28.12.17

E porque sim

Sento-me no dorso do vento 
Carinhoso,
O céu abraça-me com um entardecer que murmura ,
Sussurrando que tu estarás no fim de uma estrada celestial,
Com um sorriso que tem milhões de anos de propósito humano guardado,
Dizendo baixinho,
Que só tu,...


Fazes valer a pena acordar todas as manhãs á procura de um som doce e lindo de calma
Image result for neverending story

26.12.17

Loiça


Deixaste o fado na loiça suja do dia,
Era um marialva cheio de restos de caldo Verde,
Com uns labios pintados,
Muito sumidos,
De tinto de todos os dias,..



Lembro-me de ver o tempo a escapar pelos dedos daquela brincadeira,
E pensar nos calos das maos de Lisboa a pedir descanso,
Indignada mas conformada em mais um entardecer que conta para a morte ....




Pessoa on the rocks

Resultado de imagem para fernando pessoa

Lisboa é o sono alegre na noite que desaparece,
Com a manhã fruto pálido de um tempo que não quer envelhecer,...



Somos vírgulas neste texto pessoano,
Que desce a calçada com passos de sonho para abraçar o Tejo,
E volta em sextilhas de poema dedicado ao vento,...

24.12.17

Post christmas something...

Não me dizes o mar,
Nem as pérolas de coração que as ondas partem na areia quando,
Enfurecidas,
Revoltam o lento trotar da evolução,...

Só com o tempo num sorriso que pede desculpas,
Dizes ser o vento que o planeta deixa cair quando chora,...

Que não acreditas na bondade irrefletida do homem,
Apenas na placidez das guerras que são o livre arbítrio do big bang,
A negação de uma criação divina,...

Noite após noite quis sorver o que de mau de ti ficava,
Para tornando sempre ao ponto de partida, 
Me tornar escritor de coisa nenhuma ....

Consciência social


Image result for crianças pobres

O pai diz à mãe:
"Não há dinheiro para prendas este ano"
Os sorrisos de ouro reluzente não ouvem,
preferem deixar os cantos da casa
arranhados com sons de alegria ingénua,...

Nem sabem que o pai ficou sem emprego,
e a mãe não pode trabalhar mesmo que queira,
e que amanhã, ou depois, ou depois,
se calhar vão brincar com a lua a adorar-lhes os passos,...

Mas é Natal,....

O adorável e insuspeito Natal...

Ho, ho, ho....!!!

Resultado de imagem para frames of movies about christmas

22.12.17

Porra, que não consigo ter uma puta de uma ideia para escrever uma história!!!

Das paredes escorria aquele sangue invisível das pessoas que já desistiram. A tarde chegava sem se fazer anunciar, e pintava a parte da casa em tons difíceis de descrever. Era uma mulher só, aflitivamente incapaz de mudar uma vida desfeita em mil pedacinhos impossíveis de ser colados, a que se sentava num frágil banco velho. Refletia sobre o que tinha falhado. Sobre a voluoptisidade de uma existência que se resumia a um poema autobiográfico, escondido numa gaveta encravada. 

21.12.17

It's a kind of Christmas

It's portuguese popular rhyming, bitch....


Image result for festa de aldeia

eram velhos e novos,
menos jovens e parvinhos ao sol,
com o tempo a jogar ovos,
e o som em lá bemol,…

festa sim em porta não,
para que a tristeza aparecesse,
e a dona fina a dar sermão,
para eu ouvir e quem quisesse,..

e assim veio a noite aos molhos,
para fazer da confusão sorte,
com a lassidão a dar nos olhos,
de quem quer fintar a morte,…

20.12.17

Midseason

Dizias o tempo solto,
Das crianças que choravam 
Lágrimas de velhos que
Anunciavam a infância,
E em si mesmos desenhavam-te na noite para que nem ao dia chegasses,...

E era das estrelas que comias o amor cru e de orvalho,
Onde nas manhãs dormias pela tua vida numa estrada que se comia,
Pessoa de fogo chamaste-me,
Capaz do sonho imperfeito pelo simples prazer de o matar,...

E quando a criação da lágrima parava,
Era eu o possível imperfeito que te mantinha acordada...

19.12.17

Bêbedo



ao fim do dia veio a cerveja,
e mais uma,
e outra,
tantas que a noite se enroscou a ti
como uma daquelas que
conheces e queres deitar fora depois de usar,...

o corpo só te pedia casa quando o sol
se desembaraçava do colete do horizonte,
aí caminhaste pelo picotado da rua
até me encontrares,...

perguntei-te o nome,
respondeste que o ar
te tinha tomado conta do destino....

