Um dia,
Tomar banho em sangue,
Com patilhas farfalhudas e irregulares como os ratos de taberna,
Vai parecer natural,....
A garganta ficará seca,
Uma pele saberá a pouco,
Precisaremos de um virar de página reptiliano,
A olhar para o lado,
A água custará a descer no cano,....
E à volta de uma fogueira,
Alta como o saber,
E esguia como o sexo,
Haverá vontade de um novo renascer,...
Sozinho como o profeta,
Inexperiente como voz,
E sim,
A pele vai reflorescer como dois dias de primavera
Que saibamos gerir o dias que virão !
ResponderEliminarUm abraço M nessa noite do seu verão.
Obrigado 🙂
EliminarQue a primavera traga esperança e renovação.
ResponderEliminarIsabel Sá
Brilhos da Moda
Obrigado 🙂
EliminarParabéns pelas primaveras que passaram e que vão passar e pela poesia.
ResponderEliminarArthur Claro
http://www.arthur-claro.blogspot.com
Obrigado 🙂
EliminarBelas palavras!
ResponderEliminarBoa semana!
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Até mais, Emerson Garcia
Obrigado emerson 🙂
EliminarMuitos parabéns! E que haja sempre vontade de renascer todos os dias. E que sejam muitos, muitos mais, com saúde e alegrias de vida.
ResponderEliminarAbraço!
Obrigado 🙂
EliminarReaching fifty brings such wild, visceral imagery to mind. Those sideburns like tavern rats make me chuckle, yet the whole poem carries this heavy, transformative weight. Shedding old skin feels like stepping through fire to locate some fresh new beginning. Growing older brings this weird mix of weariness, sudden unexpected renewal.
ResponderEliminarI guess ure right 🙂
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