching
And the wind began to howl, hey

All along the watchtower
All along the watchtowe


Poema lamechas

o café arrefece,
esvazio em mim equívocos,
do latejar da parte
morta do cérebro
saem as finas teias de
fumo de cigarro,
o mesmo de que já nem
 me lembro,
e ficou lá atrás,
à margem dos
dias que retrato, em verso


sexta-feira, junho 21, 2019

Devaneio irreal

todos os que contavam para aquele sonho,
dispostos em semi-círculo,
a fumar réstias de beatas que
apanhavam do chão bolorento,
e quando conversavam ouviam-se os urros
dos desfavorecidos,
a coisa sem corpo que os unia a todos,
e tornava qualquer coisa melhor que
beber o ar só porque sim


quinta-feira, junho 20, 2019

Anuência

quem não me deu a chave do
tiquetaquear a lonjura,
esperar um relógio quando, à parte,
o tempo se estende ao longo do horizonte
numa madrugada de muitas cores,
que a chuva impede de nascer,....

haveria alguém,
por entre as ranhuras soltas
de desrespeito à solidão,
que me pudesse fazer a escrita
menos insistente,
mais dócil,
e por fim com uma nota de
lugarejo agradável onde adormecer


quarta-feira, junho 19, 2019

Cores de desmaio

as pessoas que fazem as vezes de outras,
tomando a bica da forma certa,
e à espera que o cigarro fumado inverta
a tendência de desnorte de um dia,
igual ao outro,
e desigual do outro,...

sem que nada possa ser feito para,
no fundo,
mudar as coisas antes que elas se mudem
a si próprias,...

já é demasiado tarde para que o mundo
perca estas cores de desmaio



terça-feira, junho 18, 2019

Anónimo

nunca merecia ser reconhecido
pelo recôndito das ideias,
nem que o rosto acabrunhado,
em dias de chuva,
parecesse que o fazia desprender,
denegrir algumas ideias,...

e era escondido numa voz de gerações
de despercebidos,
que seguia como o ar que
está entre as coisas,
e depois se desvanece




segunda-feira, junho 17, 2019

Livros e um fim de tarde

....ainda me restavam alguns livros. Abri as gavetas do costume, e o primeiro foram as 'Vinhas da Ira' mal cuidadas que, naquele dia de fim de outono, me deste à porta do café do costume. Já se notava um Steinbeck esbatido, esborratado até, pela passagem do tempo. Mas ainda lá estava. Encontrei ainda o 'Ano da Morte do Ricardo Reis', o tal que me aconselhavas como um exemplo mal acabado de genialidade. E os inevitáveis 'Cem anos de Solidão', porque os ideais irrealizaveis nos escritores são uma perspetiva que pode desenhar-se.
Só memórias, tantas memórias. Ideias mal escritas. Passeios que serviram só para dizermos ao tempo que gostávamos de viver com conhecimento de causa. Almoços nos parques todos da cidade, de preferência com o vento a fazer-nos embalar tanto que parecia que degustávamos coisas simples a voar, de olhos fechados. Tantos livros, que agora não valem nada.
Só ficou a solidão.


domingo, junho 16, 2019

Reza

reza,  rezado,  reza,  preza,  faço o que me pedes,  por isso reza,  preza,  almas mais que comes,  desces enquanto sobes,  reza,  reza,  desconfio de quê,  se nem sombra vejo,  preza,  preza-te,  e ao mesmo tempo que o sono,  reza, ...

 sim,  preza,  e no fim de tudo vens ao meu lado,  reza,  se nada mais te digo,  preza,  preza-te,  e no fim durmo, sem rezar


sábado, junho 15, 2019

Sem título (64)

caixas de som,
e os homens alinhados,
em folhos de saias,
sem cambraia,...

