Quando lhe tiraram as amarras, que mais não eram do que luzes invisíveis que a agarravam a uma rotina monocórdica e de uma cor, ela andou. Havia um único caminho disponível, enlameado, que passava por baixo de uma árvore altaneira, mas que se percebia estar moribunda. Andou, com esforço para desenvolver os músculos, até senti Los quentes e a pedir uma marcha cada vez mais intensa. Não procurava nada, nem ninguém, ate porque se tinha habituado a uma solidão demonstrada, que falava consigo própria, e a afastava de todas as explicações racionais para a situação única em que se encontrava.pensava numa rotina que pudesse readotar, que lhe desse cor e especialidade, num resto de vida que queria marcante. E pensou em pássaros. Poderia ser com isso, amar o céu, e entregar se à vontade de se exceder sempre, e a qualquer momento.
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