E a minha mão,
Uma coisa sem pele,
Parecia partir num trilho de indecisões,
Incapaz de se partir,
Para que assim se parisse em regeneração,...
Pressupondo o choro,
Não havia luz que a escuridão,
Pudesse levar em transumância,
Para longe de nós
E a minha mão,
Uma coisa sem pele,
Parecia partir num trilho de indecisões,
Incapaz de se partir,
Para que assim se parisse em regeneração,...
Pressupondo o choro,
Não havia luz que a escuridão,
Pudesse levar em transumância,
Para longe de nós
As palavras e o seu alinhamento.
ResponderEliminarUma breve desordem de ideias
EliminarSem muito sentido
Obrigado pela presença
A mão ou as mãos são uma parte do corpo humano de caraterísticas apenas comuns aos primatas, que sendo um prolongamento do corpo humano tornam mais precisa a nossa sensibilidade e colocam tudo mais próximo de nós.
ResponderEliminarElas são a luz dos olhos dos cegos.
Abraço amigo.
Juvenal Nunes
Obrigado juvenal pelo comentário e presença
Eliminar😊
Abraço
Mãos, olhos, choro e escuridão! Parecem conceitos diferentes daquilo que entendemos por Vida, mas está tudo interligado.
ResponderEliminarGostei das palavras e da reflexão que as originaram.
Bom fim de semana.
Obrigado
Eliminar:-)
Sempre impoirtante a sua presneça, leitura e comentário.