Em vez de querer um lado intromissor de qualquer dia,
Em vez de ser Primavera num céu da boca envelhecido,
Depois de beijos adoecerem de solidão como vários corações,...
Em vez de se escrever adeus em línguas mortas,
Adulteradas pelo pavor de uma doença,
Da chuva constante a replicar a guerra na porta de casa,....
Em vez de amor defendido assim,
Como uma batalha perdida ainda como ideia,
Tentar pôr unidade,
E um pouco de hiatoria dos donos do silêncio,
Em cima da cama vazia,....
Pára se a verdade,
A inocência,
Tudo pára antes de haver inverno

Me gusto tu poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarParabéns pela sua escrita! Boa semana.
ResponderEliminarIsabel Sá
Brilhos da Moda
Obrigado isa
EliminarYou have such a reality check in your prose. And enlightening too!
ResponderEliminarThanks so much
EliminarThe depths keep churning. You have a way of peeling back the thoughts that we hold on too.
ResponderEliminarThanks again
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