voltei para te dizer,
que a água pesa mais
que um lamento,
e não há razão para
que dos desejos das pedras,
se percam tantas e tão poucas
vontades de beleza,....
o porquê de construir,
da destruição assumida
como evolução,
é o que me traz penalizado,
sofrível,
de regresso à luz
uma lua que se despe