sábado, 3 de fevereiro de 2018

...funda demissão do ser

Nunca me pediste pela força incontida do arrependimento de partir,.sou menos que um cabelo nas mãos do vento que te acorda,….e te acompanha até o sono soltar a invisibilidade de um beijo,…

à noite espero-te no vale do deixar ir,….sim, sou aquele marco de estrada que vês mal a pálpebra de cima faz amor com a de baixo,… 

nunca leste, vem por aqui escrito a sangue policromático?,….memoriza os traços de ruído de tanto querer fazer-me ninho em ti, abraçar a funda demissão do ser que é o sono que romanceias,...

Num afastar de barco na madrugada, recorda-me a poetar
Sobre a mulher que te fiz sem teres
Ainda sentido a minha pele...



Sem comentários:

Enviar um comentário

Acha disto que....