sábado, janeiro 31, 2009

Na livraria

O homem entra naquele espaço, e com as mãos percorre os livros que tem de assimilar. Autores de dúvida. Pessoas que falavam muitas línguas, e que Deus transformou em mutantes do mutismo. O homem percebe o ridículo de querer mudar o mundo, só por tocar com os olhos da alma que transporta, cega, desde que o amor o deixou. Tapa as bocas que lhe segredam o inenarrável desejo da liberdade metida no fio da navalha, e lido o especial anseio, finaliza-se. Deixou medo, em laivos de sombra, derretido na parede da criatividade que o envolvia.

quinta-feira, janeiro 29, 2009

Ser livre (Poema de alfabeto)


Abraços são profissões
Belas de querer
Consentimentos expressos
De um amor
Evasivo e pleno de
Futilidades próprias de
Gotas de orvalho a
Hibernar em
Indicas condições da
Jovialidade anexa à
Luz. Raios que
Martirizaram sem
Nada mais
Oferecer em troca que
Pensamentos místicos, Tudo a
Que têm direito os
Rasteiros da
Séria condição humana.
Temos assim a
Unica e possível
Via de solução.
Xilofones dourados a
Zombar do desejo de ser livre....

quarta-feira, janeiro 28, 2009

O homem que quis matar a luz

Disseram-lhe que a luz morria quando contida num frasco opaco. Bem definida a separação, levantou o cós da bainha do mundo em que tresandava, e pôs-se à coca daqueles raios que os outros falavam em dias de reflexões preconcebidas. Queria sentir nas veias, nos traços azuis de hesitação que lhe pintavam os braços, a dor de decidir o destino ou a felicidade dos que dependiam disto para simplesmente andar. Lembrou-se dos pais do pai que chorava nas tardes de chuva. Eram dois velhos sem pernas, que adoptaram aquele cagalhão, que depois cagou o cagalhão que era. Na súmula destes deslizes, nasceu um mundo cónico. E fora dele corria tudo o que verdadeiramente interessava, porque dentro do irreal já existe o que as pessoas pensam que não lhes fará falta. A luz é sinónimo desta inenarrável certeza de quem respira. Fez de si mesmo aquela chuva de recordações cinzentas que pintava o chão de farelos do mundo que contava, para depois vir o que se prometia. Rasgou o céu acobreado, deu um silvo na água suja que mexia em musica aquele torpor apetecido do entardecer, e morreu tão depressa como havia dealbado. Acocorado, percebeu que tinha hipóteses de sobreviver a um mundo que não conhecia. O que contava depois seriam os instantes fatais de querer ter mais depois de um momento que pouco mais foi que menos.
De novo o céu encolheu o esfíncter. De acobreado a amarelo, e quando o vermelho se desenhou em manchas etéreas, já estava posicionado para o destino. A luz caiu no ponto de não retorno, mas não morreu. Eram pequenas criaturas risonhas que se movimentavam, num bulício dificil de explicar. Agitou o que lhe pareceu ser um momento de viragem no processo da criação, e da luz fez-se noite. E da noite, consumou-se o amor com a madrugada. E quem morreu foi quem quis mudar o que o destino nunca pretendeu deixar de controlar.

Título tem link para outro site

Frágua de nevoeiro

somei factos,
deduzi daqueles cães
de vento que se desfazem
no horizonte dos dias
que nos acham pardos,
meti o impróprio da descrença,
soube do cavalo de sangue
da perfídia que
se derramou quando achou
por bem morrer,
catarse de todas as frases
impróprias que
o destino trouxe à
ablação de um momento de cristal,
é o poema que lido neste ponto,
toca o mundo no zénite do
desnecessário.....

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Abrasiva

é provável que a senhora
dualizada que desfia a mágoa
de querer mal,
nem passe por aqui onde
pensar causa desmaios
coloridos,
é mulher de realidades
que,
em alternância,
fazem-nos esperar
mundos que existiram
antes de o momento ser
dor de incapacidade sentida.....

terça-feira, janeiro 20, 2009

domingo, janeiro 18, 2009

Plexo

O que escrevo fede, simplesmente porque não existe. Com ideias decrépitas, a somar a argumentos rasteiros. Com a descrição de realidades alternativas para meninos de chupeta. O amor empacotado, traduzido nos poemas debitados em surdina.
Como tudo isto são sinónimos de inviabilidades criativas. O mundo é uma laranja encarquilhada na ponta dos dedos com que destilam estas alarvidades. Em cada gomo duas formas de desgastar a realidade. A que aceita tréguas para não descomprimir o que se apreende. E a que sendo combativa, morre na praia, por falta de seiva argumentativa.

sábado, janeiro 17, 2009

Fazemos

não sei fazer de mim o
que impossível é
à sombra
de necessidades vãs,....

