sábado, agosto 31, 2019

Pratos de comida vazios

Em segundo ficavam sempre os pratos de comida vazios,
Depois da noite,...

Quando na casa nos restávamos à boçalidade e aos risos engaiolados,
Abriamos hostilidades pensando em livros de poesia,...

Digladiando etilismos,
E síndromes de Estocolmo desenhados nas paredes,
Percebiamos que um bom verso suja as casas,
Anula a harmonia falsa recontada todos os dias,...

Os pratos de comida vazios vinham depois,
Rendidos aos poemas recortados,
Adormeciamos infantilizados num beijo



quarta-feira, agosto 28, 2019

Tempo submerso

Por entre as portas fechadas de
Dezembro,
E os lobos que cheiravam a medo as urinas dos cordeiros que ladeavam as serras,
Palmilhando terreno como suicidas em busca do contraditório,
Eram momentos finais os que separavam os relógios do fim do tempo,...

Nada se conhecia,
Nenhuma era a voz rouca que contava como lamento,...

Julgava o frio dos momentos,
Como aquilo que de momento tem cada instante,
E preferia como instante ver nevar,
Sentir a criação a varrer para o adiamento o que nos irá um dia
Descer ao invisível,...

Sou agora uma esfera,
A artéria sem lisura do que me tapa nas noites frias


terça-feira, agosto 27, 2019

Indecisão frásica

Só mais uma vez a luz baixa,
Os dias terminando um ano que ninguém quer descrever em frases por explicar,
No luscofusco as mesmas possibilidades de sucesso,
Um cão moribundo que na noite se arrasta quando a cidade dorme,...

Nada aparenta ser mais o que lemos juntos há tanto tempo,
Hoje as pessoas escrevem-se em capitulares,
Perfazendo datas redondas e sem espírito,
E talvez pare por aqui o que nenhum sentido faz,
Ja não te conheço o suficiente para prosseguir




segunda-feira, agosto 26, 2019

Subterrâneo

Fazes tanta falta,
Parece que deixo de saber escrever,
Ou sequer de distinguir um dia de,
Um café mal tirado,...

Assustar
Me,
Não é o mesmo sem ti,
A falta de todas as faltas de chão provisórias,
Atenuadas porque tens um espaço ao meu lado,
E sinto a Terra adormecida de engenho por nos ter como falha entre o ar moribundo da criação,...

Talvez ter-te conhecido soasse a Beethoven,
num choro em decréscimo,
Quando desaprender de ser humano soa a provisório,
A luz de facto num argumento estéril,...

Acabo de escrever qualquer coisa,
E sigo caminho por entre o
Trânsito do final de tarde,...

Escrever destroços nunca te trará de volta

domingo, agosto 25, 2019

Ágora

Nenhuma palavra estava completa,
Sem ideias,
As frases soavam a arejar de casa velha,
Naquelas manhãs em que morre uma alma desconhecida,
E nos quedamos sem saber o que dizer,...

Vínhamos de tantos sítios quantos a racionalidade permitia,
O dinheiro dava para pequenos projetos de ficção,
E reunimo-nos na que foi a ágora própria para o silêncio,...

Ao redor do último fogo possível,
Houve um compromisso fútil de um projeto em comum,
Aprumar uma resenha de corações partidos,
O amor tinha tirado a confiança a uma série de autores sem nome



sexta-feira, agosto 23, 2019

Meu leito

Lembrarmo-nos do som,
fechar o quarto,
esperar que uma sejam muitas paredes para uma dissolução de sentimentos,...

ainda se davam oportunidades a algo,
esperando a comer que um de dois sorrisos voltasse antes que fosse manhã,
falariamos de roubos perfeitos,
ladrões que foram felizes enquanto uma flor vive e morre,
para que outra depois alise a Terra de novo para uma lágrima,...

no fim,
seriam tantos fins quanto o espaço
desfeito que permitimos entre nós,
talvez partisses,
eu ficaria ao sol da manhã,
até haver noite suficiente para que ressurgisses como meu leito



quinta-feira, agosto 22, 2019

Hajam loucuras

de todas as frases impedidas de ser ditas,
a tua boca fechada sem remédio,
com presença irrefletida,
não faria mais que um lamento indiscutível,
Um poema sem sentido,
as maiúsculas do meu choro assustadas com a ausência,...

nada faria sentido se não quisesses
um entardecer,
um gosto sublinhado na interpretação do nosso mal,...

