terça-feira, novembro 30, 2021

Herança de desenhos


 a minha herança são desenhos,

toscos,

no colarinho da camisa um homem

leva,

a fuligem dos dias,

na dobra da saia a mulher,

explica como dorme mal,

com o peso do mal que ainda

suporta,...


e há tantas manhãs,

que se anulam pelo sabor

acre do medo,

deixado nas bocas,

de quem observa,

a minha herança,

que são desenhos

segunda-feira, novembro 29, 2021

Templo de adoração do ser

 Arriscar não trazer aquela flor,

A mesma que foi tanto tempo o cimento do livro mais assustador,
Que tínhamos,
Arriscar perceber que tudo serão passos desnivelados,
Num chão com marcas de sangue,
E pegadas indeterminadas de pecado,...

Arriscar tudo sem anotar a idade,
Os ódios enlatados,
O início de uma nova vida,
E levar o rabisco,
Para fazer coluna,
De um novo templo de adoração,
Do ser



domingo, novembro 28, 2021

perfil

 o sol desenha o meu perfil,

inofensivo,

na parede adormecida,

auxiliares de visão,

passos trôpegos,

até os restos de uma vida

mal vivida,....


passo ante passo,

a companhia mantém-se,

até se desfazer no vazio de um mundo

ilegível,




sábado, novembro 27, 2021

Saturday evening desperation

o que sei do dia,
nada de mais,
que acalmas o tempo com duas
mãos,
pés de terra que revolvem a água
que já morreu,
e há tanto que imaginar se por
um lado,
se escrever o som no que
ficar implícito



Afirmar o som

 Não me lembro se com uma mão, se com a outra... se o teu sorriso teve influência. Se foi aquele projeto de biografia de um criador falhado. Tudo destoava. Havia um sabor a refeição incompleta na boca dos que em silêncio,...

Olhavam-me nos olhos a ponto de o dia parecer estar a acabar por,naquele momento, chover tanto em sitios onde nos habituámos a ser insignificantes.
Abrimos uma garrafa, de vidro rachado,e colheita duvidosa. Certifiquei-me de que,sozinhos, tudo acabava com uma oração inócua de anulação mútua. 


sexta-feira, novembro 26, 2021

Eletrólise do sol

 


esteve para ser a notícia,
a novidade quando
de coração aberto,
as pessoas alinhavam-se na mesma
‘Ágora’ de sempre,
e solucionavam problemas
aos poucos,
sem que o intervalo das palavras
se visse anotado na propícia alegria de todos,...

a finalidade de tudo,
o que se pretendia alcançar
com as infundadas perspetivas
de uma sociedade perfeita,
como o que parecia ser esta
experiência,
era ainda desconhecida,
talvez se se esperasse
por uma madrugada que
fosse diferente de outras,
surgissem respostas

quinta-feira, novembro 25, 2021

...os sonhos se escrevem a cores que já não existem

 Acredito que esteja tudo pronto,

a luz resplandece nas chávenas postas

na mesa,

a água pronta para o chá,

o que se espera tendo em conta

a neve que se acumula nos postigos

das varandas,

não queima ainda o pão pronto

a ser consumido,

o jornal do dia terá de ser retirado

da cadeira onde estás,

para chegares e logo eu saber

o que tem sido a tua ausência,...


e acho que será assim este final

de tarde,

até acordar e perceber

que os sonhos,

se escrevem a cores que já não

existem




quarta-feira, novembro 24, 2021

... Falhas deste processo sem nome

 


Já sabia que ia ser bom,

Estar imerso constantemente na tua estrutura mental,

E ver os dias de sol que passaram a chuva,

E voltaram a ser de sol,

Para depois ficarem obstruídos pela absorção pura do que não restava para me dizeres,...


São as horas que podem ser,

Espero e alinho as memórias de todas as falhas deste processo sem nome,

A que outrora posso ter chamado amor 

segunda-feira, novembro 22, 2021

Firma de venda de lágrimas

 Estou preso aqui de mãos indispostas,

O quociente social de inteligência de tudo isto,

Será próximo do zero,

O que indicia um anoitecer tranquilo,

Em redor de jornais dos últimos dias,

Como que a cultivar o isolamento das dores da solidão,...


