Anda é por aqui,
Nao tinha medo do escuro,
E repetia um mantra tão antigo como o tempo,
E desnecessário como o vento absoluto,
Enquanto deitava pelo chao,
A voz imprópria da previsão
Profundo poema. Te mando un beso
Un beso tanbien
Olá, Miguel!Talvez a previsão não seja imprópria —impróprio é o ouvido que a recusa.Há vozes que chegam antes do acontecimento,sem pedir licença,e deixam no chão, espalhadas,as certezas que já não servem.
Obrigado Bem vinda ao blog
Acha disto que....
Profundo poema. Te mando un beso
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarOlá, Miguel!
ResponderEliminarTalvez a previsão não seja imprópria —
impróprio é o ouvido que a recusa.
Há vozes que chegam antes do acontecimento,
sem pedir licença,
e deixam no chão, espalhadas,
as certezas que já não servem.
Obrigado
EliminarBem vinda ao blog