Tirado daqui
Aqui por entre o corpo feito esfera,
Versões impressivas dos que passaram incólumes pelo medo,
Dizer de filosofia o ar que se respira,...
E de querer viver uma grande,
Sopa com as letras do silêncio,...
Estar na presença da loucura,
Como a escrita de loucuras como esta indicia,...
E já não há aplausos,
Nem sons bafientos de rádio,
Já não há nada,
Só um corpo arredondado
Profundo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarÉ triste quando já não há nada, muito profundo o poema, Porventura abraços.
ResponderEliminarObrigado lucimar
EliminarBonito e profundo poema!
ResponderEliminarAproveito para desejar uma boa semana!
Bjxxx,
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Obrigado teresa
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