Amanhã poderá ser outro dia,

Ou até uma firma de venda de lágrimas,

Tudo depende do ângulo certo do sol



domingo, novembro 21, 2021

Voa, filho mais novo do Inatingivel. Já tens asas!!! No dia em que esta empresa já tem 400 seguidores






 

Pese menos que o próximo segundo

 


Passa tempo com uma mão ferida,

Porque ela gosta de te curar,

Aconselhar,

Estender aos teus pés aquele jardim de conflito,

Que te enriquece a volúpia,

E torna o prosseguimento do desejo,

Menos inconsequente,...


Se fores tu a desenhar o que se pretende,

Ela estará lá,

Com uma impressão digital de sangue,

Para que o amanhã pese menos que o próximo segundo 

sábado, novembro 20, 2021

Barco de casquinha

 


A querer imaginar devaneios matemáticos,

O homem aplicava-se,

Além de inventar palavras,

Cruzava e descruzava os braços,

Como se um apóstolo tivesse sido,

E quisesse voltar a ser,...


O homem cultivava-se,

Ou pelo menos tencionava fazê-lo sempre que isto tivesse oportunidade de fazer,

Ao leme do barco de casquinha,

Que era a sua pouco precisa relevância,

Deixava-se ir,

Sempre que vento não havia,

E sol parecia deixar de haver 

sexta-feira, novembro 19, 2021

Roupa sempre comprometida

 No café,

Não me envergonhava dos meus antigos companheiros,
Roupa sempre comprometida,
Ilusão na ponta da lingua,
Um livro encharcado a servir de biblia,
E um erro de cabelo escanhuado e viçoso,
A entrar e sair do quarto,...

Hoje,
Eu era mais peso do que fui ontem,
E uma ilusão mais instruída do que amanhã,
Desta forma,
Ninguém mais se envergonhará de mim


quinta-feira, novembro 18, 2021

Esta imagem não pára de me assombrar...

Retirado do grupo de Facebook
'Old London Photographs'

 

Desnorte sensorial

 


As tuas mãos e a memória do que representam,

Está indefinido o que podes ainda dizer,
Memória de luto,
Do amor sem roupa e sem destino,...

E lá longe uma mentira,
Sem limite e em desnorte sensorial 

terça-feira, novembro 16, 2021

Filho de carpinteiro

 De dedo em riste,

Argumento mal preparado,
Um presente iludido por entre botões de um passado por pesar,
Era um ano novo que surgia,
A nós que viesse a luz que tivesse de vir,
Para eles a especialidade,....

E ao mundo,
Acho que iria acabar o meu próximo livro assim,
Lustro suficiente para nascer,
Um novo filho de carpinteiro,
Por entre os anarcas indigentes,
E as manhãs que passam sem número 


segunda-feira, novembro 15, 2021

Pensar em espiral

 Ela dorme com os olhos envernizados,

Como se um salão de dança,
Espraiado,
Lhe pendesse do rosto,...

Há os primeiros tempos da existência,
O remoinho de fogo,
De onde se ouvem choros consecutivos dos filhos que,
Nunca teremos,...

Ela dorme sem o descanso dos que sabem
Perder o futuro,
E não se arrepende,
Eu admiro e penso,
Em espiral 

Foto própria 


sábado, novembro 13, 2021

Nariz mal desenhado

 Habituada a reconhecer as pessoas como podia,

Fazia-o de uma forma quase degradante,
Insultando,
Apta a apoucar,
Puxando pelos pequenos defeitos,
O nariz mal desenhado,
Os olhos sem brilho,...

Com qualquer coisa escondia,
Que era incapaz de racionalizar,
Só julgar,
E isso tornava o tempo mais difícil de ser guardado nos bolsos de renda,
Que insista em esquadrinhar por toda a roupa 

sexta-feira, novembro 12, 2021

Nada carregado de sombras

 


Palavras,

Reticências sem peso,
Que escorregam por entre a água suja,
Que corre para o rio,...

Palavras sem notas,
Ou sequer rostos felizes,
Só restos que,
Sabemos serem voláteis,
E são o que representam,...

Nada carregado de sombras

quarta-feira, novembro 10, 2021

O Inatingível está em condições de revelar que,....


 ..., vai outra vez projetar-se para o papel. A segunda em três anos.

As coordenadas para apresentação do livro estão acima indicadas. Todos serão bem vindos

:-)

A valsa do instante desejado

 


Reconheço as falhas,

A luz do poema,

O que me vem aos dedos depois da resistência,

Da água última que me cobre o corpo,

Antes de ser noite pelos poros da minha pele gasta,...


