A dança transversal,
Seria a loucura por explicar,
Aquele ato indizível e irrepetível à luz da rotina odienta,
E da qual pedimos a nós próprios para nos afastar,....
Era som,
Camadas de som a pulular por todos os lados,
E o corpo capaz sozinho de desenhar diagonais irregulares,
Como se abdicasse
de liberdade,
Para fazer da demora
uma manifestação da libido,...
E assim continuar,
Ela queria prosseguir amantizada consigo mesma,
Pelo tempo e espaço
Que conseguisse
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| Katowice, Polónia (1956) Foto de Erich Lessing |

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