quinta-feira, novembro 18, 2021

Desnorte sensorial

 


As tuas mãos e a memória do que representam,

Está indefinido o que podes ainda dizer,
Memória de luto,
Do amor sem roupa e sem destino,...

E lá longe uma mentira,
Sem limite e em desnorte sensorial 

14 comentários:

  1. Quando há uma mentira mesmo que lá longe, isso marca a vida toda.

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  2. Gostei do poema, que é magnífico. E do qual, em desnorte sensorial, vislumbrei várias leituras possíveis...
    Continuação de boa semana, caro Miguel.
    Abraço.

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  3. As mãos são algo sem definição, ao contrário das mentiras, que doem.
    Gostei, como sempre, do que escreveu, embora a sua escrita possa ter diversas interpretações.

    Que bonitas cabines telefónicas! Haja bom gosto.

    Dias felizes.

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    Respostas
    1. Já imaginou uma escrita, à exceção claro da jornalistica, a existir sem múltiplas interpretações?
      Eu não
      :-)

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    2. Estou a pensar. Tem razão, mas olhe que mesmo a escrita de um jornalista pode ser tendenciosa e, portanto ser interpretada de várias maneiras.

      Bom fim de semana.

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    3. Pensar faz sempre bem
      :-)
      Bom fim de semana

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  4. Desnorte sensorial, aceitamos, por vezes andamos todos em desnorte.
    A mentira é que é mais complicada, deixa marcas e deixa cicatrizes.
    No entanto gostei do poema que tem muitas ilações.
    Boa semana amigo Poeta e dono dos gatos.
    Beijinhos e afagos nos bichanos
    :)

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  5. Muito bom este post.

    Arthur Claro
    http://www.arthur-claro.blogspot.com

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  6. Por vezes há um desnorte que nos apoquenta...

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Acha disto que....

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