terça-feira, agosto 31, 2021

Folha branca, amarfanhada

 O que escrevo é de um duro envolvimento,

Não se me oferece dizer nada mais que a preparação,

Deixar a quem apetece da forma insurrecta e clarificada,

Que convém a que quem lhe apeteça,

Possa repetir o mesmo,...


O segredo é simples,

Uma folha branca,

Amarfanhada,

Desilusões consecutivas,

A inocência literária que nos leva a olhar para o céu,

E reproduzir o limite da loucura,

Nada mais,

Nunca mais se possa repetir este destino 

segunda-feira, agosto 30, 2021

Carreiro pequenino das formigas

 


Ouvi dizer que se perdesse a noite,

E a deixasse seguir pelo carreiro pequenino das formigas sem nome,

Iam perguntar-me se andava a saber de ti,.. 


Teria de reconstruir o evento do meu desânimo,

E abdicar da idade,

Das mãos em cruz com que reinicio o meu racionalismo,...


Há-de tudo quando nos perdemos de propósito,

Em 'ismos' que nos tornam mais novos,

Assim explico este momento em que talvez esteja desprotegido,

Haverá uma música qualquer que enalteça a noite desta forma 

domingo, agosto 29, 2021

Saco de correspondência

 


Este saco de correspondência está dividido por assuntos,

A desordem,

A inatividade,

A razão de uma mentira,

Todos em aprovação da razão como fim último da loucura,...


Acondicionado por zonas,

Destinava-se a chegar às casas de pessoas perdidas,

Que sucumbissem numa pele lustrada e impressiva,...


E há mais qualquer coisa para dizer sobre a parcimónia das imprecisões,

Que não seguirá nesta encomenda 

sábado, agosto 28, 2021

Sábado, lá para o meio da tardinha

 


Desafio-te à distância,

A não ter o que comer nem o que amar,

Desafio-te a cada vez,

À medida que a chuva aumenta,...


E juntos,

Mesmo na impossibilidade do toque,

Seremos o pronome que vai restar à loucura

Maneirismos de kafka

 


Kafka não tem ossos,

À boca de cena apenas simulações lhe pendem das cartilagens,

Pede-se que este seja um dramaturgo iludido com a própria riqueza,...


Isto já que se insinua que seja apátrida,

Desapegado de raízes culturais e oniricas,

O que se infere dos maneirismos neutros que ostenta,

À saída do teatro que se banha nos últimos raios de sol do dia 

sexta-feira, agosto 27, 2021

Botões despregados

 


Cautela com o que dizes,

A forma como sentes,

Os botões despregados dessa que é sempre a mesma roupa de ausência,...


É sempre ao som daquela manhã de Setembro,

Com um respirar inodoro,

E a fome de abraços que se calhar nunca existiu,

Que teremos de prosseguir,

Até ser nossa a vontade de luz esvoaçante 

quinta-feira, agosto 26, 2021

Amuletos azulados

 


Foge-me o prazer para a monstruosidade,

Pequenos pormenores,

Traços irregulares,

Velhices que segui e se despenharam de uma altura considerável,

À medida que o hediondo soava a normal,...


Hoje,

Há amuletos azulados debaixo de cada pedra,

De cada onda rasa de um rio sujo,

E somos nós,

Os mesmos de sempre,

Reduzidos ao lado negro do meu medo pela mudança 

quarta-feira, agosto 25, 2021

Secas de ventre

 


O lugar do corpo,

Não é aqui,

Sentam-se um desespero e dois roidos da sorte,

Naquele canto,

À espera que haja sopa e um prato de restos de carnes frias,...


Há sol,

Aos recortes,

E mulheres de cabelos atados e sebentos,

Secas de ventre e de emoção,

Aqui não há corpo,

Estrofe dois 

terça-feira, agosto 24, 2021

Indissociaveis

 


E daquelas coisas que se escrevem em línguas mortas,

Como se não houvesse verbos indissociáveis da pena,

E do desejo de ser mais forte sem água que caia do céu,

Sem dias mais tristes que um lamento,...


A repetição,

Esta mesma coisa de sempre querer ignorar frases,

E escolher poemas,

Vai impedir que hajam dias enegrecidos

segunda-feira, agosto 23, 2021

Ziguezagueando


A querer imaginar devaneios matemáticos,

O homem aplicava-se, 

Além de inventar palavras,

Cruzava e descruzava os braços,
Como se um apóstolo tivesse sido,
E quisesse voltar a ser,...

