Já tinha escrito sobre as cidades do interior,
Estava escuro,
Os olhos doiam a ponto de o sangue borbulhar,....
Mas era um nome como o meu,
Vulgar,
Desequilibrado,
O único da minha família que ali permanecia,....
Além de mim um estroina sem nome,
O avolumar de memórias dos que partiram,
E o desejo da minha parte de ser importante,
Representar algo,
Fazer valer a dor num pedaço de terra miscigenado,
E cheio,
Eu diria repleto
de dores no coração
Tirado daqui
Melancólico poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarOh, the visual made me smile with this one. Happy Friday. I hope you make the most of the weekend.
ResponderEliminarthanks again
EliminarAlways great to see how your vision stays true in the unbalance of it. All the best to your creativity and inspirations.
ResponderEliminarthanks so much
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