e por fim,
hajam loucuras

quarta-feira, agosto 21, 2019

Obstetra de si próprio

dispunha-se a ser
o obstetra de si próprio,
com longas e
irremediáveis dúvidas
sobre a consciência,
analisava todos os períodos
em que o feminino de si,
se aninhava no conforto
 do homem dececionado que,
às noites,
se fazia de si próprio,
enchendo-lhe a pele
de forma irregular,....

o amor ficava lá longe,
e as dúvidas de dias
desfiados em sombra
acumulavam-se,
ao canto de um quarto semi-vazio,...

sentado em concha,
de pernas arqueadas sobre o coração,
ponderava acabar
com uma vida irremediavelmente
obcecada


terça-feira, agosto 20, 2019

Sem tema

-o caminho é por aqui,...
lembrei-me que fechavas os olhos, mesmo sentada ao volante.
-Tens a certeza?
Não, nunca tive certeza de nada na vida. Talvez só de que não nasci para ter certezas. Mas agradava-me o sol no colo, enquanto sorria ao teu lado. De cabeça ligeiramente inclinada para a frente, o assento do banco do carro a isso o obrigava, arrancava-me um sorriso sem explicação.Conduzias nervosa, mas ao mesmo tempo capaz de falar. De assumir posições políticas irrefletidas, opiniões sobre a arquitetura das ruas onde passávamos,...
- Não me digas, já sei que não tens a certeza de nada.
Por mais qualquer coisa, iríamos dar a lado nenhum... Mas isso pode contar-se noutra altura.


segunda-feira, agosto 19, 2019

De broa do

esperar por quê,
se o tempo não se
veste para sair daqui morto,
recordado como terra,
esperar sim,
mas na vanguarda
da decisão,
independente do vício,
dos lamentos
dos rios que vacilam
em pranto,
quando tudo na vida
 abana em seco
para o abismo,....

a meu ver nada,
se pinta a ocre
enquanto os olhos
 cegos se adaptam
ao sangue,
nada faz sentido
 ao esperar pela força,...

nada mais presente que o
passado de fome cantado


domingo, agosto 18, 2019

Precisa medida da necessidade

raízes tão finas
como o choro,
a decisão falsa de
ignorares o tempo,
e o passeio pelas findas
encostas da desilusão,...

resumi assim aquela noite
em que percorri
caminhos obtusos,
onde o esquecimento se perdeu
na raíz iludida da água,...

e ao longe a precisa medida
da necessidade



sexta-feira, agosto 16, 2019

Dissecar

e eu de alguma forma perco
a voz,
disseco-a como de um coracao
partido tivesse saido,
não me recordo que chorasse,
nem das vezes em que luziu
uma despedida,...

talvez mesmo tu me escrevesses
o silêncio,
a minha normal tendência de ser,
sim só com a mesma cadência de poemas iludidos,
determinantes apostatas,
sem religião,...

só assim alumio a verdade,
perdida assim,
no chão






quinta-feira, agosto 15, 2019

Nua de expetativas

não precisei de te odiar,
nem da precisão de um adeus,
só me restou caminhar pelos ramos
quebrados do que dissemos,
sem sentir,....

não me acho pronto para
reescrever o nosso caminho,
e o que ficou por dizer assola
o frio do respaldo da saudade,...

abrindo a boca,
e ao selar o coração,
este seria o mundo possível,
agora que no gelo caminhas,
longe de mim,
perto da ideia de nós que
gritavas ser atabalhoada,
mal vestida,
inocente de mais até,...

mas que agora é a única que
existe,
uma ideia que connosco vive
ao longe,
nua de expetativas


quarta-feira, agosto 14, 2019

História de final indefinido

...só sentia saudades de contar uma história de final indefinido. Por isso sentei-me no degrau de entrada da minha casa, eu que de forma tão marcadamente irresponsável moro no campo, com a frontaria da minha habitação escondida por copas de árvores que de tão velhas, já cruzaram destinos, aguardando a morte de abraços fechados.
Inventei um homem de meia idade. Sozinho, desmazelado, que gostou de ler mas agora perdeu a vontade de impedir os neurónios de morrer. Não lhe dei nome, porque as pessoas sem futuro não têm nome,... perdem-no ao primeiro desgosto forte que os abana tanto até cairem. Não alimenta expetativas sobre nada. É assexuado, por razões que não explica.
Enchi um copo de vinho branco, quando chegou a altura de lhe moldar os pensamentos. Acreditava numa sociedade sem exploradores e explorados, porque o pai lhe tinha dito que isso era bom... Mas nada mais... A política deixava-o deprimido... Um dia conheceu uma mulher perdida. Tinha-se esquecido do caminho para casa, porque não tinha ninguém à espera... Era um dia de Verão menos quente que o habitual....


