Aprendo por partes,
A loucura encenada numa comédia sem voz,
O desejo,
Na sede,
agarrada ao calor que escorre do tempo que passa,...
E o menos,
A soma de todas as verdades que esqueci,....
Como o grito na praça vazia,
A comida que a doença faz saber mal,
Não ter ninguém,
Nem uma alma viva,
A quem contar como acaba aquele último livro de cabeceira,...
E meu,
Só meu e de mais ninguém,
É o troco de tanto
investir no silêncio
| De: Studio Oliver Gustav |
Lindo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarBem poético, miguel
ResponderEliminarsó resta 'investir no silêncio.'
um abraço para ti.
Obrigado 🙂
EliminarBonito poema.
ResponderEliminarIsabel Sá
Brilhos da Moda
Obrigado, Isa
Eliminar