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quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

O Inatingível 2020 começa na mediania

São degraus subidos sem anuência,
A fratura dos olhos teus,
E a desnecessária impaciência da luz,
Nada resolve para que do nada,
Sobrem os vestígios do que já tivemos em comum



sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Depois de almoço III



Se muitas coisas se desfizessem como parte daquele fogo lá do fundo. Consoante as situações. Mediante os pontos de vista de quem analisa tudo chorando pela futura desilusão dos segundos atrasados que, juntos, não fazem nada mais pela tua vida. Aposto que ao decifrar tamanha confusão, conseguiria desfazer primorosamente tudo o que me dás como garantido. 
Talvez sejamos aquelas duas mulheres que em ziguezagues se expressam andando, como uma só. Em dois pés. Com dois corações. E com uma cara redesenhada a sangue quando te toca, deixando-te para trás sem respostas a nada que verdadeiramente importe. Não me resumas nada sem ser desta forma. Apelando a minuciosas interpretações do singelo. Da fraudulenta visão que temos do mundo. Conforme o escrevemos, mais ele se esvai no invisível....

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Para encher....

Far-me-ia leve. Indeciso, com as intermitências necessárias a resolver o que estava a mais naquela discussão. Impreciso, sem concordar com avanços e recuos. E tudo porque a rotina quebra a actividade intelectual do que a sociedade necessita para evoluir. As pessoas detestam como tudo isto se resolve sem que ninguém concorde com o outro. Falar com base em indecisões descritas assim, redunda em conflitos precisos e rotundos que levam idiotas como eu a escrever coisas sem sentido como estas......