terça-feira, agosto 13, 2019

Inocência explicada

inocente,
inocentes os dias mal desenhados,
os mesmos com que me oferecendo
verbos por conjugar,
percebias que não sou a tua ilusão,
nem tão pouco as vezes com que
te deitas contigo mesma,
e assim a felicidade te abraça num
desfecho de solidão,...

não sou nem parte mal entendida
deste quadro desbotado,
iludido,
com que apareces ao lume
da minha ausência


segunda-feira, agosto 12, 2019

Estreiteza de ruas

hoje sei por alto que as ruas não
são tão estreitas como o vento,
a partir de um certo ponto,
o mundo embrutece,
as lágrimas das pessoas
alisam as esquinas,
e a vida perde o rebordo
enlutado dos nossos fracassos,...

passa assim o sentir mal dos
dias menos explicados,
e tudo acaba em silêncio,
como os limitados da criação


domingo, agosto 11, 2019

Aqui para cair

não faz diferença se a luz ja
não for minha,
nem se por aqui a sorte ainda tiver
caminhos escondidos,
repugna-me estar aqui para cair,
deslizar pela indecência da Terra,...

encontrando-te a meio pela razão
indefinida que a luz nos traz,
e por tudo isso,
ausente me tenho na expetativa de tudo acabar


sábado, agosto 10, 2019

...tantas coisas

Saiu de casa, e para trás deixou-me com tantas coisas. Uma mala de viagem comprada num daqueles mercados em que, um dia, gostámos de nos perder. Era acastanhada, com um fecho cromado, de fivela. Cabiam lá dentro todas as camisas que ela me comprou, bem dobradas. Não perdiam a goma, e ainda havia espaço para algumas gravatas enroladas, em novelo. As meias ficavam numa bolsa na contracapa da mala, embrulhadas em punho fechado, como todas as mulheres mandam. Ficou para trás o ferro de engomar que tratava das camisas, e ainda vários sapatos já gastos do uso.
Os livros mereciam o meu silêncio, espantado. Estavam concentrados em montes derrubados, quase como aqueles filmes de domingo à tarde, com montanhas arrasadas por caças japoneses que devastavam as ilhas do Pacífico, e depois fugiam em direção ao pôr do sol. Havia uma bíblia, como há em todo o lado. Coisas da escola, com o 'Felizmente há luar', do Sttau, que ambos gostámos de ter sido obrigados a ler, em lugar de destaque.
Havia muito mais. Talvez, escondida, houvesse até uma lista de tudo aquilo com que fiquei.
Não conseguia pensar.
Só me ocorriam os pequenos almoços de fim de semana, na Baixa, tomados em silêncio no meio da estridência dos gritos das famílias com crianças pequenas que nos afogavam, só porque nós sempre deixávamos. E gostávamos.
E os jantares de todos os outros dias, também em silêncio. Uma batata frita de pacote, endurecida porque não havia dinheiro para comprar mais, sabia porventura melhor se os maxilares e a língua só se concentrassem no ato de comer. Nunca no de falar.
Talvez tenha sido esse o silêncio que acelerou aquela saída. E para trás ficaram tantas coisas....


sexta-feira, agosto 09, 2019

Escrita envaidecida

penso em escrita envaidecida,
sem poeiras,
abalada por tremores de
anuências sem rosto,
avales de indolentes de escritório
que até arrastam o
tempo,
só porque o tempo lhes
ensina versos com verve,....

a minha escrita envaidecida,
será minha se nos versos
assinalares os limites
por onde posso ir,
aquelas ruas em que já passámos
há muito tempo,
e onde o tempo ficou refém
de velhos anónimos,
acalmados pelo sorver que
a morte tira dos ossos,
e cospe de volta nas esquinas
que o tempo vai glosando,....

