Em dias assim de chuva,
De cerveja derramada,
Com o coração em cima da mesa a perder sangue,
Ao ritmo em que o céu se esvazia,....
Não se entendem silêncios que surgem,
Palavras ocas e razões vãs para desanimar,
E discutir,....
Só a precisão inclinada de um toque,
Pensar que se tem a verdade escondida no bolso,
E assim se poder acabar tudo,
Ficar apenas com um desenho,
Tosco e ataviado,
De um coração que bate

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