Eu não disse quem me podia salvar,
Não defini a temperatura do chá,
Nem sei se és melhor na poesia,
Ou em descrições puras de cenários de rotina,...
Nada passa por mim entendes,
A cor da minha pele exala transparência,
Os meus olhos não sabem definir,
Por nunca terem visto um horizonte,....
E hoje em dia espero da noite,
A paz que ela nunca me deu,...
Chama me religioso,
Se quiseres
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| There are two means of refuge from the miseries of life: music and cats. |

Melancólico poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarParece um sussurro de quem está cansado de ser visto sem nunca ter sido enxergado, Porventura abraços.
ResponderEliminarObrigado Lucimar
EliminarMuita profundidade nas entrelinhas. Revejo-me « E hoje em dia espero da noite,
ResponderEliminarA paz que ela nunca me deu,...» Parabéns pelo seu espaço litarério. Amo ler em blogs. Encontro neles um sossego que em nenhuma rede social encontrei.
Obrigado Ada, bem vinda ao blogue
EliminarLinda poesia, meus parabéns pela criatividade.
ResponderEliminarArthur Claro
http://www.arthur-claro.blogspot.com
Obrigado Arthur
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