sábado, 16 de maio de 2026

Cor de nada,..

 A vontade de fazer doer,

Da dor permanecer intacta,

Cor de nada,

Sentada na loucura,....


E quando for amanhã,

Que ela se levante,

Traga o dia para dentro da noite,

E se torne habitual,

Carne de peitos abertos,

Decisão aberta e vontade de lamento,....


Uma dor literal,

Cada vez menos encarnada,

Profunda e acentuada,

Como a que os livros tratam por personagem secundária 

                                                                                Tirado daqui

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