 

                                       O homem cultivava-se,
Ou pelo menos tencionava fazê-lo 
sempre que isto tivesse oportunidade de fazer,
Ao leme do barco de casquinha,
Que era a sua pouco precisa relevância,
Deixava-se ir,
Sempre que vento não havia,
E sol parecia deixar de haver 

domingo, agosto 22, 2021

Kurt

We can have some more

Nature is a whore

Bruises on the fruit

Tender age in bloom"





Fugi de tudo


Sei que nesta fase da minha vida,

A única conclusão possível é a de que fugi de tudo,

Não tenho do que me orgulhar,

O que responder a mim mesmo no silêncio,...


Nem sequer passos para dar,

quando chove de mais na minha consciência,

Só a escrever assumo a pressão de ser medíocre,

De uma forma medianamente criativa,

E que sublinhe diferenças do tempo inútil 

sábado, agosto 21, 2021

Peso da idade

 


Assemelhava-se a um momento em que a idade,

 o peso da idade, 

a irresponsabilidade de saber que não tem custo o saber viver, 

o que pesa são os arrependimentos,...


Parecia ser tudo em desordem,

Uma asneira,

Um livro aberto com páginas dobradas de par em par,

Todas as vicissitudes do mundo reunidas ao entardecer,

À espera de serem queimadas,

Tudo reunido não pesava mais que um inseto de vida efémera 

sexta-feira, agosto 20, 2021

A vez


 aquela vez em que um desenho,

a luta por cima das roupas molhadas

de todos os dias,

me fez subir umas escadas,

bafientas,

trémulas,

e bater à porta dos meus sonhos,....


sentia-me o coelho,

a enregelar antes do tiro fatal,

e não havia ninguém,

só vozes,

dispêndios descontrolados de

raios de sol,

que tremeluziam pelo apertado orifício

de um vidro partido,...


naquela vez,

tudo somado fez o quociente certo,

do descontrolo,

e estava perdido

Apóstrofe divina


a música continuará a vir em

ondas que nunca prestigiam,

tal como dos deuses nos despojamos com

as erínias,

dos mortais preenchemos os espaços em

branco,

com múrmurios,

meninas soltas que passeiam dispostas

a resolver os problemas,

pelos próprios meios,...


e há sempre mais,

o que se exige do corpo,

e dos deuses nunca se poderá esperar

quinta-feira, agosto 19, 2021

Mestre de cerimónias



 já sei que não é por

ali que quero ir,

a minha roupa está rasgada,

cheiro a assunto indefinido por discutir,

e só ouço os limites do recorte

do meu cheiro,....


há novidades sobre esta aprovação de 

solidão,

terá dois intervenientes,

mudos por conveniência,

vestidos só com a pele,

e muito tristes,

a ponto de conseguirem retirar os

contornos do pouco que os rodeia,....


é feita esta introdução,

que me apresento como o 

mestre de cerimónias,

que nunca imaginaste haver

quarta-feira, agosto 18, 2021

Solenidade muito própria


duas ou três parcelas de um escrito incompleto,

de autor desconhecido,

que pendia por detrás de um móvel

que apodrece,

naquela casa abandonada,...


ou se confirma,

ou a incerteza corrói,

torna os ossos em água,

o sangue em vinho azedo,

e de tortura recôndita,...


ao fim e ao cabo,

este é o dilema das vidas finitas,

dito do topo de uma rua,

ao entardecer,

com o sol a enquadrar-nos a cara

com solenidade,...


nada disto parece sequer pesar

muito

terça-feira, agosto 17, 2021

É oficial. O Inatingivel está 100 dias avançado em relação ao seu tempo (Post de 25 de Novembro publicado)


 

... O mar depois disto tudo


 Amor,

A palavra que uso para que no mundo tenhas um lugar,

É desenquadrada,

Sem sentido,...


Assim vejamos,

Antes do A nada vem,

E depois vem tudo,

Logo ter um M de morno a seguir, 

De matar o tempo para que ele definitivamente tenha algum sentido,

Não faz de todo o sentido,

É tão atroz considerar a circularidade de uma letra,

Assim do O nada sei,...


