As vidas de tostões,
Precisas vozes,
Perdidos sons,....
Vitalidade perdida nos acentos,
Nas entoacoes de despedida,...
E volátil resta a presença,
Sem roupa,
Falta de palavra,
De despedida,
De tudo para uma nova vida,....
Para que a pobreza,
O desejo,
Um livro que resuma,
O que Seja o real anunciado como uma nova linguagem
Tirado daquiParis De:Gail Albert Halaban

Profundo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarResta a compaixão pelo que resta ... M
ResponderEliminar_ bons dias , menino poeta
Menino poeta?:-)
EliminarObrigado