Às vezes a escuridão,
Pintar mal a sombra de um prato de comida,
Aquele choro abafado por a noite não acabar,
Às vezes são o peso que o nosso corpo desequilibrado,
Não sabe suportar,....
E a prova de que é assim a forma certa,
De se ignorar este e todos os sóis,
Está redigida numa carta velha,
Envelhecida pelo desprezo e silêncio,...
Passo-a de mim para ti,
À espera da verdade
Tirado daqui
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