Por esta altura já deves ter percebido que por R só nos lembramos mesmo de,

Rato,

Estava vazia a hora em que me lembro de te ter explicado isto,

Pode ser o mar depois disto tudo,

Nada mais me apetece 

segunda-feira, agosto 16, 2021

Só um 'cheirinho' do que o Inatingivel vai em breve, voltar, a revelar ao Mundo


 

Jogar com silêncio

 que haja silêncio na minha mente, 

um velho ouvido a chorar, 

dois miúdos que planeiam um crime, 

a mulher de todas as mulheres despida, 

ao vento e à chuva, 

a rezar por um amor que a salve,... 


que haja silêncio que me defenda, 

estou acomodado a rendilhados 

de emoção, 

e lá fora vinho que jorra 

como sangue, 

nas esquinas, 

na rua do desespero,... 


não saberei jogar com este silêncio 




domingo, agosto 15, 2021

Acalmia

 inquieto,

com a minha escrita besuntada,

como tinta de jornal velho,

recoleto como caçador memórias

finitas,

pares rotos de sapatos que

foram apodrecendo no lixo,

roupa rasgada,

as sílabas,

as pausas,

tudo metáforas ensurdecedoras,

que deixam de ocupar lugar,

para soprarem,

como o vento fantasmagórico

dos dias que deixaram de contar,...


acalmia explicada assim 

sábado, agosto 14, 2021

Porta fechada ao adeus


 então construirás a tua casa ao sol,

debaixo do som evangélico que a chuva

deixou,

antes do inverno se espraiar para morrer

em cima da rebentação muda,...


e na tua casa,

as paredes vão derreter com a tristeza,

e de entre elas sobreviverá a ameaça

do desânimo,

onde relíquias impuras de outros

tempos, 

serão postas à prova,

com livros ensaguentados,

e leitores que resgatam o amor,

por entre páginas rasgadas de raiva,...


e por fim,

a porta fechada ao adeus

sexta-feira, agosto 13, 2021

Dedos e anéis


 Anéis,

Anelares,

Anotações,

Frutuosa dissenção pronta a discordar,...


No fundo dedos,

Escrita a luz desta forma no meu peito,

Rebaixava a noite ao ponto do desespero,

Porque do teu toque sobrou pouco,

Um anel de compromisso,

Um cabelo sem tom de luz,

E muita maneira de

Dizer arrependimento,

Com mãos frias e sem dedos 

quinta-feira, agosto 12, 2021

Locuções de superação

 


A insuficiência dos desejos,

Como um racionalista,

Tudo se resume à depressão das vontades,

A quadros e quadros de luz desgastada,

Com paisagens de distância guardadas no bolso da solidão,...


Seria só isto que teria para te dizer,

Não fossem as luzes deste período criativo fora de tempo,

E amanhã haverá mais locuções de superação para proferir 

quarta-feira, agosto 11, 2021

Olhos de poeta fuzilado


 Foi um privilégio dizerem-me ter pele de guerra,

Olhos de poeta fuzilado,

Nomearem-me os defeitos,

E rirem do que construí sem esforço,...


Insisto que não faça sentido esta reflexão,

Puxado pelo magnetismo quase sismológico destes cabelos,

Cor de metal comprometido com o sol de entardecer de Verão,...


E tudo porque um dia,

Conheci o amor enlevado pelas rosas do desespero,

E senti-me como a nota de rodapé de que nos esquecemos 

terça-feira, agosto 10, 2021

... Todos os locais que desesperadamente escrevo



 Não te estou a impor nada,

Mas sabes como gosto de vestir-me,

Aqui não há equívocos,

Quando abre um pouco o sol,

E a força é só a suficiente para que um pé chame o outro,

Só aí eu consigo descer à rua,

E passar por todos aqueles sítios que outrora importaram,...


A livraria de Herberto,

A florista em que te ganhei o coração,

A loja dos doces onde te construí um paraíso de bolso,

Todos os locais que desesperadamente escrevo,

Na solidão acompanhada das noites de que te estava sempre a falar,...


E há uma luz decomposta numa roda viva de cheiros,

Agora que já é Primavera e escrevo tão depressa como sonho,

Confortado pelo teu sorriso 

segunda-feira, agosto 09, 2021

Pequenas ondas carmesins

 


A única carne que restava nesta mão,

Eram finos estiletes rosados,

Como se fossem fios que bordavam como bainhas de mãe nas calças inseguras dos meninos,

A réstia de vida que ali restava,... 


E passei por mais outra,

E outra mão assim,

E só então percebi que por mim desabava uma tempestade malograda,

A que talvez fosse a última antes que me tornasse o inimigo de classe,

De que já me acusavam ser há muito tempo,...


Restava-me a investigar pequenas porções de areia daquela praia,

Ao mesmo tempo que esperava pelo inverso de mim, 

Aninhado junto às pequenas ondas carmesins, 

Que se desfaziam ao entardecer


domingo, agosto 08, 2021

Escondido de pé


 Com esta solidão medida a punho,

Pouco ou muito se fazia,

Anulada a sorte,

Refeito o desejo,

Vestiam-se de carmim os vetustos díspares da praça pública,...