Primordial mente

Disseste que me davas o céu rasgado, desfeito até só sobrarem estrelas filhas da explosão primordial,...

A manhã rompia com uma gélida sensação de falhanço,
Ao longe pequenos pontos de conformismo caminhavam irregularmente para qualquer coisa igual a ontem,
E sem fim descrito em parte nenhuma,...

Conversámos até o planeta parar,
Ouvia a criação presa ao invisível á espera que tudo fosse normal em sangue novamente,...

Só que das flores veio o poema,
Só se me desses o luar poderia haver vida desenhada num novo entardecer,

Até lá criámos o desnorte controlado pelo som dos oceanos

17.12.17

No breu


Image result for breu

podes não ser o fim,
nem o meio do som construído no silêncio
transparente,
podes nem ser o palácio onde a compreensão
reside frágil, pronta para o fim,...

mas és o quanto no meio do quando,
a  verdade disponível para desenhos irregulares
no céu,
para que alegadas visões do bem,
desfaçam a primeira ideia de inferno
que a noite traz,
no breu….

16.12.17

...se o tempo recomeçasse

pedrinhas soltas no fundo de uma sombra em concha de praia,
dois equívocos à conversa,
 e risos,
risos de mais, com o entardecer a brisa,…

 cheira a novelos de lã, com gatos escritos no desejo de
ver o tempo romanceado,
menos difícil de digerir,
e com remendos de luz a sobra da criação
dá sono às marés,…

afasta o mar até ao limite do mundo,
deixando o pé marcado no que
passou desta repetição de nós
todos em cadeia….

Image result for tempo recomeça

15.12.17

Faz doer os neurónios querer escrever todos os dias...

Não serei vazio de ideias em dia de gritos,
nem ponto interrogativo numa falsa discussão
de propósitos para o tempo,
tu sim,
 com a culpa desta noite que não nasce
no esplendor que me mostraste,…

sou o que sempre fui no meio desta repetição
infinda de segundos,
quem observa,
quem trata de que os lamentos fiquem fechados
entre paredes de fortaleza medieval,…

por tudo o que o tempo dói a passar,
deve escrever-se para resolver microns de solidão
que fiquem espalhados pelo chão….

14.12.17

....esperar por qualquer coisa


Image result for world blowing up

….de todas as coisas o frio,
vestido com as pedras soltas de um
inverno despido de estórias de morte,
é o menos parecido com o que um país
sonha em cada raiar caldo de dia,…

..não fará sentido falar de metáforas desta
forma dorida,
bolorenta até,
mas se o homem evoluiu em círculos concêntricos,
o futuro será de humanidades cosidas em novelos
de expetativas congeladas,
e despidas de sentidos expectáveis e desesperantes….



Nuvens


Image result for cães vadios



….dos cães só se via o desespero,
Lambiam o socorro das paredes de vielas
seguidas,
como se a vida escorresse num dia que
eram dias de calor embrulhado em sufoco,..


do alto o sol cosia o céu a tons de carne viva,…

13.12.17

Auto-confiança em loop


Image result for auto confiança

Cresces dos bolsos do pessimismo,
Como engulho na rotina suspiras pelo fim de mais um dia,
Desejando que das árvores nasçam esconderijos subtis,
Máscaras que façam desaparecer a falácia de seres um equívoco por admitir,...

Na noite,
Em cada noite tudo é renovável com o som que brota das paredes fechadas,
Sobre si mesmas e por cima do ser que te decalca a pele em chagas indolores,..

Podias ser diferente,
Saberias ser outro assim o outro tivesse olhos transparentes de conivência,...

Não havendo isso há mais um sol,
E mais outro,
E outro,
Até que a manhã do eterno te vista outra pele alva,
e irrepetível...

12.12.17

Catavento

desnorte de cima do norte, de dedos a música com vento de sul, e o oeste da calma, com força fraca a Leste de um sono solto de açúcar, findos fortes, mal geográfico escrito à sombra,
com catavento solto, de vento, de vento….

Image result for galo catavento

11.12.17

Ao final da tarde...



Trazias penduricalhos esquisitos de dentro do pescoço,
Amor rasgado em pedacinhos a fazer de colar,
E um sorriso invisível como ‘medalhinha’,…

Apanhei-te a sair da Igreja,
Nem me falaste por vires de mão dada com a depressão….

