novembro 27, 2021

Saturday evening desperation

o que sei do dia,
nada de mais,
que acalmas o tempo com duas
mãos,
pés de terra que revolvem a água
que já morreu,
e há tanto que imaginar se por
um lado,
se escrever o som no que
ficar implícito



6 comentários:

  1. Belo poema. Vídeo deslumbrante de ouvir

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    Respostas
    1. Obrigado ricardo.
      Sempre feliz e honrado pela sua presença

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  2. Uma bonita forma de dizer indirectamente o bem que nos faz alguém, que nem sempre vem.
    Achei isto muito bonito.

    Boa noite, Miguel.

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  3. Acalmar o tempo, bem falta faz!
    Mas "quem espera, desespera"...

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Acha disto que....

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