Nem tanto pelo tempo,
Nem pela verdade,
Antes de ti,
E de tudo,
Surge como explicar os números do silêncio,....
É um dever para a memória da nossa eternidade,
Roupas que vestimos às feridas que não saram,
Para assim deixar contidos os fantasmas do passado,....
E como contas do que nos surge como verdadeiro,
Uma folha limpa,
Sem nada para dizer
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| Nature artwork De: Andy Goldsworthy |

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