Zeca/25 anos
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
A minha primeira grande 'cobertura jornalística'...
....faz depois de amanhã 25 anos. Estive lá, na primeira fila. E nunca senti como nesta multidão de pessoas um sentimento tão grande de respeito pela perda de uma pessoa que partiu sereno. Como sereno sempre foi.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Animação nada tendenciosa.
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Bateria vai-te, Porra!!!
Sua facto de parte inumana de ser efectivamente dito assim,
Aos soluços para que
Só se perceba do rolar pelo monte,
As coisas inauditas de se sentar a ver o mar,
Quando ele não quer nada com o sonho...
Aos soluços para que
Só se perceba do rolar pelo monte,
As coisas inauditas de se sentar a ver o mar,
Quando ele não quer nada com o sonho...
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Waiting, not in vain
Os passos somavam denuncias. Ainda que refeito do susto de não ter ar que respirar, deixava se estar como que se um fosse menos qualquer coisa que todos os arfares que o rodeavam. Isto escreve se porque a espécie humana são mesmo indecisões como estas. E o mundo assim cá anda a espera que qualquer coisa de novo se some ao que de velho já existe
domingo, 1 de janeiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
Último post de 2011 (O quarto esférico do fim)
Sentava-me muito quietinho em cima de uma cadeira mínima. Os pés daquele rebordo de boneca eram trémulos, e estavam assentes como que por incerteza no chão de azulejo na sala onde havia nascido, 40 e tal anos antes. Gostava de me apresentar, nestes preparos, como o anfitrião dos receios das pessoas. Não que o desejasse. Até me achava boa pessoa. Com desejos ocasionais por chocolate, e a incerteza que isso dá em termos de contacto produtivo com um semelhante. Mas atraía o receio...
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Que se passa...
outros houve que quando aqui passaram,
disseram de nós o que sobre si próprios nem nunca tinham construído. Que seríamos paz.
Infrutíferas tentativas de fazer mal às pequenas coisas de quando o mundo gira.
negamo-lo agarrados ao pó que fica do tempo que passa.
amantizados com o resto do segundo, infrutiferamente em desespero com a respiração que escasseia no tóxico quarto em que queremos chorar,....tranquilos
,....longe do calor da suficiente paz do caminho para o fim da existência.....
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Ali antes do almoço, e a umas horas do sono II
faz com tu e por,
menos serás contigo e só,
à hora o segundo,
terceira pessoa de singulares,
plurais consciências que azulam escuros,...
avanço que sim,
parto pelo não,
e no fim princípio,
restas parte,..
somada de nada,
ao vento....
Sem título (9)
sentados à beira
de uma estrada
que se dissolvia,
ser e pensar
analisavam-se
escrevendo,
o primeiro redigia um manuscrito de intenções sobre o amor,
enquanto o segundo influenciava o tempo a
sentir-se menos banal...
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