e porventura os lados
toscos do silêncio,
desalinhados

sexta-feira, junho 14, 2019

Estados d'alma


Reflexão on a day off

Na última vez que o Sol tinha aparecido, tudo se escrevia ainda com letra minúscula. Os nomes das coisas, a idade das pessoas que gostavam mais umas das outras. Até a descrição dos objetos mais comuns da rotina, se fazia com letras irregulares, que custavam a ler. Andava tudo redigido numa pequena folha de papel, que as pessoas traziam com elas escondida, sempre oculta dos olhares, apesar de todos saberem que cada um possuía a mesma coisa. Agora, o céu vestia-se sempre de roupas velhas. As mesmas que aparecem quando o Inverno não quer ainda aparecer, e o Outono já está farto de viver e pensa sair para qualquer lado um pouco menos frio do que aquele local.
Tudo isto confundia. Pesava na cabeça das pessoas. Havia uma indecisão sobre a melhor forma de prosseguir com a vida, sem que isto condicionasse a lassidão normal das pessoas que só esperam ter um tempo próprio a preservar o tempo....


quinta-feira, junho 13, 2019

Gritos

gritos,
tudo o que há a mais de noite,
retalha-me nos braços
quando não estás,
de um ligeiro terei futuro sem ti,
à morte de um leito
eletricamente vazio,...

gritos,
faltam lágrimas para
te escrever no ar da manhã

quarta-feira, junho 12, 2019

Tempo e amor

a culpa é de quem acha que a fratura do tempo,
não se cura como um mal de amor,
cura-se,
os corações são os ponteiros da indecisão,
as bocas por beijar fazem as vezes dos choros
das mortes,
e das velhas que morrem de desnutrição
quando lhes falta o apoio de décadas,...

ao tempo não se pode pedir mais tempo
para que deixe de ser tempo,
como ao amor bastam duas vezes o silêncio
para que se perpetue só o tempo
suficiente até desaparecer,
só que o amor renasce,
e flutua pelo etéreo dos tempos,
deixando ao tempo o papel indefinido
do passar dos tempos,
até que no ser só reste o querer,
e o odor do tempo




Tirado daqui

terça-feira, junho 11, 2019

Choose several lifes,....much more than one


Solidão de Outono feita

 se me sabes de dia,
nas noites preencho
o teu desconhecer,
sei-me cultura
estranha do teu sorriso,
 imperador morto
 e sem descendência
dos contornos do teu corpo,
a cavalo,
percorro quilómetros
sem cor em estepes
cor de palha,
por entre o teu cabelo
 que arde no imenso
de um leito,
 que jaz como poema incompleto....

 às vezes,
 parte do que aqui
foi feito desfaz-se
em diamante,
sem que entenda
o andrajoso de estar só,
sem a liberdade
outonal de estares presente


segunda-feira, junho 10, 2019

Assinas a minha despedida?

a esconderes-te das palavras,
nunca como hoje a face do medo
te tinha assim assoberbado,
frases e frases de silêncio,
sempre com os mesmos argumentos surdos,....

e agora,
percebendo a irrelevância,
assinas a minha despedida?

domingo, junho 09, 2019

Prioridades

As suas prioridades nunca estiveram bem definidas. Tanto podia ser o bolo de iogurte, que saía sempre bem feito, queimado nas pontas como os meninos gostavam. Como os três quilos de arroz que, simetricamente guardados na terceira porta dos armários da cozinha, tinham de dar para várias semanas, quase como se a Rainha Santa Isabel não fosse mais do que aquela insegura dona de casa. Eram prioridades comesinhas, é certo, mas as possíveis. As únicas que tinha apreendido na vida. Lembrava-se de ser menina, à porta da cozinha da casa da avó, e ver aquela senhora que envelhecia a olhos vistos a andar, sofregamente mais devagar, mas incapaz de deixar de parar de satisfazer os gostos que não eram os seus. Regendo-se por um tempo que era sempre igual, e que parecia tirar-lhe tempo de cima, da mesma maneira como se podam as árvores.
Aprendeu, por isso, a priorizar as prioridades. Mas era uma tarefa inglória. Um dia percebeu que talvez, se se atrevesse a viver, as coisas começariam a mudar. Comprou um livro de auto-ajuda, que ainda se esforça por perceber.


sábado, junho 08, 2019

Tròpego

um é o que esperas,
o outro já passou sem que repares,
ao mesmo tempo que te desligaste do tempo,
eu passei em frente aonde julgas morar,
vestido de nada,
e com sapatos de tudo atacoados e mal feitos,...