releio as fáceis coisas que
nos seguem naquelas
tardes de estanho,
os momentos subtis de
anseio com névoa para ungir
a alma que chora,...

se somos para tratar o que
doente arrasta-se na lama
dos desiludidos de afago,
faz de nós qualquer coisa
com sonhos díspares e
juntos com seiva de amor,...

espero por suster o que tu achares
coisa comezinha,
momento sem sentido do labor de
luxúria que és,
coberto da fuligem dourada dos
dias que correm.....

sexta-feira, janeiro 16, 2009

Dias querendo noites

pela mesma deferência do dia,
com que a repetida
mente brindamos,

e o som agarrado ao que
resta de doçura,
tudo faz pouco mais
que silêncio,

dura a insuficiência
para apanhar-te antes
do fóssil inodoro do
querer mortífero...

quinta-feira, janeiro 15, 2009

Orgasmos verdes

Plasma-me,

Três fortes
subtilmente descritas,
impressões
de morte,

cheiros soltos,

cão azul,
esgana,
fácil pintura,

de sonho,
acordado,

com a possível
erradicação,

de tirar pesadelos
da pestana preta
do último suspiro....

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Martirológio


certo dia a calenda,
o ar romano das coisas
com esfinge de estanho nas
horas mortas do dia,
condenado a uma galera
em especial,
o de pedra ressalva
que é o melhor da criação falhada,
um cristo morto pende-lhe
do espírito encarquilhado,...

enquanto ri,
não chora choro ácido,
não lê indicios de
suicídio colectivo,....

e pro fim ficam os lamentos,
coisas de tomar proveito
e não acreditar que faz
sentido esperar pela redenção.....

terça-feira, janeiro 13, 2009

Gangrena

a pele,
entrando por aí à sombra,
reluz de média ânsia
com os estragos do
coágulo de um sol
assassino....

sexta-feira, janeiro 09, 2009

O mundo dos pobres de espírito

Nem doce com sentido crítico, nem flores. Só uma rua encafoada naquele mundo de jasmim, com pessoas pequeninas e desenvencilhadas de momentos profundamente desesperantes. O tempo era desfiado cuidadosamente na esquina mais velha daquele sítio. Com os despojos, crianças faziam brincos de sol, e com eles chamavam a morte. Dançando sobrelevados em poças de chuva, arranhavam os próprios espíritos, que se auto-infectavam até à gangrena. Nunca como agora, o círculo do vício esteve próximo de tocar o senso comum de quem vivia para respirar, e respirava para dificultar a morte.

O tempo é agora

no ronco indistinto
da insónia do tempo,
veste-se de carmim o velho
persecutório de mãos roxas,
inchadas de sexo,...

a mínima hora de coisas
bem feitas deixa tudo
sem sentido,....
são de falta as lamúrias
insonoras de quem arrasta pó,
em vez de corpo,...

soaram trombetas de fel
quando o dia já fazia sexo anal
com a noite,
vestido de carmim achou-se
desfeito o ronco separado
da consumada morte
das tradições humanas.....

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Esperançoso

faz lá o que sabes
com a razão podre que
vendes,
isso,
diz mal do mundo lactente,
o que já cheira mal,
com as coisas a dormirem
nos intervalos dos
argumentos pobres
dos inergúmenos,

preciso de mais precisas descrições
do que ainda ninguém percebeu de ti,
ver-te a fazer meneios
doces de ironia,
e brincos ímpares com
retalhos do crepitar do fogo,
do expoente explosivo de ti....

faças mesmo o que sabes,
eu desenhado,
nem explicado sou
melhor que o que desejas...

quarta-feira, janeiro 07, 2009

Psicodrama

na área aventurosa do poema,
esboçado está o focinho
das coisas inaudíveis,
sendo que por caudal frio da criatividade
entende-se a insegurança do poeta,

pelo menos com a má reacção de quem
vê como um insulto esta
queda de água de frustrações literárias,....

e por aventuroso o poema terá o cheiro,
é de experimentar leitura sucinta,
com um final de dia experimentalista
e frustrante no sentido menos falacioso
do termo......

domingo, janeiro 04, 2009

Confissão com propósito adiado

Marido - Apetece-me morrer bem.
Mulher - Já pensaste que isso é complicado, sem roupa nova.
Marido - Talvez. Mas já almocei. Comi bacalhau com grão.
Mulher - E de que esperas morrer?
Marido - De solidão. Tenho o coração a modos que a rachar.
Mulher - ....
Marido - Dizem que não dói. Sente-se só uma azia.
Mulher - Olha, vai começar as tardes da Júlia.
Marido - Vou à casa de banho. Se não voltar dentro de meia-hora, chama o cangalheiro.
Mulher - Levas revista?
Marido - Sim. O livro de cheques.
Mulher -....
Marido - Não contes com doações. Vou só rasgar as provas de que um dia fui pessoa.
Mulher - E lembras-te de que amanhã é feriado??
Marido -....
Mulher - Tenho as visitas do dominó. Não quero a casa a cheirar mal.
Marido - Talvez morra só depois de amanhã.
Mulher - Vai lá cagar. Não te quero com gases....
Marido - .....

