Não é daquele,
Nem da minha raiva,
Não está dentro de nós,...
Tão pouco nos acorda a um qualquer fim de madrugada,
A pedir que balancemos a vida,
A façamos de todos,
Porque assim tem de ser,....
Chama se a voz,
Talvez seja maior de idade,
Constante,...
Dona de um corpo e de uma atratividade,
E é ilusão deste lado do que se descreve em prosa,
Com um titulo desafiador,
E uma única ordem coloquial como vontade,....
E agora,
Para que reparemos na bondade das flores de beira de estrada,
Que ainda restam,
Sentiremos o amor na ponta fria da língua de um felino
Tirado daqui
Miguel,
ResponderEliminarSaudades de vir ler
seus versos.
Encantada deixo
Bjins
CatiahôAlc.
Obrigado catiaho por sua querida visita
EliminarProfundo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarOlá, que texto lindo e profundo... adorei, abraços!
ResponderEliminarObrigado Ana lucia
EliminarNa vida tudo são apelos.
ResponderEliminarContinuação de boa semana.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Obrigado amigo juvenal
EliminarMais um bonito poema.
ResponderEliminarIsabel Sá
Brilhos da Moda
Obrigado Isa
EliminarBeautiful blog
ResponderEliminarPlease read my post
ResponderEliminarI did, and comented
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