Não faz assim tão mal,
As horas ditas a correr,
De um relógio velho e desconjurado,....
Odiar,
Como a parcela mais cábula da nossa imaginação,
O Ribeiro dos dias,
Aquele fio de água que a chuva deixa no espaço inocente da madrugada,...
Digo nao faz assim tão mal,
A plenos pulmões,
Gritando sem que ninguém me ouça,
E com uma parcela do acordo da morte nas mãos

Me gusto tu poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarNão faz assim tão bem!
ResponderEliminarIsabel Sá
Brilhos da Moda
Em poesia tudo é possivel
Eliminar:-)