Perguntava se,
Haveria água,
Esta terra teria coração,
Voltarei a ter livros para virar páginas,...
Uma casa onde esconder,
O olhar,
As mãos trémulas,
Este sexo de que me envergonho,
E apavora,....
Questões que a resposta demorava,
Enquanto a chuva doía na alma,
De formas ainda por inventar
Tirado daqui
Profundo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarBoa tarde MC
ResponderEliminarUm poema intenso e profundamente humano, onde as palavras parecem carregar perguntas, medos e desejos.
Gostei particularmente da força das imagens e da forma como o olhar, a chuva e as páginas dos livros se cruzam, deixando no leitor espaço para sentir e interpretar.
Um poema que não deixa indiferente.
Boa semana.
:)
Boa semana tb 🙂
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