Resultado de imagem para depressão

Despertador interrompeu este poema

Desnorteado andas putridamente perdido no vento,
Sorvido no turbilhão do correr do tempo,
És as mãos nos bolsos do sol abrasivo, abrasador, indubitável na morte que caminha na berma da estrada que ninguém vê,...

Foi lá que te encontrei,
Falavas de coisa nenhuma com os olhos,
Ouviam-te dezenas de sombras a encolherem ao sol,
Prometias paraísos invisíveis,
Com riqueza de suspiros,
Lúcidas noções de felicidade,
Mar,
Amar por cima de todos os ódios,...

Até anoitecer foste rei no meio do clero da ignorância,
E quando a noite veio,
Subimos ao monte arredondado da dúvida,
E por lá ficamos ainda,
À espera que a espera nos leve para o mundo das coisas reais...

Resultado de imagem para surreal

10.12.17

Exercício medíocre de escrita...

Todos receberam, no mesmo dia e á mesma hora, o aviso para a festa de lembrança da tal pessoa de que ninguém se recordava o nome, e que todos faziam por esquecer. Veio no mesmo tipo de envelopes, envelhecidos, amarelos como se estivessem guardados na mesma gaveta há um ror de anos. O encontro da família estava marcado este ano para um sítio diferente. Sabia-se que seria junto ao mar, numa casa senhorial, de dois pisos, rodeado por muros do tamanho de uma pessoa média, que tinham perdido há anos uma batalha com sebes pestilentas e verdes acastanhadas. 
A data não vinha referida na missiva escrita pelo patriarca. Mas não era necessário. Dez pessoas diferentes receberam a carta, e todas sabiam onde ir, e quando aparecer.
O dia do encontro amanheceu encoberto. Tinha chuviscado de noite,  deixando as ruas sujas de um húmido gordurento do óleo que os carros velhos mijavam por todo o lado.
Todo o grupo juntou-se em cerca de uma hora. Sem trocar palavra, esperaram até que o último cruzasse os portões metálicos, e deixasse atrás de si um barulho de eco perdurante. 
Passaram a porta da mansão, entraram numa sala vazia, apenas com uma mesa de tamanho surpreendentemente adequado, e com um número de cadeiras suficiente .
O silêncio acompanhava um encontro sem propósito, com um música feita de um violento e agudo silvo, suficiente para perfurar ouvidos com violência inaudita.
Uma folha branca foi colocada no centro da mesa, e a todos lançado um desafio, através de uma gravação...

Resultado de imagem para palacio antigo


...de noite qualquer coisa


Resultado de imagem para arranha ceus

A cidade descalçava-se de ti,
Espreguiçava-se por cima das Torres recortadas num céu de chumbo que acolhia a noite num longo abraco,
Em finos chuviscos de lama figurada,
Desceste sobre as ruas que escorriam pessoas em calçadas gastas,
Como sangue nas veias finas de um moribundo, ...

Foi a um poema triste,
Decantado,
Depurado de otimismos impossíveis de descrever,
Que recorri para acordar sons adormecidos na cadência ritmada de vida que trazes...

8.12.17

Falta acabar isto...

estávamos no meio de um vento silencioso,
levado na brisa de conversas que aquele final de tarde trouxe nas mangas de um dia a despedir-se,
diziamos de nós tudo o que tinha falhado nos períodos repetidos de inconsequência,
com pássaros a debicarem os intervalos da distancia por percorrer entre nós,…

Image result for pássaros a debicar

...de dentro de tudo


Image result for inside

De dentro de tudo, de dentro do tempo, por fora dos segundos perdidos,
Na roda,
Dos minutos ganhos enviesados  a mirar,
De dentro de tudo sobes por qualquer coisa difícil nos rebordos que o
Vento deixa,…
Faço-me de pintor do Sol que é juiz de toda esta contenda,
E com cuidados de som,
Fica abafado,
O rumor que a morte deixa,

Por dentro de tudo… 

7.12.17

Ratito

Se os ratos se medissem em sonhos,
A cauda seria o acordar em dia de chuva,
As orelhas um antidepressivo que dá visões,
E As patas a vontade de fugir do sol que dá frio...

Once upon a time....

