Esquecido como que estendido estava sobre a mesa,
Um nariz de fumo erguia se no ar,
Com anéis de conhecimento que colavam os presentes....
Achei me noticia,
Capa de crime num jornal de anonimos,
Eu era o esquecido,
Quem lia sem perguntar,
Quem nem sabia questionar,....
E ao fim de uma roda de tempo,
Uma simples e irregular volta ao mesmo de sempre,
Revivi na pergunta básica do silêncio,
Se iria continuar,
Ou desfazer este nó de indiferença feito
Tirado daqui
Profundo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarAdmiro que escreve com sensibilidade.Prazer em conhecer teu blog e tua poesia.òtima semana.
ResponderEliminarMuito obrigado. Bem vinda ao blog
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