E a minha mao,
A gravidade conduziu a,
Tinha um corpo,
O teu,
Que em silêncio amedrontado,
Me conduziu,....
E havia uma prosa,
Um conto de ausência de palavras,
E entendimento desapegado,
Escrito algures,
Que te contei,
Olhar com olhar,...
Quando e como,
Te ouvisses a ser minha
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| Nasir A. Aziz Eleyan Mãe palestiniana 2007 |

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