as nossas coisas,
o mesmo de sempre,
embebido em sangue,
em crimes por explicar,....
a razão porque
o dia começa enegrecido,
com paredes sujas,
sem estarem,
com uma música repetitiva,
e que convida à morte,...
as nossas coisas,
as que só vemos,
dispostas em alternância,
no chão enevoado
da casa que não é nossa

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