a minha escrita envaidecida,
sinto,
vai acabar quando tu e eu
nos esforçarmos pelo fim
possível para um desejo,
embrutecido


quinta-feira, agosto 08, 2019

Desenho

vou escrevendo a minha verdade,
como se isso andasse
perdido pelos redondos da cidade,
não anda,
está escondido nos meus
nos teus,
em todos os bolsos rotos pelo
desespero,....

e ao longe a mediocridade
habitual dos que desenham
na terra

quarta-feira, agosto 07, 2019

Não ser

no seu não ser,
dizia,
estava o fechar do porto
da cidade,
para que a pureza pudesse
continuar,
só até ao tique do Tempo,....

diziam de tantas maneiras que
eram aquelas mulheres,
as mesmas que fechando as
frases de rendição,
estranhavam os textos que
a malformada indecisão
trazia,
todas as tardes,...

no seu não ser,
afrancesado,
com a mesma e indefinida
bruma das manhãs,
se calhar não estava nada

terça-feira, agosto 06, 2019

Um dia gostava de saber escrever assim

SONETO ERRÁTICO
        com duas caudas
(codas, para gente distinta)


foi já há muito tempo
mas eu não lamento
eu não lamento
não lamento
o pouco
tempo
que
                                        foi.
pois é
parece que
lamentar esse
tempo que se diz
pouco fá-lo maior
mas já não é o que foi
só finge ter sido mas não
                                          é.

Alberto Pimenta

ZOMBO, edições do saguão, 1.ª edição, Lisboa, Maio de 2019

Treme

treme,
recordei-me
de ti concisa,
 sem rodeios,
por isso quero
que tremas,
vacila um pouco
e o medo
enredará em ti o
 modo assustador da indecisão,....

 tremendo serás outra,
sem fragrância,
 com a frase certa
para cada rodapé
incompleto que a vida nos dá, ...

a tremeres farás
parte de mim,
sem que eu consiga
fazer parte de ti,....

 a tremer lanço-te no vazio,
sem que queiras voltar




segunda-feira, agosto 05, 2019

Transcendência

Ouvia quem lhe dizia que se transcendesse,
Para arrancar a pele,
fazendo de si mesmo uma veste para indigentes,...

ao vento,
as sombras pareciam_lhe assim menos
hipnóticas,
tal e qual o destino dos anónimos num caminho sem terra



domingo, agosto 04, 2019

Maria e Manuel

maria foi indulgente com manuel,
manuel tentou perceber maria,
os dois assinaram
um documento de razões indissociadas,
maria prometeu fazer manuel feliz,
manuel escolheu partir sozinho,....

 à hora em que os lados do
tempo se depreciam,
já ia no vértice
enviesado do mundo,
e nunca mais deu ao mundo
as partes enlutadas do
seu coração,...

maria não mais sorriu,
de manuel não mais se soube


sábado, agosto 03, 2019

Mesmo assim

Mesmo a saber que deixara de saber molhar a realidade com a dose certa de palavras disformes. Mesmo sentindo que caminhar nos intervalos que o sol me concede antes de um dia se desfazer em toda a escuridão que alguma vez houve,...
Mesmo a pedir que me deixem ser o bloco sólido de duvidas que sempre fui,...
Indisponível a que de mim façam ligações diretas ao âmago da Terra,...
Mesmo assim, preciso do luar. Não ha razão que sempre dure à ausência da noite,...
Nem os meninos a chorar porque nos menorizam a cada momento em face do fim que é certo...

sexta-feira, agosto 02, 2019

Cidade anotada

de um lado a cidade anotada,
lembro-me do escritor que a desenhou em curvas irregulares de mulher transparente,
do outro a frase com que nos habituamos a viver,
o destino do sol era o meio desta indecisão,...

como se nada mais fizesse sentido no hibrido do silêncio,
ajoelhei-me em dez reis de passado,
e o que vi foi suplantado pelo anoitecer sem cor 


quinta-feira, agosto 01, 2019

Arruamento vazio do tempo

seremos confundidos com
o amor,
a nós virão os equívocos
dos dias trôpegos,
como que o tempo a envelhecer
sem que o nosso corpo o acompanhe,...

falaremos de temas infelizes,
sem soluções aproximadas
de compromisso,
e em redor da assembleia
dos dias que correm,
o homem ressurgirá na solidão,
avesso ao que de comunitário
nos transpira da pele,...

e para que no alimentar das almas,
se pense de novo que a poesia
cura feridas,
virão os choros de criança,
a adormecer no que de
incerto tem a noite que cai


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