Ao fundo da rua,
A experiência de um ato interrompido,...
Como a respiração inconsequente,
Dolorosa,
Andando por aí como se o andar doesse,...
E fossem as recusas,
Todos os naos ditos e espalhados pela calçada,
Que nos condicionassem como seres humanos,....
Como criaturas da malvadez medida em cigarros mal fumados,
Em experiências desnorteadas de amor por nós próprios,...
E depois disto,
Percorrido o calvário das estrofes,
Chegado o tempo de ao provar o teu corpo,
Palmilhar as imprecisões que te deixei na mesa da cozinha

Me gusto tu poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
Eliminar... "e fosse as recusas" e só fosse !
ResponderEliminarPerfeito, M perfeito ,,,
um abraço
Obrigado 🙂
EliminarBonito poema.
ResponderEliminarIsabel Sá
Brilhos da Moda
Obrigado isa
EliminarUm magnífico poema Porventura, passando pra desejar uma ótima quinta-feira abraços.
ResponderEliminarObrigado lucimar
EliminarAdmiro sua sensibilidade,belo poema.Abraços, Mingdoll
ResponderEliminarObrigado 🙂
EliminarBem vinda ao blog