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sábado, 1 de janeiro de 2022
sexta-feira, 31 de dezembro de 2021
Último dia de vida, Inatingivel 2021!!!
os livros que não queria ler estavam
dispostos na mesa,
sangrei com demasiados saramagos
para os considerar,
rimbaud era sexual para mim,
e dostoyevski,
trilhei um caminho para fora
da sanidade com ele,...
comi um pouco,
com o sol a aquecer-me o espírito,
enquanto entrava por uma fina fresta
de tecido de reposteiro,
e levantei-me,
os livros continuaram dispostos na mesa
sábado, 25 de dezembro de 2021
O Inatingível reserva-se o direito de...
.....fechar para celebrações natalícias no dia de hoje.
Feliz Natal, e votos de felicidade excelsa para todos
quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
O inatingivel nascia há 14 anos, com o parto possivel..
Inatingivel 2021: Monta-me: As letras eram bem desenhadas. Perfeitas de mais. Um preto afirmador parecia realçar cada curva. Sete letras, e um tracinho pelo meio, escri...
terça-feira, 17 de agosto de 2021
segunda-feira, 16 de agosto de 2021
segunda-feira, 15 de março de 2021
sexta-feira, 1 de janeiro de 2021
Bem vindo Inatingivel 2021....Aqui estamos para te sentir
o meu limite são dois olhos baços,
luz indiferente,
cartas insuficientes espalhadas
numa casa vazia,
sem forças,
com pernas inconstantes e
que já não vão,..
em todos os começos,
com os fins desenhados pela incoerência em que me situo,
vivo de renovações,
assuntos que vão,
e não regressam,
dívidas infindas,
e assim me desalinho do
caminho,
que nunca escolhi
quinta-feira, 5 de março de 2020
sábado, 7 de setembro de 2019
Razão sem cores
O corpo falava em abstrato,
Empenhava-se numa dança sem cor,
Repleta de acenos de sexo,...
Uma mulher abandonada,
Que decidia em música o que no silêncio fazia mais sentido,...
O corpo parafraseava um filósofo,
A razão nela,
Não tinha cores
Empenhava-se numa dança sem cor,
Repleta de acenos de sexo,...
Uma mulher abandonada,
Que decidia em música o que no silêncio fazia mais sentido,...
O corpo parafraseava um filósofo,
A razão nela,
Não tinha cores
sábado, 27 de julho de 2019
segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
sábado, 29 de dezembro de 2018
O Inatingível 2018 está mesmo, mesmo, quase a morrer
ao menos vimos o sol por
cima do anónimo,
riscando os olhos,
a vida tornava ventos
menos fortes,
em mortes mais
cheirosas,...
como o feliz que risca
o carro só para
ser mau,
e o mau que enfrenta
o atrás de lá do medo,
para dormir em cheiros bons,
e no fim de contas,...
quando já nem do
regresso da noite
encontramos o dia,
vemos madrugadas
de sufocos com os
laços de presentes de
fim,
e é preciso arranhar
a parede,
para nos
alisarmos
em confronto
à pele morta
cima do anónimo,
riscando os olhos,
a vida tornava ventos
menos fortes,
em mortes mais
cheirosas,...
como o feliz que risca
o carro só para
ser mau,
e o mau que enfrenta
o atrás de lá do medo,
para dormir em cheiros bons,
e no fim de contas,...
quando já nem do
regresso da noite
encontramos o dia,
vemos madrugadas
de sufocos com os
laços de presentes de
fim,
e é preciso arranhar
a parede,
para nos
alisarmos
em confronto
à pele morta
quinta-feira, 27 de dezembro de 2018
terça-feira, 7 de agosto de 2018
terça-feira, 8 de maio de 2018
Contribuição do Inatingivel 2018 para o blog Páginas Partilhadas
Agradeço a oportunidade de me deixarem contribuir num projeto tão interessante como o Páginas Partilhadas. A ideia é boa, e em baixo está a contribuição para o próximo mês de junho. O tema é 'Os livros que somos'.
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contentas-te com a frase menos bem conseguida de amor. Daquelas em que o conformismo ganha, e derrota a vontade de conseguir a realização pessoal. Também me lembro de quando disseste que poesia era para fracos de personalidade. Que incentivava o deitar todos os dias com a ideia de que ao menos nunca iremos ter problemas que nos tirem o sossego. No dia em que me disseste que biografias eram deprimentes, lembro-me que comecei a pensar se tinha tomado a atitude certa quando te beijei pela primeira vez à chuva, e tirei como consequência o inevitável compromisso .
Se nos sentíssemos agora imunes um ao outro, dispostos a tentar outras soluções de realização pessoal, não havia livros para definir o que estava ali a acabar. E os livros que somos, acredito eu, definem as expetativas de vida que arranjamos para continuar a querer acordar. Paginados assim, até seremos criaturas nada opacas, capazes do mimetismo com o que a criação foi deixando de fantástico no correr de água de milhões de anos.
Por isso recapitulemos;
Gostas de livros sem começo e fim definidos, e que deixam as pessoas irritadas com a possibilidade de terem de comprar outro para se sentirem menos dececionadas?
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contentas-te com a frase menos bem conseguida de amor. Daquelas em que o conformismo ganha, e derrota a vontade de conseguir a realização pessoal. Também me lembro de quando disseste que poesia era para fracos de personalidade. Que incentivava o deitar todos os dias com a ideia de que ao menos nunca iremos ter problemas que nos tirem o sossego. No dia em que me disseste que biografias eram deprimentes, lembro-me que comecei a pensar se tinha tomado a atitude certa quando te beijei pela primeira vez à chuva, e tirei como consequência o inevitável compromisso .
Se nos sentíssemos agora imunes um ao outro, dispostos a tentar outras soluções de realização pessoal, não havia livros para definir o que estava ali a acabar. E os livros que somos, acredito eu, definem as expetativas de vida que arranjamos para continuar a querer acordar. Paginados assim, até seremos criaturas nada opacas, capazes do mimetismo com o que a criação foi deixando de fantástico no correr de água de milhões de anos.
Por isso recapitulemos;
Gostas de livros sem começo e fim definidos, e que deixam as pessoas irritadas com a possibilidade de terem de comprar outro para se sentirem menos dececionadas?
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