quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Chama me religioso,...

 Eu não disse quem me podia salvar,

Não defini a temperatura do chá,

Nem sei se és melhor na poesia,

Ou em descrições puras de cenários de rotina,...


Nada passa por mim entendes,

A cor da minha pele exala transparência,

Os meus olhos não sabem definir,

Por nunca terem visto um horizonte,....


E hoje em dia espero da noite,

A paz que ela nunca me deu,...


Chama me religioso,

Se quiseres

There are two means of refuge from
the miseries of life: music and cats.
                                                                    Tirado daqui

8 comentários:

  1. Parece um sussurro de quem está cansado de ser visto sem nunca ter sido enxergado, Porventura abraços.

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  2. Muita profundidade nas entrelinhas. Revejo-me « E hoje em dia espero da noite,

    A paz que ela nunca me deu,...» Parabéns pelo seu espaço litarério. Amo ler em blogs. Encontro neles um sossego que em nenhuma rede social encontrei.

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  3. Linda poesia, meus parabéns pela criatividade.

    Arthur Claro
    http://www.arthur-claro.blogspot.com

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Acha disto que....