Shock and Awe

Por aqueles segundos,
vestir o meu corpo
seria perder a alma
com laivos de asquerosidade
declarada,
despi o sorriso para lavar
um rosto sem noção deste
comprometimento
descomprometido,
fiz do mundo o mesmo
com a postura forte que
a fraqueza destacada
de mãos limpas sempre
mo permitiu,
porque hoje tenho
a alma mutilada,
pensei,
stop nas condicionantes
de ser imperfeito,
preciso-me mais do que nunca
pensei acabar com o
lado esquerdo da
minha razão,
o que se veste com
vestidos de menina.....

sábado, janeiro 03, 2009

Armagedão aos poucochinhos

não sei o que se passou,
mas foi um tempo que se
apressou a fazer de segundos
os terceiros pontos de discórdia,....

era febril o estado
em que ficavam as sombras
atropeladas,
e o chão derretia
por sobre o que se
prometia,
por entre as mãos placadas
com o aço da chuva de
néons de desilusão,....

descrito o que se
entretia a puxar o
mundo de sítio,
passemos a remediar
problemas que já
se adivinhavam.....

Trazida para casa

Trazida para casa. Sentiu-se recortada do ambiente natural de soluços descontrolados em que foi pescada. Podiam censurá-la, e dizer que sempre se sentiu peixe a saltar na lota, com o sol fraquinho do amanhecer a percorrer-lhe o corpo. 
Mas foi trazida para casa. 
As redes invisíveis de lavanda barata tolheram-lhe os movimentos. Serviram para o desfeito soar de ilusões que a pareceu enfeitiçar. Aqueceram aquele frio desengonçado que sempre nos toma, quando as decisões tomadas são indefinidas pelo medo das consequências. 
E até ampararam a queda na ascensão ao inseguro do inesperado. 
Foi trazida para casa. 
Sempre previu seda, como ornamento de sedução. Mas por momentos a pele queimava, com o suave beijo da tentação capaz de a envolver.
Ele escolheu o que ela sempre gostou. O desejo era só um, se alguém a quisesse tomar por deusa de emoções. Que a conquistassem pelos ouvidos. Queria ser deixada em tranquilo desvario, com uma recriação do que o Universo ouviu no dia em que rebentou pelas costuras, e com os grãozinhos de pó que sobraram, começámos nós, os que vamos morrer, a ser criados. 
A mão dele era suave. 
Capaz de conter desesperos, com um saber tocar onde devia. Ela silenciava o que não queria que acontecesse. Com o corpo que ainda controlava, fez-se desejo que embalava dois corpos afogados no anseio.
Mas não tinha de acontecer,...
se o que se pretendia era só sentir a carícia das corpulentas gotas de chuva que descreviam trovas de amor aos vidros do apartamento. 
Trazida para casa,...
pediu meças de contentamento à solidão que a voltou a cumprimentar. 
Seriam já irmãs de eternidade, se não se quisessem matar uma à outra.

Aguado

Impressiona-me o que não saber escrever diz da vida de quem se agarra ao sonho de dominar o papel. Foi numa iluminação. O espasmo sem domínio que controlou a epiglote antes de a frase nem sequer saber a nada. Num flash de emoções com sabor a catarse, soube mal esta tentativa de deixar algo feito para que nem pena possam sentir de mim quando já cá não estiver. Esta frase sou eu composto de todas as mudanças que sempre conheci. O que faz cócegas quando um raciocínio, uma ideia, suplanta em altura o que somos em peso, são as penas de leveza. Sim, escrever porque sem isso, nem o não tomamos como adquirido. Não, pensar que com a escrita o mundo encolhe na inversa proporção da posição que o planeta tem sobre nós. Mas até pode ser que isto nem nos conceda habilidade para tocar na outra ponta de um simples conceito.

quinta-feira, janeiro 01, 2009

Inconclusivo


sento-me no chão. Pés de alma, contra alma de pés frios. Mãos de contador, com reflexos de que sonhei menos, por querer fazer mais sem saber escrever. Seguro o chão. Antes que a terra com a lactância a escorrer, me envolva com a sedução improvável. Cravei-me de torrões insuportáveis. Pés contra a alma. Insuportado pelo escuro de querer muito ao que nem conheço, tenho-me de mãos no mundo. Sou repositório de quereres racionais. Possível catalisador do que morto está, mas refundido renasce. Sinto o chão onde sentado me reconverto. Fundido com o núcleo da força bruta que molda o que pensamos do que nos rodeia e destrói.

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