Não gostei da dor,
O meu corpo não se regista,
Como todos os teus jogos de fortuna e azar,....
E ha relógios,
Dar corda a todo o tempo que,
Ao caber em despertadores,
Passa a ser a nossa roupa,....
E se espeta em pés,
E no que sobra de mãos dantes enobrecidas,...
E por isso esta dor,
Este resto de consciência que azeda os dentes,
E torna pequeninos olhos que lacrimejam,
Não contem comigo para a aceitar,...
Eu procurarei mais pele
para me coser
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| 'Cat Fancy' Ilustração da revista New Yorker, de Edward Gorey |

Me gusto tu poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarAusências de pele curam-se com pele...
ResponderEliminarExcelente poema, parabéns pelo talento e inspiração.
Boa semana.
Um abraço.
Onbrigado jaime.Abraço
EliminarBela poesia. Gostei de ver.
ResponderEliminarBoa semana!
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Até mais, Emerson Garcia
Obrigado emerson
EliminarBoa tarde meu querido amigo e poeta português. Alguns ausências fazem parte da nossa vida. Algumas, prefiro nem lembrar. Uma excelente tarde de segunda-feira, para você e todos os seus familiares em Portugal e um grande abraço do seu amigo carioca.
ResponderEliminarObnrigado, caro amigo
EliminarTexto forte, fala de uma dor que não é aceita como destino, mas como imposição de um tempo que nos veste e nos fere. Porventura abraços.
ResponderEliminarObrigado lucimar
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