Quem dera que o azul,
Cor de esperanto,
O silêncio enegrecido,
Luvas de voz,
Corpos de luta,....
Quem dera que cores
fossem fala,
E o precisar desilusão explicada,...
Quem dera que
loucura se chamasse negro,
E a verdade palidez desiludida,....
Quem dera vires de longe,
E chamares te
vingança,...
Precisão,
Quem dera tudo o que não és,
E o que escrevo,....
Faça sentido como tempo,
Esmagado e inútil