E agora,

Quando o presente são fios do cabelo desviados do rosto,

Inaudito de medo,

Não se faz a valsa do instante desejado

terça-feira, novembro 09, 2021

Gato velho

 


Aclarar problemas no dorso de um gato,

Movimentos concêntricos,
O tempo passa por entre copos e talheres mal postos,
Há um som inédito de fim naquele local,
Onde ninguém vai para se encontrar,...

O suar extremo de um gato velho,
Anuncia que o renascer será a solução





segunda-feira, novembro 08, 2021

Pedras anuladas

 


O lado perfeito das silabas,

Comigo a ligar ainda assim mais luxaçoes,
Mais desejos,
Com pedras anuladas,
E sem peso,....

Saíam trabalhadores todas as manhãs,
Para dias contornados pelo sol,
Alguns nunca mais voltavam,...

E deixava-me ficar a escrever em códigos,
Que só vocês pareciam entender,
E anular perante a humidade,
De uma chuva que sempre persistia nas minhas ideias

domingo, novembro 07, 2021

Jazz de primordios

 


Haveria uma razão,

Duas, três indecorosas propostas para morte,

Um recoletor de almas absortas,

À boa maneira do imperativo de Kant,

E soava a jazz de primórdios,

Inícios de amor,...


Seguia-se com atenção o bruxulear desta chama,

Para que os imprevistos não desvanecessem,

E ao fim e ao cabo,

Se voltasse a gerar vida,

Neste tubo de ensaio assumidamente relativista

sábado, novembro 06, 2021

Colar torpe

 Poderá ser história,

   A raiva,
Os desejos todos enumerados,
Como contas,
   De um colar torpe de velha invejosa,...

São insultos os que hoje lemos,
E amanhã não contam mais nada,
À sombra das árvores de todos os dias,...

Ao longe vê-se a pilha de madeira,
    Alinhada à porta desta casa,
Que já não conta,...

Poderá ser história,
De três em três versos,
   Um rei ora para a bula religiosa da
Desdita


sexta-feira, novembro 05, 2021

Weekend mood


 

Luz como o silêncio

parecia ser o único indício de 

intimidade,

o odor que ficava,

as rosas que estiveram naquela cadeira,

e agora eram tu,

a tua aura,

os desejos que se te agarravam

à pele,

como um pecado mal explicado,...


para trás tudo era inofensivo,

de um tempo amorfo,

em que nada de inconcebível passava 

a rosto,

nem o que luzia,

se fazia silêncio



quinta-feira, novembro 04, 2021

Beleza insuportável

Olhou para lá do mar,
Das nuvens,
Do que idealizou ser o limite inocente do seu olhar,
E pensou que nada precisava naquele momento,
Tudo já existia com os erros de escrita,
A beleza insuportável,...

E até a vontade de recontar desesperos,
Que foram ficando pelo caminho,...

Focava-se assim na moléstia de querer o azul,
Tudo isto estava assente em linhas sem cor



quarta-feira, novembro 03, 2021

O dia mais feliz da minha vida,.... 13 anos depois

 Dez dias em que estivemos

em parte nenhuma,

o risco,

a vontade de sermos pedra,

tudo rejuvenescido a cada dor,

em todos os suspiros,...


sublinhado com a cor do barro,

com que sujámos os pés

anos a fio,

e ao regressar,

a dor inofensiva,

do ter deixado de pertencer




terça-feira, novembro 02, 2021

Poema que saiu mal



 ainda hoje estranho a tensão,

que uma pele fria me causa no corpo

que oculto,...


habituado à lonjura,

ao desfazer dos dias inofensivo,

no envelhecer que se impõe,

anulo a frase,

admito o silêncio,...


e tudo acaba escrito na parede

escondida,

com a cor que a solidão permite

segunda-feira, novembro 01, 2021

O Inatingivel novembra a celebrar o aniversario da gerência

A identificação do livro estava na lombada,
A letras douradas,
Quase que a  pedir desculpa por qualquer coisa que nem sequer se podia encontrar nas páginas,
Escolho versos longos,
Pouca pontuação,
Para descrever o que me fez lembrar este episodio,...

Coisas boas,
Dignas de um entardecer de há muito tempo,
Escondido por um nevoeiro de final de inverno macilento,
Prévio a um aniversário de juventude que nunca mais vai voltar


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