As plantas têm anemonas,
Um pontinho de mar apenas,
E um cheiro inofensivo e também literário,....
Trouxe te para escreveres algo assim,
Uma paisagem de um mar saturado de sujidade incompreensível,
Com árvores alargadas,
À beira mar,
Que se curvem à indiferença,
E perpetuem o silêncio sobre o amor, ...
De qualquer destas formas esta é uma pressão admitida,
Querer fazer de ti a presença e a herança das ondas,
Que deixei de ouvir
Melancólico poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarMiguel,
ResponderEliminarLer aqui é pensar junto
com sua escrita e depois
tirar minhas impressões a
limpo.
Obs: Se passar no Espelhando,
vai ver as histórias das imagens
da publicação anterior.
Bjins de uma tarde chuvosa por aqui.
CatiahôAlc.
Obrigado catiaho 🙂
EliminarMuito bom!! abraços
ResponderEliminarObrigado Ana Lúcia 🙂
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