E eram poucas as vozes. Nem sequer chegavam para que o dia corresse sem questões de veracidade. De integridade. Olhava para o outro lado do coreto velho, e ainda assim atual, da cidade, e via um velhote vestido formalmente, com uma gabardine castanha de fazenda, desadequada ao tempo de primavera que já começava a aquecer. Olhava fixamente para o hexágono vazio da estrutura,se calhar a pensar nas notas soltas de música que outrora dançaram com ele, tardes a fio. Ao lado, uma senhora de meia idade, com uma criança inquieta pelo meio, tenta acalma la apontando para a arquitetura decrépita daquela estrutura velha e permanente da terra.
Tirado daqui
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Etiquetas
'Depois de almoço'
(9)
'abrir os olhos até ao branco'
(2)
'na terra de'
(2)
Absurdo
(62)
Blog inatingiveis
(9)
Contos
(61)
Dedicatória
(22)
Denúncia
(2)
Dia Mundial da Poesia
(8)
Diálogo
(6)
abstracao
(4)
abstrato
(200)
abstração
(20)
acomodações do dia
(1)
acrescenta um ponto ao conto
(1)
alegria
(2)
alienação
(1)
amargo
(4)
animado
(2)
animais
(4)
aniversário
(15)
antigo
(1)
antiguidade
(1)
análise
(6)
atualidade
(2)
auto
(1)
auto-conhecimento
(4)
autor
(12)
blogue
(10)
breve
(5)
casa
(1)
casal
(2)
coletâneas
(2)
companhia
(1)
conformismo
(3)
conto
(4)
corpo
(9)
crossover
(4)
cruel
(1)
crónica
(1)
curtas
(8)
depressão
(6)
dia da mulher
(1)
diamundialdapoesia
(3)
dias
(2)
dissertar
(14)
divulgação
(1)
do nada
(5)
doença
(1)
escrita criativa
(1)
escritaautomática
(10)
escritores
(14)
escuridão
(2)
pessoa
(9)
pessoal
(48)
pessoas
(21)

Profundo poema. Te mando un beso
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarNem tão vazio, andou alguma voz interior ... a simetria é perfeita ,os lados não deixam espaços e ainda assim há velhotes ao redor. Um beijinho M , talvez demore voltar ..
ResponderEliminarObrigado pela presença. Espero que volte rápido
Eliminar