E sua,
Sua uma testa,
A roupa rasgada e única que se tem,
E um olhar,
Atrasado,
Sem os ajustes normais,....
Continua difícil dizer que se odeia,
Antes de se amar desesperadamente,
Fingir que se sabe uma página perdida,
E nem ter livro para acalmar,
Sentir o tranquilo desabrochar de uma noite escurecida,....
A prova,
É a luz deseperada do novo dia
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| Atypical (2017) |

Profundo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarUm bonito poema.
ResponderEliminarIsabel Sá
Brilhos da Moda
Mais um bonito poema.
ResponderEliminarIsabel Sá
Brilhos da Moda
Obrigado Isa
EliminarDeus caritas est!
ResponderEliminarObrigado
EliminarThat line about not even having a book to calm down completely guts me, because I know that exact hollow feeling of sitting alone in the dark with your own heavy thoughts and no distractions left to save you. It feels so raw to wrestle with that quiet desperation of trying to love yourself when everything is stripped bare, just waiting for the harsh light of a new day to drag you back out of the shadows.
ResponderEliminarthanks so much, melody:-)
Eliminarobrigado
ResponderEliminarde nada
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