Escondido de pé,

Anel de luz no dedo maior de uma mão de monstro,

Servia para mapas sem rosto da apreensão,

Sem escala à memória de mim nos dias de ontem,

Tudo somado eram inutilidades sem definição 

sábado, agosto 07, 2021

Mijar amarelo




 


dionísio fazia questão 

em reduzir expectativas, 

ao ler o jornal de arredio, 

começava pelo tempo 

na última, 

depois vinham as palavras 

cruzadas, 

na necrologia havia sempre

 senhoras de óculos de massa, 

e depois na Bola, 

o golo era bastas vezes 

com a mão,...


 lá fora havia 

a rainha que ia aos cavalos, 

depois ficava economicamente 

inquieto com a inflação, 

e o Governo era sempre mau, 

até chegar ao homem que abriu 

as tripas à mulher, 

e depois justificou-se à Guarda,

 no fim vinha a capa, 

os jornais não tinham capa, 

tinham moedas contadas, 

para o dia seguinte 

ser tudo feito outra vez, 

assim se acordasse a mijar amarelo

sexta-feira, agosto 06, 2021

O corte do horizonte



Quando se cresce em milhares de dias,

sem idade,

sem vestígio de impedimento,

a luz, 

o beber de sonhos que nos

desanima,

tudo é imóvel mais que o corte

do horizonte,

que nos deixa ensaguentados,...


e a precisar de fugir,

por entre as possibilidades

que a descrença dos dias nos dá

quinta-feira, agosto 05, 2021

Estrofe de ida e volta

 


A matéria porosa das coisas,

A mesma que retirava de tudo a água,

E nos confrontava com a secura da solidão,

Levava-nos diametralmente por aí,...


Havia uma estrofe de ida e volta,

E tal e qual como um espelho,

A razão certa de uma dúvida chamava-se loucura 

quarta-feira, agosto 04, 2021

Extração


Has-de renovar as minhas premissas,

Paz,

Podridão,

Livre arbítrio,

Um curso interminável de destruição pelo fundo da garrafa,...


Este desafio que te lanço,

É para resolver por palpação,

No meu corpo,

Escondido por entre os filamentos da ausência,

Estarão pequenas saliências,

Mais ou menos fáceis de encontrar,

A ti confesso que há muito tempo,

Naqueles períodos em que contava os dias pela quantidade de roupa rasgada,

Engoli pequenos pecados de resolução,

Escritos em papéis bem dobrados,..


Terás agora 

de mos extrair 

terça-feira, agosto 03, 2021

De novo faltamo-nos à ausência

 


Assim como naqueles lugares onde,

De tic-tac,

O tempo se abre em esperanca,

De novo faltamo-nos à ausência,...


Esperei por uma desilusão,

Um livro aberto na página errada,

Disrrupções silenciosas que  puxavam pelo dia enegrecido,

E agora aqui há luz que me prova a maledicência do silêncio 

segunda-feira, agosto 02, 2021

Saudades tuas,...pai


 

És francamente a solução


deliciava-me com as lágrimas,

esforço,

tanto caminho dissecado,

e bermas repletas de experiências,

a vontade,

a solução para a morte,

um passo maior que o desejo,

sexo suave,

com dedos entrelaçados,...


se nos envelheciamos tanto assim,

havia a água,

a forma como ela alumia a noite

falsamente escura,

havia roupa espalhada por

todos os chãos que nos coubessem 

no choro,...


havia tanta coisa,

e a solução,

não suplantava a suposição

de um poema acabado

domingo, agosto 01, 2021

Comprometer com a água tépida

 


Agora está a ficar sério,

Os meus olhos já não te parecem desenhados,

E para sempre um azul desmaiado,

Com que me amarras e fazes deslizar,

Entre os teus dedos,...


Pode já cheirar a nova manhã,

Há derrames de café quente espalhados por cima,

Das mesas de todos os dias,

E as pessoas já não acreditam que saíste de um  poema,

Com anéis de ouro e jóias caras,

Do princípio daquele século de que sempre ouvimos falar,..


Tudo é diferente,

Assim saibamos nos comprometer com a água tépida,

Antes do sexo

Agostando a 9 de maio


 O ínfimo,

Não são precisas outras mãos,

Outra forma de nada ansiar pelo desejo de solidão,

Para que reste a água estagnada da incompreensão,...


Guardo-nos naquele momento sem fim de ano,

Com o tempo inofensivo,

A espreitar pelas parcelas do que tinha ficado,... 


A afirmar-se sumariamente,

Sem que precisasse da capa mole de um livro de poesia,

Daquele verso que de nosso,

Já nada tinha 

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