Esperava por transporte quando a vida passou por mim,
Eram vidas montadas na inconsequência do vento,
Falavam por cima umas das outras para parecerem uma,
Só eu as via,
No louro do entardecer rodeavam o esteio do planeta numa dança
Inconsequente,,…
Arrastado sem direção o louco perguntou-me quem eram aquelas mulheres sem sentido,
Calado respondi-lhe com o sentido da existência,….

Yo Adrian!!!!!

































6.12.17

O medo, e tudo à volta


Image result for medo

Temos medo, e sempre temos medo de
Qualquer coisa que não o medo de ter medo,
Porque alcançar fome de ter medo sem que
o medo venha realmente,
É dar ao medo a posição unânime de instilar
medo na presença sublime que o medo
tem no medo de estar sozinho,…

E assim ter medo que outros
deixem de ter medo connosco,
Termina com o medo sentado no
trono pusilânime dos que governam,

Baseados no medo….

3.12.17

Abraços angélicos da loucura....


Image result for loucura

Desusadas as coisas em cima desta mesa,
Fruto do tempo e da insofismável precisão do crer,
Repousaste decidida na brisa vinda de todos os sítios
Imprecisos do planeta,
Falávamos do necessário para estar vivos,
Do que o mundo precisava para girar para sempre até
tombar no canto do universo,..

e de fora ficavam as minudências de saber pensar,
era algo deixado para trás,
não cabia naquele momento em que só o tempo frio e calcário nos
deixava em qualquer coisa de repetir o desnecessário
do sobreviver,

passaram muitos relógios de tempo temperado,
e ainda aqui quedos no triste tempo de só nos termos,

para escapar aos abraços angélicos da loucura…

...é isto antes de almoço....

Related image

I'm easy like Sunday morning.......



2.12.17

Big Bang Só...


Image result for big bang

Dessas nuvens que não são céus mas são profissões de sumida lealdade,
Desceram falos, 
A ideia justa do fim da humanidade,
E tudo voltou ao começo,...

Com animais feitos pessoas animais,
E pessoas animais desfeitas ao sol quente dos idos de um Natal arredondado,...

C hoviam nuvens de vapor cozido,
Para vir a morte doce da tal explosão,
Que fazia tudo voltar ao princípio,
Doente,
E desfasado do que acabamos de conversar em choros de bebê velho...


Virar das pedras do sol


Image result for pedras ao sol


Não houve hesitar no virar das pedras do sol,
Nem parando o revolver da indecisão desfizeste o que podia ter sido o continuar da vida escolhida pelo acaso,
Só deixada assim esta paragem do tempo fez sentido,...

Traria o respirar conjunto,
A solução infinita para medos inexplicáveis e disformes,
E o mar,...

A forma do mar para esclarecer o caminho de deserto que ficou entre nós ...