reparaste na sombra e em mim só restava
o fugidio dos momentos,
parei para um naco de ar,
e ao seguir esvaziado fui
para onde me querias inteiro,
e longe para que o esquecer
fosse real


sexta-feira, junho 07, 2019

Sem título (65)

nem sempre é ao sol,
só com a frase simples de
um encanto,
que as coisas se
lamentam menos
que o impossível,...

digo isto comprado
de tudo o mais
que não a sombra 

quinta-feira, junho 06, 2019

Escrita automática sem fim

e eu pensei que não havia Norte
no que dizia,
com as reticências postas sempre
a meio dos lamentos de estar só,
e nunca poderiam ser mais que
algumas, as vezes em que a poesia
deixava de estar escrita desta forma,
e tudo não sobrava para mais que umas
odes sem fim, com princípio, e
que deixavam a vontade de arredondar
as letras com vulgaridade que se bebia
em copos, e se me pedissem para parar com
esta lengalenga, eu talvez já não saberia,
porque ao ar só se pergunta a idade, e quando
os tempos vão acabar


quarta-feira, junho 05, 2019

Deprimindo a forma

aquela coisa revertida em dúvida,
a saída de casa, e o palmilhar errático
pelo meio da chuva,
arriscando o risco de afastar a vida,
e aproximar a bolina da existência sem rumo,...

chegar a um abrigo,
sacudir qualquer coisa sem forma
sem cheiro,
suspirar duas vezes enquanto ao lado,
pares e pares e pares de olhos sem
dono censuram-nos a dor,
medem-nos o próximo,
afastam o longe,....

seguindo com força imediata ao choro,
até que já ali,
onde nada cabe na ausência do querer,
tudo volta ao início,...

não sabendo descrever melhor o vazio,
escreve-se assim a
cabeça sem forma



terça-feira, junho 04, 2019

Exegese

corpo,
lembras-te do sol?,
da frase impossível
sem duas letras,
 as mesmas do adeus,...

 eu esqueci-me, e passo a passo,
chamo-me hoje sombra sem corpo

segunda-feira, junho 03, 2019

O português, como figura incorpórea mas universal, fica mais pobre

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto

O perigo

narrando as coisas possíveis,
o sangue oculto nas frases perdidas,
pelo menos as que escolheste nunca acabar,
e o perigo,
ao menos que fosse o perigo de as pessoas deixarem
de nos considerar iguais,
apenas porque passávamos os intervalos do tempo
debitando versos incompreensíveis,...

e que opte agora pelo mais fácil,
mas não sei se posso


domingo, junho 02, 2019

24 anos... Tanto tempo:-(

Tenho idade para...

tenho idade para saber que as
linhas do meu sorriso são tortas,
e as montanhas das minhas mãos não
são montanhas,
quanto muito serão refegos estranhos do
corpo de uma criança mimada,
que se alimenta dos dias de ternura
que são para si uma droga,
e lhe enchem a barriga, e as pernas,
fazendo delas o que são as minhas mãos,
disformes,
sem analisar o presente mas consciente
de que o futuro são dois copos de água
meio-cheios,
porque a ansiedade mata sempre tudo,...

e as mãos têm de continuar inocentes,
assim mo diz a minha idade,
e na minha idade também me sento às vezes,
em esporádicos finais de tarde,
com o vento a querer fazer-me companhia
quando o que quero é a solidão,
e não continuar a forma irrefletida das
coisas em que minto,
transformando-as em verdade sem peso,
e sem rasto,....

já terei idade para perceber que me resta
a luz a infiltrar-se pela minha carne adentro,
e esperar qualquer coisa sem tempo assim,...

a não ser que chova


sábado, junho 01, 2019

Prisma de saudade

tal e qual,
sem saber dizer,
nem escrever coerente,
acho que poderias ser mais direta,
e este caminho indescritível ser
pintado a pó de sonhos,...

talvez nada faça sentido,
talvez já seja tarde para te descrever de uma forma
sem nexo,
apenas ao ritmo de pulsos cansados,
com um copo cheio de ar ao lado,
e chuva lá fora que massacra a pus do
tempo nas ruas,...

não me fiz analista do momento do nada,
à espera que te desmaterializasses sem sentido,...

não me peças mais lados irregulares
de um prisma de saudade,
não serei capaz sequer de um suspiro

 

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