Um, vários elefantes na sala,
O nosso silêncio pago em surdina,
Depois de ter havido um convite mútuo para só conversar,...
Não tinha de haver cores,
Espelhos difusos como resposta à luz,
Nada,...
Só passar de animais influentes,
Peças escassas de uma intriga sem idade nem cor de carácter,
Para um par de mãos dadas,....
Dedos entrelaçados,
O racionalismo deixado à porta em troca,
De todas as garantias de imobilismo que o silêncio dá,....
Uma boa e firme vontade de efetivar tudo o que se acomoda na escuridão
Tirado daquiUma mulher norte-coreana descansa junto ao rio Pothong
Foto de Wong Maye
(Associated Press)
Lindo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarSeu poema muito reflexivo, interessante essa foto, Porventura abraços.
ResponderEliminarSim. Muito interessante
Eliminar:-)
Such a beautiful sincerity in this one. Thanks so much.
ResponderEliminarThank you for the coment
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