Etiquetas

Poesia (891) Vida (579) Surreal (326) poemas (254) Pensamentos (201) Introspecção (186) Homem (180) Textos (105) escrita (93) poema (85) Sem Título (84) Portugal (79) Sonhos (77) abstrato (76) prosa (71) Contos (60) imagem (60) youtube (57) Reflexão (56) musica (56) Sórdido (51) Um dia gostava de saber escrever assim (51) Literatura (50) Tempo (50) introspeção (50) video (49) Amor (46) poesias (46) Escrever (43) Política (39) autores (38) Absurdo (37) Passado (37) Ironia (34) tristeza (34) pensar (31) foto (28) imagens (27) pensamento (26) Humor (25) Recordações (25) Fantasia (24) História (23) introspecao (22) Morte (20) gif (19) Desilusão (18) rotina (18) Ficção (17) Memória (17) desespero (17) texto (17) Regresso (15) cinema (14) Música (13) lisboa (13) solidão (13) Dedicatória (12) Pelo Menos (12) Texto # (12) quotidiano (12) Menina perfeita (11) dúvida (11) Comiseração (10) Rimas (10) escritores (10) fotos (10) ideias (10) nonsense (10) 'Depois de almoço' (9) existência (9) giphy (9) Mundo (8) Vídeos (8) blogue (8) escritaautomática (8) irreal (8) presente (8) Divagações (7) Inatingivel (7) Suspense (7) ausência (7) coisas estúpidas (7) real (7) sentimentos (7) sombrio (7) videos (7) Discurso de (6) Diálogo (6) curtas (6) desnorte (6) fotografia (6) futuro (6) gatos (6) ilusão (6) noite (6) ser (6) sonhar (6) Homenagem (5) Natal (5) ciidade (5) comédia (5) datas (5) depressão (5) do nada (5) dor (5) espaço (5) luxos importados (5) paginas partilhadas (5) politica (5) qualquer coisa (5) recordar (5) relacionamentos (5) sonho (5) trabalho (5) vídeo (5) Actualidade (4) Ali antes do almoço e a umas horas do sono (4) Dia Mundial da Poesia (4) Viagens (4) amargo (4) animais (4) belo (4) concursos (4) imaginário (4) interrogação (4) intervenção (4) língua (4) meditação (4) razão (4) reflexao (4) subjectividade (4) sujeito (4) surrealista (4) terra (4) Gótico (3) Religião (3) Vício (3) adeus (3) aniversário (3) autor (3) beleza (3) breve (3) cidade (3) colaborações (3) conformismo (3) conhecer (3) conversas (3) crossover (3) curtos (3) céu (3) dia (3) fim (3) linguagem (3) livros (3) medo (3) mulher (3) obscuro (3) país (3) pessimismo (3) popular (3) porque sim (3) prosa poética (3) páginas partilhadas (3) saudade (3) sem sentido (3) social (3) tarde (3) é meu (3) 'abrir os olhos até ao branco' (2) 'na terra de' (2) América Latina (2) Desejos (2) Fernando pessoa (2) Poemas de enternecer (2) Poemas música (2) angustia (2) aniversario (2) ao calhas (2) arte (2) auto-conhecimento (2) conto (2) decepção (2) desconexo (2) descrição (2) desejo (2) destino (2) evento (2) fado (2) falhanço (2) família (2) filmes (2) hate myself (2) ideia (2) indecisão (2) instrospeção (2) interior (2) jogos de palavras (2) lamento (2) lamentos (2) leituras (2) liberdade (2) luta (2) manhã (2) mensagem (2) monólogo (2) outono (2) parvoíces (2) perda (2) pessoal (2) poetas (2) psicose (2) revolta (2) ridículo (2) sem tema (2) sentimento (2) sexo (2) silêncio (2) subjetividade (2) viver (2) Africa (1) Denúncia (1) Gig (1) Haikai (1) Justiça (1) Parabéns (1) Poesia abstrato (1) Poesia escrita lisboa verão (1) Teatro (1) Tumblr (1) Universo (1) acrescenta um ponto ao conto (1) alegria (1) alienação (1) animado (1) armagedão (1) artistas (1) atualidade (1) blackadder (1) brincadeira (1) campo (1) canto (1) cartas (1) coletâneas (1) comida (1) condição humana (1) conjetura (1) contribuições (1) crónica (1) curto (1) desafio (1) desanimo (1) descoberta (1) desenho (1) despedida (1) dialogo (1) discriminação (1) discurso (1) distância (1) divulgação (1) doença (1) e tal (1) erotismo (1) escrita criativa (1) espera (1) estupidez (1) estória (1) estórias (1) eu (1) falar (1) familia (1) fatalismo (1) felicidade (1) festa (1) filosofia (1) fim de semana (1) final (1) fofinho (1) guerra (1) haiku (1) hesitações (1) horuscultuliterarte (1) humano (1) ilusao (1) indecente (1) infancia (1) iniciativas (1) insulto (1) inutil (1) inverno (1) jardim (1) jogo de palavras (1) já se comia qualquer coisa (1) lamechas (1) lembrança (1) lengalenga (1) letras (1) lingua (1) link (1) links (1) livre (1) loucura (1) mario viegas (1) memórias (1) metáforas (1) moods (1) movies (1) (1) nada (1) natureza (1) nomes (1) novidade (1) não sei se um dia gostava de saber escrever assim (1) números (1) once upon a time (1) outono quente (1) participações (1) passeio (1) pensáveis (1) pessoas (1) pictures (1) pobreza (1) português (1) praia (1) promoção (1) provocação (1) proximidade (1) qualquer coisa antes de almoço (1) quandistão (1) quarto esférico do fim (1) rap (1) realidade (1) remorsos (1) renascer (1) residir (1) ridiculo (1) risco (1) riso (1) ruído (1) sem titulo (1) sentidos (1) simples (1) sociedade (1) som (1) statement (1) subjetivo (1) televisão (1) tweet (1) twitter (1) vazio (1) velhice (1) versos (1) vida escrita (1) vidasubjectividade (1) violência (1) voz (1) vuday (1) vulgar (1) África (1)